fbpx

PITACOS #30 – FRENTE PARLAMENTAR DE JUVENTUDE

Conferência
Na quarta-feira (21), estive em São Paulo para dois importantes compromissos. O primeiro foi na Coordenadoria de Políticas da Juventude, na Secretaria de Esportes, Lazer e Juventude do Estado de São Paulo. Lá participei de mais uma reunião da Comissão Organizadora Estadual que elabora a 3ª Conferência Estadual de Juventude. Ainda não temos datas e nem local definidos, mas, muito em breve traremos mais notícias.
Frente Parlamentar
O segundo compromisso foi à tarde na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. Lá as vossas excelências deputado Caio França (PSB) e a deputada Leci Brandão (PC do B), retomaram as discussões da Frente Parlamentar de Juventude. Na oportunidade, como membro de um Conselho Municipal de Juventude e da articulação estadual do Fórum Paulista de Juventude falei da importância de se efetivar o tão sonhado Conselho Estadual de Juventude, que servirá para discutir nossas aspirações a cerca das políticas públicas de juventude que contemple toda a diversidade dos mais de 10 milhões de jovens paulistas.
Conselhos Municipais
Falei também que neste processo estão os conselhos municipais de juventude que na “ponta” dialoga e constroem juntos com os governos municipais as PPJ´s, Porém precisamos de um trabalho efetivo junto aos prefeitos e prefeitas dos 645 municípios paulistas para que criem e efetivem órgãos de juventude (sejam eles secretarias e coordenadorias de juventude); Conselhos de Juventude; e Fundos Municipais de Juventude.
FPJ
E foi na perspectiva dos Conselhos Municipais, que em 2009, surgiu e assim permanece até hoje o Fórum Paulista de Juventude, como um espaço aberto à discussão, reflexão, formação, proposição e troca de experiências entre os municípios do Estado de São Paulo e de todo país, visando à melhoria da qualidade de vida da juventude paulista.
FPJ II
O Fórum conta com diversos atores como conselheiros municipais, gestores de juventude e jovens dos movimentos sociais. Por isso afirmamos o compromisso com a construção de uma sociedade justa, solidária, democrático-participativa e que respeite as diferenças, colocando o Fórum Paulista de Juventude, a disposição da Frente Parlamentar de Juventude, pois, entendemos que é um importante espaço e quem vem somar na construção das Políticas Públicas de Juventude no Estado de São Paulo.
Festivais
E pelo segundo ano consecutivo, a Secretaria Municipal de Cultura, realiza o “Carlão Rock”, festival que surgiu para substituir o já extinto “Plis Rock”, que por sua vez nasceu para homenagear Carlos Ferreira, popular Carlão, que faleceu em 2008 e foi um dos maiores incentivadores do rock´n´ roll em Penápolis.
Carlão Rock
O “Carlão Rock” será hoje (23), na Praça Nove de Julho, a partir das 17h. Tocarão no festival três bandas de Penápolis – “Banda Don Ramon”. “ADN Rock”, com integrantes também de Campinas e a “Banda Hëllisch”. Já da cidade de Marília vem a “Banda Partido dos Poetas”.
Pethit
E para encerrar o festival sobe ao palco o cantor paulistano Thiago Pethit, que cantará os sucessos do CD ‘Rock’n’Roll Sugar Darling’, que em seu novo trabalho evoca o rock’n’roll clássico, mas provocativo, apropriando-se de sua origem marginal, afetada, sexy e debochada para chegar a canções em que guitarras rockabilly e tambores à la Bo Diddley convivem com batidas eletrônicas, elementos digitais e samples. O show é gratuito e faz parte do Circuito Cultural Paulista, uma parceria entre a Prefeitura de Penápolis e a Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo.
Exposição
E começa hoje, a partir das 20h, no Museu do Sol, a exposição “Terra, Cor e Fogo”, com as artistas penapolenses Ana Franco, Celinha Trindade e Celina Passafaro. As três vão mostrar suas ideias transformadas em objetos de beleza para uso ou para contemplação. A exposição fica até 17 de dezembro.
Estudantes
Na sexta-feira passada, a Câmara Municipal de Penápolis realizou audiência pública para tratar da reorganização das escolas públicas no Estado de São Paulo. Participaram as representantes da Apeoesp Tereza Cristina e da Umesp (União Municipal dos Estudantes Secundaristas de Penápolis), Larissa Gimenes. É de lamentar a ausência do dirigente regional de ensino Lucinei Aparecido Euzébio – que sequer enviou representante em seu lugar, mostrando claramente que a posição do Estado é unilateral, impositiva e truculenta. Na terça-feira, parte da Umesp foi até São Paulo protestar contra a reorganização.
Alguma sugestão, crítica ou elogio mande para ricardo@ricardofaria.com.br. E acesse: www.ricardofaria.com.br

