PENAPOLENSE SE DESTACA NO MUNDO DOS JOGOS ONLINE

Laís “Anak” Dias treina cerca de 20 horas em um fim de semana, sendo que, da equipe ‘Ownerd e-Sports’ ganha uma ajuda acessórios para os jogos
Com apenas 22 anos, a penapolense Laís Dias conhecida também pelo seu codinome “Anak”, vem se destacando no mundo dos jogos online, principalmente, no recém-lançado ‘Heroes of the Storm’. 
Ela como outros mulheres, ainda é, um número muito pequeno se comparado com a quantidade de jogadores homens, o que gera muito preconceito.
“Para quem está no mundo dos jogos, existe muito preconceito com a mulher que joga. Por isso que acaba tendo tanto repercussão com menina que joga sério. Porque para eles (homens), acham que mulher jogo para chamar atenção. Mas eu mostrei na minha dedicação e preparo que posso jogar de igual para igual”. 
Tanto é que ela, está jogando a Copa América do jogo contra outras equipes da América Latina, entre eles, do México, Argentina, Uruguai e do próprio país.
Laís é filha do casal Márcia Regagnan Dias e Luis Dias e irmã de Celso e Luís Dias. Na infância, sempre jogou vídeo game com os irmãos. Aos 10 anos, seus pais lhe deram de presente um computador e com ele a possibilidade de conhecer os jogos online.
Entre os jogos que mais investiu foi o famoso League of Legends, que no último ano teve mais de 27 milhões de pessoas jogando diariamente – um recorde para a história dos jogos online.
Mas ela só foi se dedicar diariamente ao jogo, quando acabou o ensino médio e foi estudar Administração na UNESP (Universidade Estadual Paulista “Julio de Mesquita Filho”) em Tupã.
“Acabei de dedicando mais no ‘League of Legends’ lá em Tupã, porque eu ficava constrangida de jogar em casa. Não que meus país me proibissem não é isso, mas porque eu me incomodava”, comenta.
“Foi neste jogo que ouvi muitas frases preconceituosas como: Já lavou louça hoje? Definitivamente era um bullying chato, com isso o ‘League of Legends’ foi perdendo a graça, além de estar consumindo muito meu tempo, que naquele momento era preciosos pra mim”.
Tanto é que a ‘Chapada Matadora’ codinome usado no antigo jogo, precisou escolher entre o namorado ou o jogo. “Eu terminei com ele porque ele queria que eu parasse com o jogo, afinal, ele queria passar o tempo comigo. Mas quando ele fez a pergunta: “o jogo ou eu?”, não tive dúvidas – o jogo claro!”, comenta dando uma gargalhada.
CORÉIA
No último semestre da faculdade de Administração em Tupã, conseguiu um intercâmbio para estudar Comércio Exterior na Coreia do Sul – ‘Meca’ dos jogos online.
“Durante a faculdade aqui no Brasil, descobri que eu gostaria de me especializar em Comércio Exterior e quando cheguei na Coreia foi a matéria que escolhi fazer”, lembra.
Gostou muito da experiência de morar seis meses do país oriental. “Lá além de ser muito frio, neva boa parte do ano, e o povo coreano fala muito mal o inglês, precisando se comunicar por mímica. Mas é um país totalmente desenvolvido, evoluído, sendo sem dúvida uma grande experiência de vida para mim”.
Na Coreia, em suas horas vagas acompanhou de perto os campeonatos de jogos online. “Eles estão muito na frente de nossos jogadores. Não é atoa que são os melhores do mundo. Aprendi muito com eles”.
VOLTA AO PAÍS
Na volta ao país, em junho do ano passado, Laís começou a se dedicar ao ‘Heroes of the Storm’, que até então era um jogo em versões Alfa e Beta.
Segundo ela, a competitividade era tamanha no jogo que assemelha aos tempos de handebol. “Tive por diversas oportunidades defender as cores da bandeira penapolense nos jogos regionais”.
Tanto é que a disposição e dedicação que era colocava no handebol enquanto adolescente, foi a mesma que o fez ser aceita no time ‘Ownerd e-Sports’ de Brasília.
Ela que está desde o inicio desse ano em Brasília para concluir o estágio em Administração e assim concluir de vez a sua faculdade, vê na Capital Federal uma oportunidade para crescer num mundo extremamente concorrido.
“Aqui em Brasília minha vida é corrida. Faço estágio das 7h às 18h, treino com minha equipe das oito da noite até à 1h da manhã e nos finais de semana 10h no sábado e 10h no domingo”.
A ‘Ownerd e-Sports’ oferece a Laís uma ajuda de custo de cerca de R$ 200, mais acessórios de computador, como teclado, mouse e fones. além das possíveis viagens para etapas mundial caso seu time chegue as finais.
Além dos 5 jogadores – Lais “Anak” Dias, Ericke “Erické” Maciel, Daniel “Rziha”, Thiago “Shark” Donola e Mario “Mariozito” Vicente, existem na equipe o representante externo da equipe – Luciano “Malkan”, o Manager Raphael “Kolisher” Magalhães, o Coach e Analista Técnico Guilherme “Orderon” Oliveira, o Coach e Analista individual Paulo “iRaziel” Reis e o Coach e psicólogo Thiago “Insanix” Carvalho que acompanham todo o trabalho de desemvolvimento da equipe.
De acordo com Laís somente para a primeira temporada do ‘Heroes of the Storm’ teve mais de 200 equipes inscritas, sendo quase 1000 atletas num jogo que foi lançado neste mês.
A premiação será de 25 mil dólares, sendo que as oito melhores equipes participarão da grande final da Copa América que classificará as equipes para o mundial com data a ser definido.
Laís está terminando o estágio, mas pretende ficar em Brasília para desenvolver ainda mais seu jogo, pois, existe a possibilidade do jogo crescer e com ele a criação de centros de treinamentos. “Está crescendo o número de equipe e de jogadores no jogo, com isso a chance de se desenvolver é ainda maior. É 95% de chance para dar certo”, finaliza.

