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Eduardo Simão expressa através de suas fotografias o melhor de cada penapolense

Penapolitanos surgiu com a possibilidade de retratar diversos tipos de pessoas que possuem algum tipo de elo com a cidade
Bruno “Zebu” realizando uma de suas manobras na antiga estação de trem numa bela tarde de sol

Na era digital os meios de comunicação de massa estão cada vez mais aproximando pessoas, mas, principalmente, estão abrindo oportunidade para que essas mesmas pessoas possam independente do lugar onde estejam trabalhar e ganhar seu dinheiro.

Mas num período não tão distante assim, redes sociais como Facebook, Instagram e Twitter eram inimagináveis. A nossa conexão com o mundo externo eram construídas por influências de nossos pais. 
Com Eduardo Simão não foi diferente. Foi através de seu pai Edson Simão, que conheceu o que tinha de melhor na música brasileira e estrangeira. “Ele era um apaixonado por música, fez parte dos carnavais da Usina Campestre e por muito tempo tocou em parceria com (o músico) Maurício Soliani”, lembra. 
Teve a oportunidade de acompanhar de perto a dupla, até que se interessou por baixo e logo depois já criou a sua primeira banda – “Vaquinha de Hélio” que tocava em festas do Colégio e em bares da cidade. “Divulgamos nossos shows com aqueles “nugets”, escrevendo atrás do carro. Não tínhamos os eventos do Facebook para compartilhar”. 
Sua paixão por música o fazia ficar vidrado nos videoclipes que passavam na extinta MTV Brasil. Tendo como hobby anotar nome de todos os diretores dos clipes, para depois tentar entrar em contato. Por isso mesmo resolveu cursar Rádio e TV na Unimep (Universidade Metodista de Piracicaba). 
Lá conheceu a fotografia da qual nunca mais se desligou. Foi com um professor que aprendeu até mesmo desenvolver máquinas fotográficas de lata (para apenas uma fotografia). Com os amigos de casa aprendeu os segredos do photoshop. 
Durante o curso, ocorrera a maior tragédia de sua vida. Seu pai enquanto fazia uma viagem a trabalho e sofreu um acidente automobilístico que o levou a morte. “Foi difícil aguentar, pois, eu tinha esse medo de perder alguém estando longe de casa”. 
Após o termino da faculdade, Eduardo voltou à terra de Maria Chica, onde ajudou na estruturação da TV Star News, mas a sua cabeça estava em trabalhar com fotografia. “Nesta época não parava de comprar livros para me atualizar. Eu queria era mesmo era fotografar”. 
ARTE DE FOTOGRAFAR
Resolveu então mudar de vida e seguir atrás de seu sonho. Mudou-se para São Paulo para estudar fotografia na Escola Focus de Fotografia. Lá tirou muitas fotos para ajudar em books de modelos iniciantes. 
Após trabalhar em vários lugares como programa de TV para internet, ele foi trabalhar na BrandsClub, site de vendas de produtos variados, onde o seu trabalho era fotografar e editar cada produto exposto no site. “Era um trabalho muito legal, eu cuidava de uma equipe de fotógrafos, onde ralávamos muito, mas era sensacional”, comenta. 
Com o tempo as dores na coluna foi aparecendo e com ele o desejo de voltar para a terrinha. “Eu sentia que tinha colocado uma tampa em cima de tudo que desejava fazer, mas aquilo fervia dentro de mim”. 
PENAPOLITANOS
Anderson Manzano com sua moto posa para as lentes e olhares de Eduardo Simão na estrada vicinal do Mineiro

No final de 2013, ele voltar a fixar morada na princesa da noroeste. Mas desta vez, para realizar um dos planos mais antigos de sua coleção de ideias. 