ANA FRANCO TRANSFORMA SUAS IDEIAS EM OBJETOS DE BELEZA

Suas obras de artes estão espalhadas pelo mundo – Austrália, Espanha, Estados Unidos, México, Argentina e Reino Unido
Eduardo Simão/ Penapolitanos
Ana produz as peças em diversas plataformas como em papel, tela, chacote, cerâmica, vidros, porcelanas ou faiança no ateliê instalado em sua casa
Com um olhar bastante peculiar sobre a vida e as pessoas, a artista Ana Franco, com 62 anos, está sem dúvida em um de seus melhores momentos artísticos. Ela, após aposentar-se, ao invés de parar e naturalmente descansar, preferiu investir seu tempo em mais e mais pesquisas que pudesse de alguma forma melhorar ainda mais seus trabalhos. 
Formada em Educação Artística pela Funepe (Fundação Educacional de Penápolis), em 1977, Ana entende que a formação acadêmica foi fundamental para a artista que é hoje. 
“A minha formação em artes teve um embasamento teórico muito bom, o que me possibilitou na prática conhecer outras técnicas com diversos artesões e aproveitar ao máximo cada conhecimento. Se eu não tivesse essa prévia com toda certeza teria sido muito mais dificultoso, pois, não conseguiria assimilar e traduzir no meu olhar”, comenta. 
Ana Franco define-se com um gosto bastante eclético, mas sem estilos definidos. “Prefiro transitar sempre em diversas plataformas seja ela de papel, em tela, chacote, cerâmica, vidros, porcelanas ou faiança”. 
Quando criança já tinha seus papéis em mãos, pintando sempre que via pela frente. Já na adolescência sonhava em ser artista plástica. 
“Em casa nunca vivemos da arte, mas estava muito presente em tudo que fazíamos – sempre fomos muito estimulados. Meu pai [Benedito Pereira] era músico, trocava trompete divinamente então naturalmente fomos levados a gostar de arte”, lembra. 
Quando criança já tinha seus papéis em mãos, pintando sempre que via pela frente. Já na adolescência sonhava em ser artista plástica
Tanto é, que a música está presente no processo de construção de suas peças. “Eu coloco música para trabalhar. Eu sou muito eclética com música também. Para trabalhar prefiro os autores que prioriza a melodia como na MPB e no Jazz. Gosto também da música instrumental – quando ouço os mais agudos, de fundo, a movimentação dos sons, você imagina e descreve uma maravilhosa história”. 
Outra coisa que ajuda Ana Franco no momento de suas criações é a paisagem verde presente em seu quintal. “Eu não fico sem jardim, sai de uma casa no centro e vim pra essa porque tem quintal. Eu gosto da terra, preciso ter paisagem. O jardim foi eu quem fiz, se eu não tiver um pouco de verde eu fico sufocada, pois, além do mais aqui na nossa região não conseguimos ver a linha do horizonte”. 
Suas obras de artes estão espalhadas pelo mundo – Austrália, Espanha, Estados Unidos, México, Argentina e Reino Unido são alguns dos países que possuem alguma peça de Ana Franco. 
CONHECIMENTO
Assim que Ana Franco saiu da faculdade foi lecionar no Colégio Educandário Coração de Maria; nas escolas públicas como Adelino Peters, Casa da Amizade e Marcos Trench, além de ministrar aulas também na Funepe. Com isso, teve que desacelerar suas criações, mas, não deixou de aprender. 
“O trabalho em sala de aula é muito enriquecedor para o trabalho da gente. O aluno traz ideias que ele nem imagina. Vamos com uma proposta e ele vem como uma respostas que a gente não tinha pensado anteriormente”, comenta. 
Saiu da sala de aula para assumir a responsabilidade de ajudar a construir o acervo do Museu Histórico e Pedagógico “Memorialista Gláucia Maria de Castilho Muçouçah Brandão”, anteriormente denominado “Fernão Dias Paes”. 
“Trabalhei por mais de 15 anos como diretora do museu. Naquela época chegamos realizar mais de 19 eventos em um único ano. Diversas exposições itinerantes vinham para Penápolis e nós fazíamos parceria com a Galeria Itaú e com a Caixa Federal para expormos em seus espaços. O que me marcou também foi alguns ciclos de debate sobre diversos temas – um deles era a ‘mãe trabalhadora’ onde convidamos psicólogos, sociólogos, delegada da mulher para falarmos sobre o assunto e também a ‘A Influência da mídia no comportamento social’, quando trouxemos o diretor da TV Tem de Araçatuba. Até que veio o processo de municipalização e eu voltei a lecionar”. 