MOSTRA DE FOTOGRAFIAS DE CELULAR INICIARÁ NO PRÓXIMO DIA 30

Foto: Mônika Norte
Os trabalhos dos fotógrafos que participaram do Concurso e Mostra de Fotografias de Celular “Existe amor em Penápolis”, promovido pelo Blog do Faria, poderão ser apreciados a partir do próximo dia 30 de junho, às 20h, no Museu Histórico e Pedagógico “Memorialista Glaucia Maria de Castilho Muçouçah Brandão”, na Praça 9 de julho, quando haverá o lançamento da Mostra de Fotografias de Celular. As fotografias passaram por duas etapas desde o seu inicio. 
Na primeira, as fotos foram submetidas ao júri técnico composto por cinco fotógrafos da nova geração: Belle Guimarães, Eduardo Simão, Everton Campanhã, Karen Scudeller e Luan Ferreira.
“Eles avaliaram conforme os critérios estabelecidos pela organização – Coerência com o tema, Originalidade, Criatividade, Qualidade das Fotografias e Emoção captada pela foto”, comenta o jornalista Ricardo Faria. 
Na segunda etapa, as fotografias foram publicadas na página do blog no Facebook, podendo receber ‘curtidas’. O conjunto de fotografias com mais ‘curtidas’ foi vencedora do júri popular. 
Todos os concorrentes ganharão certificado de participação, além de terem suas fotografias inseridas no acervo permanente do Museu Histórico. 
Já o ganhador do júri técnico levará para a casa, uma máquina fotográfica oferecida pelo PS! Presentes. E para o vencedor do júri popular, um par de óculos escuros da Objetiva Ótica e Foto. 
O evento é promovido em parceria com o Museu Histórico e Pedagógico “Memorialista Gláucia Maria de Castilho Muçouçah Brandão”, através da Secretaria Municipal de Cultura e Prefeitura de Penápolis. 
“A ideia de montar a exposição e percorrer diversos pontos do município para mostrar o trabalho desses fotógrafos que mesmo armadores têm um olhar interessante sobre a cidade, afinal, queremos proporcionar ao participante a oportunidade de reflexão sobre a cidade – Como que você vê o município? O que mais te chama atenção? Existe gentileza em Penápolis? E beleza também existe?
CONCURSO
O Concurso e Mostra de Fotografias de Celular “Existe Amor em Penápolis”, teve como objetivo retratar o patrimônio material e imaterial (histórico, arquitetônico, natural, artístico, religioso, folclórico) da cidade de Penápolis.  
De acordo com o Faria, o concurso foi aberto a qualquer interessado, tendo de ser obrigatoriamente morador do município de Penápolis.
EXISTE AMOR EM PENÁPOLIS
O Concurso e Mostra de Fotografias de Celular “Existe Amor em Penápolis”, faz parte de um projeto maior que o blog desenvolverá em 2015, intitulado “Existe amor em Penápolis”. 
Parafraseando Criolo, um dos maiores rappers da atualidade, onde ele diz: “Não existe amor em SP”, o Blog do Faria criou o projeto. Iniciativa que norteará todas as ações pelo ano inteiro, onde se comemora cinco anos do blog. 
De acordo com Ricardo, o projeto consiste em sete atividades que irá propor para a sociedade penapolense momentos de reflexão sobre a própria cidade trazendo a tona novos modos de pensar, de construir e de ocupar os espaços que lhes são devidos, afim de, garantir direitos fundamentais à cidade e a cidadania.
Para conhecer o projeto basta acessar o blog na internet www.ricardofaria.com.br e a página no facebook – fb.com/blogdofaria.