“Quando a gente mora num cidade pequena como Penápolis, não tem muita coisa pra fazer, então a gente começa a criar e isso é muito bom”, disse. 
No dia 1º de junho lança o Penapolitanos (www.penapolitanos.com), projeto de fotografia que expressa seu amor por Penápolis e pelos penapolenses através de suas belas fotos. 
Segundo ele a ideia é retratar diversos tipos de pessoas que possuem algum elo com a cidade. Estejam eles praticando esporte ou simplesmente realizando um trabalho, possibilitando revelar suas personalidades. 
É o caso da blogueira Mirela Ortega, que trabalha dando dicas de moda na internet através do “M de Maquiagem”. “O trabalho foi incrível. Ser reconhecida não somente pelo que eu faço, mas também por gostar da cidade fez me sentir importante”, comenta. 
Já para Bruno Bacchiegga, conhecido por “Zebu”, praticante da bike freestyle as fotos ficaram ótimas. “As fotos ficaram incríveis, sem contar que o cara é super gente fina”. 
Para Eduardo, o mais relutante a aceitar o convite foi seu amigo de infância Anderson Manzano, que somente aceitou por que conhecia muito o fotógrafo. Para Manzano foi um pra participar do ensaio. 
“Nossa a ideia do projeto muito legal. E por conhecer a dedicação do “Du” em tudo que faz resolvi aceitar o desafio mesmo nunca tendo posado”, descreveu. 
Eduardo pretende lançar um ensaio fotográfico por semana, sendo que já foram fotografados: Roberta Simão, Carla Cruz e Luciano Sabino (Batuta). “Não quero parar, pois, quando plantamos com amor e regamos com o suor, só pode dar coisa boa”, finaliza. 
Originalmente publicado no Jornal Interior 

Penapolenses participaram da missão de paz no Haiti durante oito meses

Soldados trazem na bagagem a felicidade do povo haitiano e os desprazeres da guerra civil e das catástrofes naturais que assolou o país
Penápolis é lembrada pelos soldados durante a missão de paz no país caribenho
No início do mês, a participação de tropas brasileiras na missão de paz do Haiti completou 10 anos de operação militar, após um período de inúmeras crises políticas e de catástrofes naturais que assolou o país.  
O ótimo trabalho que os soldados brasileiros têm realizado no país caribenho só aumenta ainda mais a importância do Brasil no cenário internacional.
Mas, a ONU (Organizações das Nações Unidas) apresentou um relatório com cinco alternativas para acabar gradativamente com a presença da organização no país. 
A diminuição do contingente de tropas e policiais internacionais é uma das ações que vem sendo realizada. Há duas semanas, chegou ao país um contingente de soldados que prestaram serviços no país do Caribe. 
Entre eles, os penapolenses Jonas Galdino Lobo e Renan Queiróz, que estiveram na missão de paz nos últimos oito meses realizando diversas atividades, entre eles: escoltas, patrulhas e serviços. 
“Nós tínhamos três funções básicas no país; escoltar autoridades internacionais que visitavam o Haiti, bem como, acompanhar o transporte de água e comida. O patrulhamento ostensivo para coibir qualquer tipo de violência nas cidades e o terceiro era o serviço de guarda, onde saíamos a campo para promover recreação junto às crianças, bem como, auxílio e assistência aos familiares. Assim ganhávamos a confiança de toda comunidade”, lembra Queiróz. 
Após quase um ano de treinamento desde o processo seletivo e o envio para a base no Haiti, os soldados sofreram o impacto de chegar num país destruído por um terremoto em 2010. “A miséria saltou aos nossos olhos”, relembra Lobo. 
Segundo eles, a cidade é monocromática, sendo o cinza dos escombros de concretos a única cor visível no país. 
Mas, isso não abalou a identificação do povo haitiano com sua cultura. “O povo haitiano adora um carnaval que chega durar mais de um mês”, disse Lobo. 
A valorização da educação é outra marca do país, que os soldados penapolenses trouxeram na bagagem. 
“A maioria das famílias passam por diversas dificuldades, mas as crianças haitianas estão todas nas escolas. O que mais me chamou a atenção foi ver os uniformes dos estudantes branquinhos, num país que venta muita terra”, comenta Queiróz. 
Para Lobo uma das experiências mais marcantes durante a estadia no Haiti, foi ver vários partos serem feitos na rua. “No país não tem hospital, e as mulheres acabam fazendo seus partos normais na rua mesmo”, disse. 
Os “bombagays” ou gente boa, como são chamados no Haiti, relata que o país vive na escuridão, pois não existe energia elétrica, sendo que os serviços essenciais são a base de gerador.
O trânsito é um verdadeiro caos sem legislação específica, sendo os tap-taps um dos meios de transportes coletivos mais usados no país. Os veículos se diferenciam pelas cores vivas e muitas frases de cunho religioso. 

