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Da teoria em 2014 a prática em 2015. Bora trabalhar que este ano promete?

Após 365 dias, nos quais pude viver cada minuto intensamente, olho pra trás e vi o quanto produzi esse ano. Logo em janeiro, o Secretário de Esportes, Lazer e Juventude, Paulinho Sanchez, me deu uma oportunidade de fazer o projeto de comunicação do maior campeonato da região – Cobras e Cobrinhas. Em pouco mais de um mês de torneio foram mais de 480 curtidas na página do Facebook e centenas de comentários. 
Como colunista do Jornal Regional tive a oportunidade de “cobrir” a vinda a senadora e ministra de cultura Marta Suplicy a Penápolis para inaugurar o CEU das Artes. Na época escrevi sobre como o prefeito Célio de Oliveira “pagou” a conta e o PT celebrou o ex=prefeito João Luís. Menos de um mês depois, estava eu deixando de ser colunista do Regional pelos desmandes que a imprensa tenta nos impor
CELEBRAÇÕES
Em falar em celebração, tivemos algumas no mês de fevereiro. Entre elas estavam a instalação de um novo ciclo na política brasileira, quando o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, anunciara que iria sair do governo para concorrer a Presidência da República. Ninguém podia imaginar tempos depois, um dia após o maior momento de visibilidade que tivera – no Jornal Nacional, acontecer uma tragédia como aquela. 13 de agosto ficará marcada na história brasileira, pois, 15 dias antes tive o encontro com ele, onde tirei essa foto. 
Mas também tivemos alegrias. Ver o Penapolense aplicar o maior chocolate no time do Santos em pleno Tenentão não teve nada igual. Só relembrar os 4 x 1. 
Entre outras vitórias tivemos também a rejeição na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do projeto de lei da Redução da Maioridade Penal – a luta não acabou mas vale relembrar o posicionamento da juventude socialista. 
Março chegou e com ele o meu agradecimento as mulheres que fazem ou fizeram de alguma forma parte da minha vida, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher. Num momento de inspiração escrevi uma poesia: 
“A palavra mulher, 
Carrega em seu bojo, 
Todos os sinônimos: 
Fêmea, dama, madame, 
Moça, senhora, companheira, 
Dona, esposa e mãe.
Que demonstra ter,
Uma pequena fragilidade, 
Mas, com toda sua altivez, 
Transforma-se numa grande 
Guerreira pronta a guerrear.”
Vinte e um dias depois, o universo me enviou um presente que após nove meses agradeço imensamente a Deus pela oportunidade de compartilhar todas as minhas tristezas, mas também minhas alegrias – Amada Amanda, minha linda noiva, grande amor da minha vida! 
No mesmo dia que iniciamos o namoro, uma outra importante área e que reservo boa parte do meu tempo, fez-se presente! Fui eleito (o mais votado) para ser conselheiro do Conselho Gestor de Saneamento do DAEP (Departamento Autônimo de Água e Esgoto de Penápolis) e após alguns meses estamos avançando nas políticas públicas. Este ano terei que votar o aumento da tarifa e adivinhem meu voto?
HISTÓRIAS
Em abril, tive a oportunidade de ingressar no Jornal Interior – jornal este que já admirava pela ousadia e dinamismo que lidava com os assuntos. Conheci pessoas maravilhosas como Gilson Ramos, Cristina Salvador, Marcão, Vandressa, Larissa (Laricat) e Lucas Belussi, que me ensinou muito. Lá contei grandes histórias como a do pequeno Léo, das famílias Sírias trazidas por uma família a Penápolis e de penapolenses como Fred Di Giacomo e seu projeto Glück, como também as histórias de Eduardo Simão, Éder Turziani e Mirela Ortega
TRISTEZAS…MAS TAMBÈM GRANDES ALEGRIAS 
Este ano, perdi dois grandes amigos. Primeiro foi o secretário de cultura, Maurílio Galoppi, que nos deixou num dia de alegria onde seria realizado o Circuito SESC de Artes em parceria com a secretaria. Com ele foi a personalidade cativante e conciliador que era. 