OS BASTIDORES DO PODER

Alguns fatos que estão pela superfície…

Há mais de 15 dias, nós jornalistas, fomos surpreendidos por volta das 16h, de uma sexta-feira, 29 de maio, com a informação de que a Santa Casa iria suspender novas internações hospitalares. Corremos ao Fórum de Penápolis, pois, os irmãos remidos e os diretores, capitaneados pelo vice-prefeito de Penápolis, Ricardo Castilho, iriam protocolar o comunicado junto ao juiz de direito, Dr. Heber Gualberto Mendonça, da 4ª Vara.
No sábado, 30, a Prefeitura realizou a 6ª Conferência Municipal de Saúde, na Funepe (Fundação Educacional de Penápolis) e, tanto o prefeito Célio de Oliveira e o promotor de justiça, Fernando Cesar Burghetti falaram sobre o assunto, sendo o promotor o mais incisivo.
“Quero deixar um recado para as autoridades que fazem saúde pública nesta cidade. Não se esqueçam da população, o povo, parem de politicagem pelo amor de Deus”.
Na segunda-feira, 1 de junho, o promotor de justiça, usando de suas atribuições com muita agilidade, instaurou um Inquérito Civil para averiguar a suspensão, bem como, solicitou ao juiz de direito Dr. Heber, a abertura de uma Ação Civil Pública contra a Irmandade da Santa Casa, que no mesmo dia foi indeferido.
O juiz entendeu que suspensão dos atendimentos feita pela a Irmandade foi correta devido a entidade ser de cunho filantrópico e, portanto, dependente de ajuda alheia, principalmente, de verbas públicas.
Outra atitude do promotor foi enviar um ofício ao prefeito Célio de Oliveira, recomendando que adotasse as providências possíveis no sentido de manter o atendimento à população, quiçá com a intervenção¹ na Santa Casa de Penápolis.
Pois bem, prefeito Célio de Oliveira sem tomar conhecimento da decisão do juiz, preferiu intervir na Santa Casa de Misericórdia, destituindo a direção e o Conselho Gestor dos Irmãos Remidos, entre eles, o superintendente Antônio Crozatti e o Administrador Hospital Roberto Bastos.
No decreto, o prefeito Célio de Oliveira declarou Estado de Calamidade Pública no setor hospital, onde deu-lhes poder de comprar qualquer tipo de medicamentos, produtos ou serviços sem a necessidade de licitação, além disso, nos próximos 18 meses de intervenção, ficou facultado ao gestor-presidente a possibilidade de contrair empréstimos ou financiamento em qualquer instituição financeira em nome da Irmandade.
Nossa que bacana né!? Agora o prefeito Célio de Oliveira é o nosso Sassá Mutema? o nosso Salvador da Pátria? Definitivamente não é!
Outros fatos que estão nas profundezas…
Fazendo meu papel de repórter em poucos minutos podíamos perceber que aquela suspensão não era meramente uma simples suspensão por falta de medicamentos. Era sim, uma decisão política, visto que, dois dias antes a Santa Casa de Misericórdia figurava nas manchetes dos jornais da cidade e da região – ‘Auditoria na Santa Casa’ e ‘Transparência na Santa Casa’.
A Irmandade era o único reduto que o vice-prefeito Ricardo Castilho [o mesmo que não renunciou], tinha para continuar na vida política da cidade, principalmente, para manter contato com antigos aliados através do ex-administrador hospitalar, Roberto Bastos, atual tesoureiro do Partido dos Trabalhadores.
Desde 2013, o prefeito Célio de Oliveira desejava indicar alguém de sua confiança para o gerenciamento do hospital, entretanto, nunca fora atendido. Esse ressentimento o fez dar xeque-mate em seu vice.
Essa briga política vem desde meados da campanha eleitoral de 2012, quando os dois antes mesmo de assumirem o mandato já haviam rompido relações.
Tanto é que após a intervenção, o prefeito foi ao rádio usando de sua habilidade comunicacional para “pedir” ajuda à Santa Casa de Misericórdia, no projeto ‘Santa Casa Viva’. A pergunta fica: Por que não ajudou antes?
O que fica nas entrelinhas é que Célio de Oliveira quer a muito tempo colocar a Santa Casa nas mãos de uma OSs (Organização Sociais de Saúde). Porém, vira é mexe essas organizações são alvos de denúncias de corrupção em contratos com o governo do Estado de São Paulo. O que pode acontecer nos próximos 18 meses!
Além disso, a atual gestão terá todos os poderes para contrair empréstimos e financiamentos em nome da Irmandade. Isto é, poderá fazê-lo com valores astronômicos, consertando problemas crônicos como as compras de transformadores e geradores novos, a colocação de ares condicionado em toda a ala SUS, bem como, a reforma e pintura do prédio.
Porém, após os 18 meses quem vai pagar a conta dos empréstimos? Pois, se feitos serão em nome da Irmandade. Não tenho dúvidas que essa conta serão pagos por todos nós!
Enquanto isso…
Como fizera com a Casa de Apoio de Penápolis em Barretos, o prefeito Célio de Oliveira tentará usar a Santa Casa de Misericórdia para garantir a sua reeleição em 2016.