MISSÃO

Soldados penapolenses durante patrulha ostensiva na capital Porto Príncipe 
Os soldados viveram os meses de missão carregando em seu corpo diariamente mais de 24 kg de equipamentos num sol escaldante chegando à casa dos 43 graus. 
Para os penapolenses ficou a experiência e a gratificação de representar a cidade e principalmente o país nesta importante missão. 
“Volto outro homem dando muito valor a minha vida e de meus amigos, prestando atenção em detalhes como o desperdício de água, pois lá, a escassez de água é enorme”, diz Lobo. 
“Estar por lá em missão foi muito gratificante, ficando a saudade e o desejo de voltar e ajudar ainda mais aquele povo sofrido, mas feliz”, comenta Queiróz. 
Ao chegar ao Brasil, os penapolenses passaram por quatro dias de exames na base do Exército Brasileiro em Campinas. Na próxima semana, estarão em São Paulo, para trabalhar durante a Copa do Mundo do Brasil. 
Após a Copa, o soldado Renan Queiróz, fará parte do efetivo que trabalhará no Complexo da Maré, no Rio de Janeiro já pensando nas Olimpíadas de 2016, na capital carioca. 

Penapolenses acompanharão de perto as emoções que a Copa do Mundo proporciona

Foram vendidos mais de três milhões de ingressos, dos quais 60% do total foram adquiridos por brasileiros
Marcelo Manzatti radicado em Brasília há 8 anos terá a oportunidade de acompanhar os jogos pela primeira vez