Alguns meses depois perdi Evandro Martins, ex-conselheiro de juventude e um dos grandes amigos que tive. Ele teve uma participação diferenciada em tudo que participou, deixando suas opiniões e considerações por onde passou. 
Mas por onde passa as tristezas, a também grandes alegrias. Este ano tive a oportunidade de escutar o pastor Felipe Heiderich, um exemplo de homem de Deus e que sabe honrar sua mulher. Na oportunidade, Amanda e eu compramos o livro – Casamento. (Eu ainda não li. Mas está na fila..rs!). 
Em Julho, fomos aprovados para o LAB da Social Good Brasil, com a ideia da criação de um portal de notícias que acabou virando uma rede social de cultura chamado Komunikado. Tão logo ele estará no ar! 😉 
ELEIÇÕES E COPA 
Esse ano também de eleições e Copa do Mundo no Brasil, mas, da copa nem vou falar porque daqui a pouco sai mais um gol da Alemanha. 
Nas eleições, vimos o quanto pode ser podre o processo eleitoral, onde só quem perde é o povo brasileiro. Mas vimos também lideres que seguimos se darem bem nas urnas. Nosso líder estadual, Márcio França, foi eleito vice-governador do Estado de São Paulo, bem seu filho, Caio França, o mais jovem Deputado Estadual do Estado de São Paulo. Mas não podemos esquecer de líderes valorosos como meu amigo João Vidal que brilhantemente saiu do pleito mais forte do que entrou. 
Após as eleições, a JSB São Paulo, deu show de organização e realizou no inicio de dezembro o 
terceiro encontro da juventude socialista onde empossou a Miuky como Secretária Estadual da JSB São Paulo. 
JUVENTUDE
Este ano também foi intenso nas políticas públicas de juventude, pois, conseguimos realizar duas reuniões do Fórum Paulista de Juventude. A primeira em março na cidade de São José dos Campos e a segunda em junho na cidade de Eldorado. Lá foi aprovado a articulação estadual que será eleita na próxima reunião neste mês de janeiro, na cidade de Ribeirão Preto, entre os dias 24 e 25. 
Em nível municipal, o Conselho de Juventude aprovou no dia 17/04, uma nota sobre a efetivação da Coordenadoria Municipal de Políticas da Juventude. O prefeito Célio de Oliveira solicito com a ideia mandou projeto para a Câmara Municipal, mas o conjunto de parlamentares rejeitaram a ideia, onde o governo foi obrigado retirar o projeto. Esse ano, o COMJUV volta a discutir esse assunto podem esperar. 
BLOG E NOVIDADES
Eu pude neste ano dar um fôlego para o Blog do Faria. Entre as novidades foi o endereço do blog que consegui o www.ricardofaria.com.br, por intermédio do Carlos Netto. 
Com ele, alguns anseios e projetos audaciosos como o aplicativo para celulares do Blog do Faria. Mas também campanha de natal “Doe um Chinelo de Dedo”, que arrecadamos 19 pares de chinelos e entregamos para crianças e jovens da Casa Abrigo. Também tivemos a Promoção #EuQueroMinhaCaneca que sorteou hoje uma caneca do Blog do Faria. 
Desde o dia 29, estou planejando as ações do Blog para esse ano de 2015 e entre as novidades estará um Concurso de Fotografia, um evento de ideias, chamado #Hashtag – Hiperligando Ideias, uma excursão (esse fechando detalhes para ser divulgado muito em breve) e o grande aniversário do blog, que em 2015 completará 5 anos de existência. 
Bora lá trabalhar bastante que este ano promete?