Por fim, quero deixar claro que a ideia desse texto é relatar os bastidores do poder – simplesmente os bastidores, sem fazer juízo de valor quanto ao fechamento do hospital para novas internações. 

[1]Pelo histórico ditatorial que a palavra Intervenção carrega, ela deveria ser banida do nosso dicionário. 


AINDA PODEMOS ACREDITAR NO BOM SENSO!

Mais uma vez os vereadores do PSDB – Francisco José Mendes, Luiz Antônio Alves de Oliveira e Fábio Pereira da Silva, mostraram de que lado eles estão. É lógico, contra o povo.
Eles tentaram de todas as formas aprovar um projeto que censura os cidadãos penapolenses de usar a tribuna mais de uma vez dentro de um mês.
Mas, o bom senso dos vereadores – eleitos pelo povo – falou mais alto. É inadmissível que tal descalabro acontecesse. Não podemos pagar a conta por causa de um ‘caboclo’ que usa demasiadamente o espaço para jogar loas ao prefeito.
Aos vereadores que prenunciaram contra esse projeto – Caíque Rossi (PSD), Rogério Pardim (Sem Partido), Lucas Casella, Rodolfo Valadão Ambrósio (PROS) e José Santino (PT), nossos sinceros agradecimentos, lembrando-os que nossa batalha ainda não terminou, pois, esse infortúnio só foi adiado por tempo indeterminado.
PS: O presidente da Câmara, Alexandre Gil de Melo (PT), com o voto de minerva podendo colocar o projeto em pauta e fulminá-lo de vez, decidiu pelo adiamento, protelando ainda mais esse assunto.

PS 1: Os parlamentares que não citei aqui é porque não sei qual era a opinião sobre o projeto.  

Não vão nos calar tão facilmente! 

QUEREM NOS CALAR!