Artista participará da exposição “Terra Cor Fogo” no Museu do Sol

Ana Franco irá expor porcelanas e faianças pintadas num processo que envolve intervenção de pigmentos secos que aglutinados se transformam através do fogo em vitrificador
No próximo dia 23 de outubro, a partir das 20h, no Museu do Sol, a artista Ana Franco fará parte da exposição “Terra Cor Fogo”, com outras duas grandes artistas penapolenses – Celinha Trindade e Celina Passafaro.  
Elas há décadas se dedicam a transformar ideias em objetos de beleza para uso ou contemplação, tanto é, que Celinha e Ana vão mostrar porcelanas e faianças pintadas em suas respectivas oficinas, num processo que envolve peças industrializadas. Através de intervenção utilizam pigmentos secos que aglutinados se transformam através do fogo, em vitrificador. 
Já Celina Passafaro transforma o barro em objetos utilitários ou escultóricos num primeiro momento. Através da queima fixa a forma, esmalta com pigmentos de várias colorações e, novamente, vai ao forno para vitrificar a peça.
As expositoras, todas com formação artística, têm produção expressiva, fator que permite neste momento do 107º aniversário da cidade de Penápolis exibir suas produções. (Com informações do Museu do Sol)
Fotos: Eduardo Simão/Penapolitanos 

PENAPOLENSES SE DESTACAM NA LITERATURA DESCREVENDO SENTIMENTOS, ANGÚSTIAS OU MOSTRANDO SUA CONDIÇÃO ALBINA

Juliana Costa, Roberto Rillo Bíscaro e Marcos Serafim são alguns dos desbravadores que ousaram escrever e transformá-los em livros