Fuhrmann: empresa de pedais genuinamente penapolense projeta mercado exterior

Com uma produção de 1000 unidades por mês, a empresa pode dobrar a fabricação caso entre em países como Estados Unidos, Chile e China, além da Europa
Jorge Fuhrmann apresenta sua coleção de produtos de pedais analógicos
Com quase nove anos no mercado musical brasileiro, a Fuhrmann, empresa de pedais analógicos para guitarras e baixos, foi constituída na cidade de Penápolis, interior de São Paulo, sendo um típico negócio de família. 
Jorge Fuhrmann apostou na ideia de seu filho Daniel Fuhrmann que desejava produzir alguns pedais para uso próprio, além de vender na internet. E baseado em seus conhecimentos em eletrônica assim o fez em meados de 2006, ano que começou a operar a recém-formada empresa. 
Ambos, com certa experiência em musica, principalmente, de Daniel que é músico, sabiam da dificuldade de importar instrumentos e acessórios resolveram se aventurar percebendo que havia um vasto mercado. 
“Em 2005, o mercado nacional estava carente, na época existiam algumas marcas acabaram fechando por os produtos serem muito ruim. Algumas empresas começaram na época, mas também fecharam. Era praticamente tudo importado e o preço era muito caro”. 
As primeiras produções foram em casa mesmo, mas com o tempo precisou de um novo espaço. Com isso procurou a Incubadora, projeto da Prefeitura de Penápolis que fornecia estrutura física e consultoria inicial, na época em parceria com FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e o Sebrae para as pequenas empresas e assim dar o poder de alavancar o negócio. 
No segundo semestre de 2006, tiveram a experiência de apresentar os primeiros produtos que foram construídos – Tube Drive um pedal de distorções, Power Drive e o Over Drives que até hoje é sucesso de vendas, na ExpoCristã – maior feira de arte cristã no pais. 
“Tivemos a alegria de apresentar o produto na expo e todos gostarem; lá fizemos contatos com representantes que eram músicos e Davi Barcelos foi um dos que nos ajudou muito a nos inserir no mercado”.  
TECNOLOGIA 
Toda a tecnologia dos produtos é projetada exclusivamente na sede da empresa em Penápolis
De acordo com Jorge Fuhrmann, os primeiros pedais tinham formatos maiores, por que foi pensando na capacidade produtiva, principalmente, depois que decidiram ter o controle de todas as etapas. 
“Tudo que foi desenvolvido aqui, foi por nossa pesquisa, não achamos nenhum modelo pronto que nos dizia você deve fazer isso, até a aplicação do silk screem. Isso nos fez ter controle de toda a etapa do processo, desde a chapa que entra, até o pedal que sai”, comenta. 
Atualmente o único objeto de terceirização é a PCI (Placa de Circuito Impressa), que é confeccionado por outras empresas. “Fazemos os protótipos e todos os testes necessários por aqui mesmo, somente depois é que mandamos fazer porque esse processo envolve produtos químicos e essas empresas têm a tecnologia e os equipamentos para produzir uma ótima placa”. 
No inicio foram produzidos os pedais analógicos que buscavam a sonoridade dos anos 70 e 80, bem como, componentes usados naquela época. Agora a Fuhrmann deseja dar um salto na aplicação de novas tecnologias. 
“Hoje estamos com projetos prontos que usa o DSP (Processador Digital), onde estamos prevendo para o ano que vem uma linha de produtos digitais. Para isso estamos firmando uma importante parceria com uma escola de música de São Paulo”, salienta. 
Além dos digitais, Jorge quer também inserir a Fuhrmann como referência também na fabricação de amplificadores. Para isso já foram realizados diversos protótipos. 
“O nosso interesse como foi feito nos pedais é de dominar todo o processo de fabricação. Para isso, adquirimos máquinas desde pra enrolar transformadores até para contar chapas e fazer os invólucros, com isso teremos capacidade de produção de era pra ser esse ano, amplificadores valvulados e transistorizados”. 
Mas Fuhrmann lembra que para competir neste mercado terá que ter valor agregado. “Se não tiver valor agregado, só pelo simples preço você não consegue competir por exemplo com a China. Tem que se ter novidade e um bom trabalho de marketing”. 