Na noite de hoje (15), a Câmara de Vereadores de Penápolis, projeto de resolução, do vereador Francisco José Mendes, o Tiquinho (PSDB), que suprime o direito do munícipe de voltar a tribuna livre dentro de 30 dias, caso não tenha o número máximo de dois oradores.Isto é querem nos calar!
De acordo com o Regimento Interno, a tribuna livre é o espaço democrático existente nas sessões ordinárias da Câmara, franqueado aos munícipes que, através dela, queiram manifestar-se sobre assunto relevante de interesse coletivo, expondo suas opiniões pessoais.
Atualmente o regimento diz no art. 146 que: “O munícipe que usar da palavra na Tribuna Livre não poderá voltar a fazê-lo dentro dos trinta dias subsequentes”.
Porém do parágrafo único  do artigo existe um dispositivo que permite o munícipe voltar. “Não se aplica o disposto neste artigo se o munícipe, dentro dos trinta dias, inscrever-se para usar da palavra quando não houver o número máximo de dois oradores”.
Isso é: Atualmente, se um munícipe usar a tribuna em uma semana, ele pode voltar na semana seguinte, caso o número de inscritos para usar a tribuna livre não seja maior que duas pessoas.
Agora, caso o projeto de resolução seja aprovada, a oportunidade do munícipe voltar a tribuna livre dentro dos 30 dias será retirada e assim com ela a chance de construir uma cidade melhor.
Para você ter uma ideia, atualmente, o tempo máximo é de 12 minutos para ser divididos em até quatro pessoas. Entretanto, mesmo que haja uma única pessoa, ela terá o tempo máximo de três minutos. Agora, quando a convidados especiais esse tempo diminui para 8 minutos apenas.
Agora você imagina ter que aguardar um mês para expor os problemas da sua cidade? É justamente isso que o Tiquinho quer!
O que você acha disso?

SILVANIO REIS MOSTRA SEU TALENTO EM PALCOS NO BRASIL E EXTERIOR

Radicado há 10 anos nos Estados Unidos, Reis estuda Piano Performance na Temple University e música barroca, cravo e forte-piano
Silvanio Reis recebeu o título “Who’s who among students in American Universities and Colleges”

Só mesmo Heitor Villa Lobos, o maior ícone da música clássica brasileira, que no auge de sua carreira, teve a ímpeto de desbravar o interior do país, saindo do eixo ‘Rio São Paulo’, para encontrar nos rincões os ritmos brasileiros. Ou do alemão Beethoven que compôs uma das obras mais libertárias de seu tempo – Sinfonia nº 9. Como também a virtuosidade do compositor e pianista húngaro Franz Liszt, que inventou o poema sinfônico – composição baseada num texto ou poema literário, podem explicar, guardadas as devidas proporções, um talento quase autodidata do pianista penapolense Silvanio Reis.

Silvanio assim como Beethoven começou muito cedo na música, sendo que, aos nove anos já se apresentavam na escola as suas primeiras músicas tiradas de ouvido. Mas, bem antes, com a vaga lembrança de seus quatros anos teve a percepção musical pela primeira vez.

Seus avôs paterno Joaquim dos Reis e materno Pedro Inocêncio, participavam dos tradicionais grupos de Folia de Reis – que tocam e cantam canções aos “Santos Reis” e ao nascimento de Cristo. Tradição essa que perduram até os dias de hoje com seu pai.

“Fui criado num ambiente de muito ritmo, muita música, alegria, amor e carinho e foi assim que fui desenvolvendo a minha curiosidade de combinar sons e de fazer música. Foi um processo natural nada forçado, onde eu queria descobrir melodias e ouvia rádios, cantigas de ninar e sentava no teclado e começava a tocar”.

Já na escola Marcos Trench, foi descoberto por sua professora – que logo reconheceu seu talento e incentivou a mãe de Silvanio a colocá-lo em um conservatório de música.
“Naquela época, nós não tínhamos condições financeira, pois, é uma mão de obra muito especializada e até hoje fazer aula de piano é muito caro, principalmente, por ser um ensino individualizado”.

Finalmente em 1993, prestes a completar 11 anos, a professora Rosali conseguiu inscrever o menino no IMAP (Instituto de Música e Artes de Penápolis), que pertence ao Museu do Sol. Por consecutivos cinco anos Silvanio frequentou as aulas de piano.

“Foi uma experiência maravilhosa. Tive três professoras – Roberta Faria, Regina Marques e Rosana Bertan – extremamente dedicadas, além da diretora Elizabeth Bergner que sempre me proporcionaram o melhor para que me desse excelente educação musical no estudo de piano”.