A menos de uma semana para o início da Copa das Copas no Brasil, muitos brasileiros já garantiram os ingressos para assistirem aos jogos mundial. 
Segundo a FIFA (Federation International Football Association), organizadora do torneio, até na última quinta-feira, 5, já foram vendidos mais de 3 milhões de bilhetes para os 64 jogos. Foram mais de 11 milhões de solicitações no site da entidade. 
Os brasileiros ficaram com 60% dos ingressos, enquanto que os estrangeiros ficaram com os outros 40%. Os três países que mais compraram, além do Brasil, foram Estados Unidos, Argentina e Alemanha. 
Entre os sortudos que acompanharão os jogos nos estádios do mundial, existem alguns penapolenses, que participam desta festa pela primeira vez. É o caso do advogado Fernando Pereira, 33 anos, que após se cadastrar no site, foi sorteado para acompanhar as quartas de finais em Brasília. 
“Foi um sonho realizado. Nós que fizemos o cadastro em agosto do ano passado, fomos sorteados em outubro antes mesmo de a tabela oficial ser sorteada”, comentou Pereira. 
Segundo Pereira, a FIFA disponibilizava a oportunidade de cadastrar acompanhantes. “Eu cadastrei o meu amigo Márcio Luis Monteiro de Barros e ele me cadastrou, pois isso aumentaria nossas chances de conseguir um bilhete. Ele conseguiu na minha sorte”, disse em risos. 
Ele conseguiu para o jogo 60, no dia 05 de julho, que provavelmente terão em campo Cristiano Ronaldo, por Portugal e Leonel Messi, pela Argentina. 
“Será um momento histórico, pois não iremos presenciar outra copa nos próximos 50 anos em nosso país. Ver os dois melhores do mundo em campo com certeza será um momento ímpar”, salienta. 
Fernando sairá com seu amigo Márcio, de carro, de Penápolis rumo a Brasília, para acompanhar o jogo. Já o gerente administrativo, Marcelo Manzatti, 43, outro penapolense, radicado há sete anos no distrito federal, acompanhará o clima de festa da janela de sua casa, pois mora ao lado do estádio Mané Garrincha. 
“Eu sou um apaixonado por futebol desde moleque, acompanhando as copas desde 1978. Assisto a todos os jogos, tentei ir à África na Copa passada, mas não foi possível. E agora ir aos jogos no Brasil será a realização de um sonho”, comenta. 
Segundo ele, se cadastrou para comprar os jogos da seleção brasileira e de todos os jogos realizados em Brasília. “Infelizmente não consegui o jogo do Brasil, mas tenho as entradas para Suiça X Equador; Colômbia X Costa do Marfim; Portugal X Gana; um jogo das oitavas e a disputa por terceiro e quarto lugar”, diz. 
Ansioso Manzatti já retirou todos os ingressos dos jogos na tarde da última quinta-feira, 5, em um dos postos de retirada montados pela FIFA, nas cidades-sedes. 
INÍCIO
A história da Copa do Mundo de Futebol da FIFA se iniciou em 1928, após o francês Jules Rimet assumir o comando da instituição mais importante do futebol mundial, a FIFA.
Durante um dos congressos da entidade, Rimet conseguiu a aprovação para criar um torneio internacional. A primeira Copa do Mundo ocorreu em 1930, no Uruguai, com a participação de 13 equipes convidadas (Uruguai, Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Paraguai, Peru, Bélgica, França, Iugoslávia, Romênia, México e Estados Unidos). Consagrando-se campeã o país-sede. 
A taça de ouro original levou o nome de Jules Rimet e foi disputada três vezes nos anos de 1930, antes da Segunda Guerra Mundial interromper o campeonato por doze anos. 
BRASIL NAS COPAS
A Seleção Brasileira é a única a participar de todas as copas do mundo de futebol. 
O Brasil iniciou sua caminhada em Copas do Mundo, participando da primeira competição em 1930, no Uruguai. A seleção entrou em um triangular com Iugoslávia e Bolívia, onde somente o primeiro do grupo se classificaria. A seleção dói eliminada na primeira fase. 
Após a paralisação de 12 anos por causa da Guerra Mundial, o Brasil foi escolhido país-sede do maior torneio de futebol. A Seleção Brasileira era tida como favorita ao título, classificando em 1º em seu grupo. No quadrangular final, goleou Suécia pelo placar de 7 a 1 e a Espanhola por 6 a 1, chegando ao último jogo precisava somente de um empate contra o Uruguai para ser o campeão. Mas, o Uruguai venceu o Brasil por 2 a 1 de virada. A tragédia foi tão grande que o fato passou a ser chamado de Maracanazo. 

Oito anos depois, em 1958, na Suécia veio o nosso primeiro título. Ganhou de seleções fortíssimas como Inglaterra, União Soviética, Áustria, País de Gales, e França. Na final, o Brasil enfrentou a Suécia, ganhou de 5 a 2. Foi a primeira Copa do Mundo de Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, então com apenas 17 anos. Depois vieram as conquistas de 1962, 1970, 1994 e 2002, tornando-se a única pentacampeã mundial.