“Estamos o tempo todo criando e prospectando novos produtos, pois buscamos constantemente feedback de nossos usuários, representantes, como filtro para ver a nossa capacidade de fazer, sem contar o processo rigoroso que submetemos para sair um produto da melhor qualidade”, comenta 
COMÉRCIO EXTERIOR
A Fuhrmann controla o processo de produção dos mais variados produtos para guitarra e baixo
Como o plano de negócios, o processo de pesquisa tem de estar constantemente atualizados, pois, somente assim poderão lançar produtos com a aceitação do mercado. 
Com entorno de 50% do mercado nacional, a Fuhrmann começa a traçar o caminho para a abertura do mercado exterior em 2015. “Nós tivemos uma experiência esse ano, onde entramos na Argentina, esperamos que a partir do ano que vem consigamos entrar em outros países”. 
Prestes a participar pela primeira vez da NAMM (National Association of Music Merchants), em Los Angeles nos Estados Unidos, entre os dias 22 e 25 de janeiro, a Fuhrmann estará lá expondo seu mais novo produto para lançar durante a feira. “Estamos produzindo um pedal analógico com assinatura ‘Indoors’ que será apresentado na exposição, está em fase de testes finais, principalmente, da sonoridade que é feita única e exclusivamente pelo ouvido. Esse novo modelo terá um sistema de controle tom ativo e dois canais. Pensamos para um cara que toca heavy metal”.  
Atualmente com uma produção mensal de 1000 unidades, a Fuhrmann já configura uma pequena empresa vislumbra o mercado exterior, porque analisa ainda que o mercado brasileiro estará bem pior nos próximos dois anos. 
“Pelo o que acompanhamos, a perspectiva é de uma melhora somente no último no último ano do governo da presidente Dilma, pois, as bases da economia estão muito fragilizadas, tanto é que as famílias brasileiras estão muito endividadas, com isso, o poder aquisitivo das pessoas é bem menor”. 
Com essa perspectiva de futuro, Jorge pretende abrir mercado outros mercados como os Estados Unidos, Chile e China. “A Anafima (Associação Nacional da Indústria de Música) coloca como meta esses mercados por entenderem que são os maiores de suas regiões e o mundo cada vez globalizado fez com que criássemos coragem de expor nossos produtos, pois, não é atoa que o Brasil é o segundo país mais lembrado do mundo quando fala de música, ficando atrás apenas dos Estados Unidos”, finaliza. 

Atleta paraolímpico se destaca após ser campeão brasileiro de atletismo

Wellington Rodrigues Faria conquistou as provas de 100 e 400 metros nos Jogos Paraolímpicos Escolares disputados na capital paulista em novembro
Wellington recebendo a medalha de ouro após a competição de atletismo
Há 15 anos, Renata Rodrigues Ferreira de Souza descobria que seu filho Wellington Rodrigues Faria com apenas seis meses tinha paraplegia ou simplesmente paralisia cerebral do lado esquerdo. O diagnóstico saiu após consulta com médico ortopedista João Carlos D´Elia que tão logo comprovou a doença. 
“Eu dava alguma coisa para ele pegar com a mão direita e ele recusava pegando os objetos somente com a mão esquerda”, comenta a mãe. 
Segundo Renata, a paralisia foi decorrente de uma pré-eclampsia que contraiu durante a gestação de Wellington. “A pré-eclampsia chegar ser uma doença comum entre as grávidas. Graças a Deus que o meu foi somente a ‘pré’, pois, quando se evolui para a eclampsia muitas mães morrem durante o parto”. 
Já com nove meses iniciou todos os tratamentos possíveis ao pequeno garoto. Mas foi do período de três anos a 12 anos de idade, quando frequentou a Apae (Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais de Penápolis) Que Wellington fora assistido com os melhores profissionais do município. Durante o tratamento fez hidroterapia, terapia ocupacional, fisioterapia e fonoaudiologia. 