Reis foi bolsista no instituto de 1993 a 1997 quando se formou.  Após termino de seus estudos foi convidado a fazer parte do corpo docente da instituição. “Tive a oportunidade de aprender  bem cedo a colocar em prática a educação que recebi e transferi-la aos meus alunos. A experiência profissional nos ensina de uma forma prática o que só aprendemos em teoria” e acrescenta: “Sinto-me privilegiado e grato por ter crescido dentro do IMAP, que na época fazia parte das instalações do Museu do Sol. Sempre foi um ambiente muito inspirador. Repleto de fundamentos artísticos em diferente formas – artes visuais, oficinas e recitais realizados no Museu”.

Durante sua estadia no IMAP como aluno e posteriormente como professor participou de inúmeros concursos nacionais de piano. “Participei de concursos nacionais de piano que foram realizados em Araçatuba, Três Lagoas, Mairinque. sendo obtendo os três primeiros lugares e menções honrosas, como o prêmio de melhor interprete de musica brasileira”.
EUA
Somente em 2002, conheceu através da penapolense Iolanda Roxo Nobre, o músico penapolense e filho de Nocolau Abramides, Tato Fischer, que ao escutar o jovem prodígio incentivou-o a participar de uma masterclass com o professor Dr. Mauricy Martin – professor da Unicamp – na época ele estava julgando um concurso de piano em Araçatuba.

“Mauricy estendeu sua mão e passei a ter aulas particulares com ele periodicamente um ano. Através dele conheci o professor Dr. Sergio Gallo, que leciona aqui nos EUA”.
Em 2004, Gallo foi o responsável por levar Silvanio a desbravar os Estados Unidos da América após receber uma bolsa para estudar mestrado em Piano Performance na Universidade de Dakota do Norte.
“Estou morando no Estado da Pennsylvania para cursar doutorado em Piano performance através da Temple University. As aulas  e as demandas são de altíssimos níveis. Sou orientado por Dr. Charles Abramovic, mas tenho a oportunidade de aprendizado com professores do mundo inteiro. Além de aulas praticas de piano, tenho aulas de composição, teoria, história da música e música de câmara.

Silvanio dedicasse também a estudar música barroca, órgão barroco, cravo e forte-piano orientado por Dr. Joyce Lindorff. Além disso, ministra aulas de piano e piano em grupo na Temple University. “Leciono também na Escola Darlington Arts Center e sou diretor musical de Conventry Church of the Brethren e trabalho como Assistente no Taubman Seminar, realizado na Temple Univeristy”.
PRÊMIO
Neste ano, Silvanio Reis recebeu o título “Who’s who among students in American Universities and Colleges”. Esta indicação e dada a alunos que destacam pela qualidade da nota final comparado aos demais estudantes. E um reconhecimento a nível nacional. Reis recebeu esse título pela primeira vez em 2009.

Foi também indicado por seu professor Dr. Charles Abramovic e chefe do departamento de piano da Temple University ao prêmio “Olga Gagliardi Guetto”. Este prêmio e dedicado ao estudante por seu grande desenvolvimento e desempenho como pianista durante o ano letivo de 2015.
No Brasil, Silvanio Reis apresenta em Piracicaba
No evento Silvanio dará um recital de cravo/piano e fará uma palestra sobre histórico pratica da música barroca
No final do mês, o penapolense Silvanio Reis, estará no país para uma série de apresentações no II Encontro Internacional de Pianistas em Piracicaba. O evento será entre os dias 1 a 8 de julho, na Escola de Música de Piracicaba “Maestro Ernst Mahle”. O encontro tem o intuito de trazer ao Brasil pianistas e pedagogos de renome internacional, para o intercambio artístico e pedagógico.

O evento e destinados para estudantes de todas as faixas etárias, professores e pianistas. Além dos convidados, o evento terá recitais, masterclasses, workshops, lecture recitals, palestras e mesa redonda.

As áreas de atuação do encontro serão focadas em Piano Performance, Piano Pedagogia, Piano Wellness Taubman Technique, Piano Collaborative, Opera & Vocal Coaching, Historical Performance Practice Cravo. No evento Silvanio dará um recital de cravo/piano e fará uma palestra sobre histórico pratica da música barroca.