Nerds, geeks e cosplayers deixam anonimato e ganham mais adeptos

Nerds e geeks gostam de seriados, filmes, jogos, videogames, ficção científica, HQs, mangás, animes, programação e muita tecnologia
João Victor, 23, um aficionado por cosplay, mangás, animes e jogos
Você se considera um nerd ou um geek? Hoje em dia, virou moda todo mundo usar as duas expressões, ainda mais com os avanços da internet e a instituição do Dia do Orgulho Nerd, comemorado mundialmente no dia 25 de maio. 
O dia é comemorado por causa da estreia mundial do primeiro filme da saga Star Wars nos cinemas, no dia 25 de maio de 1977, mas também pela lendária ‘trilogia de cinco livros’ do “O guia dos mochileiros das galáxias”. 
Mas, ambos os grupos são confundidos constantemente, e muitas pessoas até acham que os dois são as mesmas coisas, talvez pela aparência ou gostos pessoais, que são semelhantes. Entretanto, nerds e geeks, na teoria, não são as mesmas coisas. 
O termo “nerd” foi concebido em 1954 por Theodor Seuss, escritor, poeta e cartunista americano, mais conhecido como Dr. Seuss, que fez uma associação entre a lerdeza e as peças de roupa listradas, usadas por pessoas magras. Tornando-se basicamente, o nerd num personagem cômico e com alguns problemas cognitivos. 
Já os geeks, tiveram seu primeiro registro em 1976, como sinônimo de bobo, ganhando definições positivas somente na década de 1990, quando a tecnologia ganhou status de poder libertador. Hoje em dia, o termo é mais específico: geeks são aqueles que se atraem por tudo aquilo que é novidade, principalmente quando o assunto são computadores.
Ambos têm alguns gostos parecidos. Divertem-se com seriados, filmes, jogos (principalmente de RPG), videogames, ficção científica, HQs, mangás, animes, programação e muita tecnologia. Além disso, costumam usar camisetas com seus personagens favoritos. 
Em Penápolis não é diferente. Existem os aficionados por todos os gostos descritos acima. João Victor Santos Ribeiro, de 23 anos, por exemplo, é um desses apaixonados, principalmente, por cultura japonesa, transportando os personagens de seus mangás preferidos em realidade. 
A isso se dá o nome de Cosplay, que vem das expressões costume (Fantasia/Traje) e play (brincar/interpretar), tratando-se de um hobby em que as pessoas se fantasiam de um personagem de filme, animações japonesas, videogame, quadrinhos e series de TV. 
João se diz um apreciador do Cosplay desde os 14 anos, mas só pode comprar recentemente a fantasia do personagem Kirito, do anime Sword Art Online. “Os cosplayer é a representação exata da personalidade, da postura, das falas e das poses, dos nossos personagens”, disse. 
Ele que participa em julho do evento Anime Friends, em São Paulo, diz que para usar o figurino tem que ir para outras cidades. “Aqui em Penápolis, somos em uns 10 cosplayers, mas nós temos que ir para encontros em outras cidades como Araçatuba, Ribeirão Preto e São Paulo”, comenta. 
Um dos problemas que os cosplayers enfrentam o preconceito. “Os meus pais entendem os propósitos dos Cosplays, mas a pessoas que não convivem com esse mundo acabam nos ‘zuando’ e nos chamando de tudo quanto é nome”, disse. 
Mas João também passa um bom tempo de seu dia jogando videogame, sendo seus jogos favoritos Guild Wars 2, World of Warcraft, Grand Chase e Silkroad Online. “Passo altas horas na frente do computador jogando, durante a semana fico umas duas horas, já no final de semana fico de cinco a sete horas diretos”, comenta. 

COMPORTAMENTO

Psicóloga Mariana alerta pais para que acompanhe o uso do computador de seus filhos
Segundo a psicóloga clinica, Mariana Nogueira, 24, existem jogos que estimulam o raciocínio lógico e a coordenação motora, mas alerta os pais para que acompanhem as evoluções dos filhos. “A partir do momento que começa interferir no cotidiano da pessoa, isso pode virar uma patologia”, alerta. 
Casos de crianças e jovens que ficam horas na frente do computador chegam ser alarmante. “Conheço casos em que a mãe para não deixarem os filhos sem comer, prefere dar o prato na mão, para que eles façam a refeição junto ao computador, sem que saiam um minuto da frente da tela. Isso é altamente prejudicial”, comenta. 
No caso dos cosplayer ela lembra que essa representação pode ser a expressão da vontade do ser. “O fato de querer interpretar um personagem pode ser pelo simples querer de ser ou ter algum traço especifico daquela figura. Não tem nada de erro nisso”, finaliza.  
Texto originalmente publicado no Jornal Interior

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