Durante o período de tratamento na Apae, também foi encaminhado a AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente) em São Paulo com uma médica especializada em paralisia cerebral. De lá, ela orientava quais deveriam ser a terapia utilizada no garoto.  
Mas foi quando estava estudando na Escola Estadual Luiza Maria Bernardes Nory, em 2012, que Wellington foi descoberto pela professora de educação física Judith Benites Nonato, a dona ‘Jô’, que o menino tinha talento para o atletismo. “Ele foi a professora com intuito de jogar futsal, mas logo ela viu uma possibilidade no atletismo”. 
Logo que outra escola estadual – desta vez o Adelino Peters passou a ser referenciada como escola inclusiva, o menino mudou de ares, mas sendo acompanhado por ‘Jô’ em campeonatos escolares. Participando de etapas municipal, regional e estadual. 
No ano passado, Wellington já se destacava como atleta paraolímpico, pois, ao participar de sua primeira Paraolimpíadas Escolares ficou em segundo lugar nas corridas e 100 e 300m e um honroso terceiro lugar na pelota (bola para arremesso), rendendo sua primeira convocação para a seleção paulista de atletismo. 
Nas edições de 2014, o atleta foi ainda mais longe na competição que aconteceu de 24 a 28 de novembro em São Paulo. Concorrendo pela categoria T36 ele foi campeão brasileiro nas provas do 100m e 400m e vice na prova de arremesso de dardo. Nos 100m, com 14,100 segundos, bateu o índice necessário para quiçá participar do campeonato mundial. 
“Eu estou ansioso para que essa oportunidade venha, eu tenho amigos que competiu no mundial e espero ter a oportunidade também de mostrar o que posso fazer em pistas lá fora”, comenta Wellington. 
Por ele se destacar na modalidade recebeu do estado de São Paulo uma bolsa ‘Talento Atleta’ de R$ 450,00. Recebeu na última segunda-feira (1), moção de congratulação da Câmara Municipal de Penápolis pelo feito conquistado na capital paulista. 
TRATAMENTO
Wellington, Renata e Prof. Jô, com a delegação de São Paulo nos Jogos Paraolímpicos
Segundo Renata, Wellington precisa continuar o tratamento de reabilitação, pois senão braço e perna direita podem atrofiar com o tempo. 
“Ele estava a pelo menos seis meses sem fazer nenhum tipo de trabalho de reabilitação. Precisava voltar urgente o tratamento na AACD, desta vez, em São José do Rio Preto, pois o perigo dele atrofiar é eminente”, salienta. 
Ela aguarda ansiosa a clínica de reabilitação que o prefeito Célio de Oliveira anunciou para o ano que vem. “Com uma clínica aqui as coisas ficariam tudo mais fácil”. 
Comenta ainda o jovem atleta sempre desafiou os médicos, pois, eles comentavam que Wellington não andaria antes dos dois anos e com um ano e meio ele estava andando. 
SONHO
Wellington tem alguns sonhos. O principal deles é obter o índice para disputar os Jogos Paraolímpicos de 2016, no Rio de Janeiro. Para isso, a partir do ano que vem participará de outras competições como do circuito Caixa. 
“Eu tenho que trabalhar bastante para conseguir uma classificação para os jogos. Hoje o meu tempo me deixa entre os trinta do país”. 
Mas outro sonho lhe deixa todo ansioso. Ele é são-paulino e sonha em conhecer o centro de treinamento do único tri campeão brasileiro e mundial. Além de conhecer o mito e grande ídolo dos torcedores tricolores Rogério Ceni. “Pra mim ele é o maior goleiro do mundo. Jogar o que ele joga na idade dele só pra mito mesmo”. 
Ele esta na expectativa de conhecê-lo já no primeiro confronto do Paulistão 2015, quando o São Paulo Futebol Clube enfrenta o Penapolense no Tenentão. 

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