DIOGO PORTUGAL APRESENTA STAND UP EM PENÁPOLIS NO DIA 17

O multifacetado Diogo Portugal apresenta seu mais novo stand-up comedy em Penápolis na próxima terça-feira (17). A apresentação acontece às 20h30 no Clube Penapolense e promete interatividade com o público. 
O stand up “Partiu Portugal” traz observações sobre temas como relacionamento, religiosidade e paternidade, além de piadas curtas sobre assuntos do cotidiano. O comediante adiciona também toques regionais ao texto.
De acordo com o produtor local Eduardo de Jesus Almeida, o humorista inova e testa piadas com o público, diverte a plateia com suas sacadas bem humoradas do dia e fatos atuais, mostrando porque é um dos grandes nomes do humorismo no país, escrevendo, dirigindo e atuando.
O humorista já passou por programas como Zorra Total, onde interpretou Elvisley, o “office boy”, além de ter participado de um concurso de humoristas no programa “Fantástico”, da TV Globo. 
Segundo Almeida, o público que já conhece o humorista pelos seus outros espetáculos Acusticozinho, Hã?!, Senta Pra Rir e Portugal É Aqui; ou pelo programa Fritada (Multishow); sabe que a risada é garantida, pois ele não poupa sagacidade na hora de fazer rir, abordando temas como relacionamento, religiosidade, paternidade, entre outros.
Diogo Portugal também é sucesso na Internet, é um dos humoristas mais vistos na web, com mais de 20 milhões de acesso no site YouTube. Além de suas criações e apresentações, ele também procura e incentiva novos comediantes, sendo o organizador do maior festival de humor da América do Sul, o Risorama, de Curitiba, que terá sua 10º edição este ano. Atualmente na televisão, Diogo apresenta o Fritada no canal Multishow.
Diogo Portugal 
Local: Clube Penapolense
Data: 17/06/2015
Horário: 20:30
Valores: a partir de R$ 40,00
Ingressos à venda na Top vistoria e site www.plisticket.com.br
Classificação Indicativa: não recomendado para menores de 12 anos

INTERNET TORNA-SE GRANDE ALIADA PARA ENCONTRAR A ‘ALMA GÊMEA’

Há três semanas, relatávamos aqui o quão importante e indispensável a internet tornou-se na vida das pessoas. Pois bem, a menos de uma semana para o Dia dos Namorados, conversamos com dois casais que interpretam perfeitamente o amor nos tempos modernos.

A administradora Carolina Zacheu, de 25 anos, é uma dessas histórias – ela estava terminando um relacionamento quando sua amiga, empolgada para mostrar as fotografias de seu namorado com os amigos em Paraguaçu Paulista, região de Presidente Prudente, um nome chamou-lhe a atenção: ‘Vinicius’.

Com o tempo, os dois adicionaram um ao outro na antiga rede social ‘Orkut’ e trocavam mensagens pelo MSN Messenger, segundo programa no mundo de mensagens instantâneas. Mas ela com vergonha de dar um ‘oi’ para Vinicius Tarcio Guedes, 23, pedia para a irmã Bianca, cinco anos mais nova. Esse era com toda certeza os primeiros sinais de amor, até aquele momento virtual.

Com pouco tempo de bate-papo Vinicius acendeu em Carol a possibilidade de namoro. “Eu via algo diferente na Carol, não sabia explicar. Como nunca tinha namorado antes, sabia que com ela poderia ser diferente. Foi quando falei pra ela que um dia seria minha namorada”.

Mas dessa conversa para o dia 13 de agosto de 2011 foram aproximadamente novo meses. Isso deixava Carol mais aflita e ansiosa. Dois meses antes, perto do Dia dos Namorados, ela ligou para Vinicius e confirmou que iria para Paraguaçu Paulista. “Nós tínhamos um trato de que ele viria primeiro a Penápolis, mas se dependesse dele acho que nunca iríamos namorar”, comenta na gargalhada.

Ele um dia antes de Carol chegar tinha uma prova muito importante na faculdade de agronomia. “Lembro-me que meu humor para recepcionar Carol dependia dessa prova, pois, era a última prova do semestre e eu precisava de muito e isso me deixava preocupado, mas, graças a Deus deu tudo certo”, lembra.

Para Carol as mais de quatro horas para chegar em Paraguaçu Paulista com a amiga foi uma eternidade que foi compensado por um fim de semana maravilhoso. Tanto é que ela voltou chorando “de saudades” de Paraguaçu.

“Na volta conversávamos todos os dias. Mas, depois de uma semana ele me deu um gelo, mas nada de me pedir em namoro”, ele completa: “Eu fiquei com medo. A minha ideia era terminar a faculdade e depois pensar num relacionamento para namorar, noivar e casar”.

Exatamente 40 dias depois, contados um a um por Carol, Vinicius veio para Penápolis, mas nada de pedir ela em namoro. “Nós tínhamos tanto carinho um pelo outro que decidi por ele na ‘parede’. Então decide logo se vai namorar comigo, pois, eu não quero empatar sua vida e nem deixar você empatar a minha!”. Assim o namoro foi confirmado. Precisando ser reconfirmado 20 dias depois com o sogro. “Para mim, era uma ansiedade fora do comum, sentar frente a frente com meu sogro. Ele me perguntou: Quer cerveja? Eu logo respondi que não. Mas a Carol me entregou: ‘Na vez que fui para Paraguaçu ele bebeu todas pai’, não sabia o que fazer”. Hoje Vinicius e Carol tem o sogro e a sogra como os seus segundos pais.

Depois de quatro anos, o casal percebe o quanto os aplicativos online ajudou no relacionamento. “Namorar a distância é o menor dos problemas. Nós temos defeitos como todo casal tem. Mas confiança é a base para esse tipo de relacionamento. Além do mais, logo de início sentimos se iria dar certo ou não. Pois, eu tive que dormir na casa dele e ele aqui na minha. Se não déssemos certo com a família um do outro, seria impossível continuar um relacionamento a distância”.

Carol devota de São Antônio acredita em ‘alma gêmea’. “Minha ‘alma gêmea’ podia estar no Japão que Deus iria trazer ele a mim. Mas graças a ele, estava aqui pertinho”. Atualmente estão noivos e empolgados com os preparativos do casório que acontecerá em Assis no dia 13 de agosto de 2016, exatamente cinco anos após o início de namoro.
LUANA E JOÃO
Embalados pela música ‘Logo eu’ de Jorge e Mateus, a penapolense Luana Modesto, 29 anos, conta que quando olhou uma foto de um amigo, viu o ‘gordinho’ no canto – era João Henrique Dias Pedro. A música tocou mais alta: “Eu te vi e já te quis/ Me vi tão feliz/ Um amor que pra mim era sonho”.

De acordo com os amigos João era um dos mais tímidos da turma. “É esse mesmo que era quero, pelo menos não é sem vergonha”. Logo aceitaram-se numa rede social, mas, a Luana persistente mandava um “oi, bom dia” e ele nada de responder. Ou respondia seco em apenas uma palavra “Bom dia”.

Luana trabalhava para uma empresa de Pontal, região de Ribeirão Preto, no qual João era o advogado. “Após trabalhar o dinheiro inteiro, meu ex-chefe melhor amigo de João o chamou na empresa para resolver um probleminha, mas, que na verdade era para me apresentar a Luana”.

No mesmo dia improvisaram um jantar – cachorro quente – e ali conversaram. Mas Luana tinha de ir para Sertãozinho para ficar no hotel. “Lembro que não conversamos numa viagem de 15 km. Ele estava todo tímido no primeiro dia”, comenta.

No segundo dia, João mais tranquilo já foi cavalheiro abrindo a porta do carro, puxou a cadeira na pizzaria. Depois do jantar foi quando rolou o primeiro beijo.
Logo voltou para Penápolis e a distância de 300 km bateu a saudade. “Naquela época não tinha “Whatsapp” e falar no telefone era caro, falávamos direto no Facebook, sendo que o pedido de namoro foi via internet”, lembra com carinho.

Tempos depois a empresa abriu falência e a distância ficou maior, pois, Luana conseguiu emprego na mesma área com sede em Sertãozinho, mas foi trabalhar na filial de Andradina.
“O salário era muito bom, mas a distância tinha aumento. Era bom pra mim, porque morava em Penápolis, mas era difícil para vê-lo. Então resolvi dispensar o emprego e ir morar em Pontal com meu filho. Foi quando nos casamos em março desse ano”.


Luana que foi mãe solteira, tem hoje no João Henrique um exemplo para o Lucas seu filho. “Meu filho, chama ele de pai e ele realmente é um paizão. é muito bom ver o carinho um pelo outro.