O que seria a humanidade sem livro? Ou sem escritor? Será que sem eles teríamos relatos importantíssimos sobre a história da humanidade?  Os escritores sem dúvida alguma tem a capacidade de expressar em palavras os seus sentimentos, as suas angústias, bem como, sua completa falta de habilidade para concordar com o que está posto dentro da sociedade. 
Nos mais longínquos lugares do mundo nós encontraríamos com toda certeza algum escritor. Mas não precisamos rodar o mundo para falar com um deles – temos eles aqui, perto de nós, nesta terra de Maria Chica que acolheu Cora Coralina acolheu também Juliana Costa, Roberto Rillo Bíscaro e Marcos Serafim. 
Eles são alguns dos desbravadores que ousaram escrever e transformá-los em livros o que havia de melhor das suas neuras, das suas angústias ou simplesmente se despir de todas as vaidades e lançar um livro autobiográfico. 
Não é à toa que o poeta paulistano Mário de Andrade resume perfeitamente a arte de escrever. “Escrevo sem pensar, tudo o que o meu inconsciente grita. Penso depois: não só para corrigir, mas para justificar o que escrevi”. 
A escritora Juliana Costa comenta que escreve desde muito criança. “Adorava inventar histórias e passá-las para o papel. As lembranças mais antigas que tenho escrevendo é com 12 para 13 anos, quando escrevia fanfictions sobre Arquivo X, um seriado que eu era muito fã”. 
Juliana diz que é uma aficionada por livros e sempre tinha, aliás, tem até um livro em sua cabeceira. 
“Sempre li muito, até hoje, é uma grande paixão e sempre fiquei indignada com o fim das histórias, nem sempre serem como eu gostaria que fosse, então acho que isso me induziu a começar a escrever histórias com o fim que eu queria”. 
Ela comenta ainda que com a adolescência vieram os dilemas, as dúvidas e as paixões, descobrindo o mundo dos poemas. “Era a forma que eu tinha de me expressar, desabafar e gritar para o mundo o que eu queria, mas, em metáforas para, ao mesmo tempo, só eu entender. Desde então nunca parei de escrever”. 
No início de 2013, ela resolver lançar um livro pela editora Clube de Autores, publicação por demanda, com poesias escritas de 2007 até 2013. Porém, o valor de R$ 42 inviabilizou o seu sonho e as vendas foram baixíssima.
“Já passaram-se dois anos e recentemente, com novos poemas escritos, decidi relançá-lo com o mesmo título, “Retalhos de Tinta”, com todos os poemas daquele primeiro mais os novos, só que dessa vez com publicação caseira, assim barateou bastante e cada livro sai por R$ 10,00. O lucro é simbólico mas meu objetivo é divulgar mesmo meus escritos”. 
Autobiográfico
Para o professor e blogueiro Roberto Rillo Bíscaro, escrever para ele está totalmente ligado a sua condição de ser albino e o trabalho que ele desenvolve a frente de seu blog “Albino Incoerente”. 
“Na verdade o que eu tenho escrito é minha autobiografia, que foi uma continuação do trabalho do blog, mas também uma necessidade interna e emocional de colocar as coisas e a minha história de vida em perspectiva. Na verdade escrever pra mim foi rearranjar a história pessoal e colocar fatos e procurar uma certa ordem, dentro da minha história pessoal de superação, isso na verdade é o que m motivou a escrever”. 
Ele comenta que o livro “Escolhi ser Albino”, escrito em 2011, demorou pelo menos um ano para ser elaborado. “Eu escrevi uma versão, li e achei uma versão ruim até por ter formação em literatura, então não fiquei nada contente com ela e ai comecei a escrever de novo. Foi um processo bastante bom no sentido emocional, porque foi uma viagem ao passado pessoal e familiar, sendo que cada parte, capa capitulo eu tinha uma viagem interna, lançando novos olhares para fatos que havia acontecido”. 
Poesia 
Já para o poeta Marcos Serafim, a literatura entrou na sua vida aos onze anos, quando ganhou um  caderno de anotações da sua irmã.  “Foi ali que comecei a escrever o que pensava e o que sentia. Eu fui escrevendo um caderno após outro, ainda os tenho guardados. São escritos com coisas minhas e adaptações de coisas que me tocavam, principalmente a música. E em certo ponto percebi que estava escrevendo prosas poéticas”. 
Marcos possui sete livros publicados, mas lembra com carinho do primeiro “Em meu Jardim Secreto…”, lançado em 2010 na biblioteca municipal. “Reuni nele alguns textos escritos, escrevi novos. Já os livros seguintes seriam poemas, não mais prosas poéticas”. 
Para ele escrever independente com que estiver a mão quando a inspiração vem. Segundo ele não é uma escolha escrever, sendo que, qualquer coisa pode desencadear essa vontade.
“Eu materializo algo que não cabe mais na alma, ou no campo nos sentimentos, e precisa ser materializado, posto para fora. É a forma que tenho de expressar mais intimamente, mesmo que metaforicamente, algo que está dentro de mim, e sente a necessidade de não estar mais. Não escrevi por escrever. Tudo o que fiz veio de algo real, algum acontecimento ou sensação vivido. Quando alguma experiência toca a alma, eu coloco isso no papel, ou na tela [do computador]”. 
Marcos Serafim escreveu também “Alma à tona” de 2012, “Mais de mil palavras – a poesia da imagem” de 2012, “Nuvens de Janeiro” de 2013 “Chiaroscuro” de 2014, “Ex-voto” de 2014, “Tempos Inversos” de 2015. 

PITACOS #29 – ELEIÇÃO DO CONSELHO TUTELAR

Controle Social
Muitas pessoas que me acompanham sabem que sou um apaixonado por controle social. Não é à toa que participo de três conselhos simultaneamente – Conselho Gestor de Saneamento Ambiental do DAEP (Departamento Autônomo de Água e Esgoto de Penápolis), do Conselho Municipal de Juventude e do Conselho Municipal de Cultura – pois penso que fortalecendo os conselhos, fortaleceremos a participação cidadã nas decisões políticas do governo, independente de qualquer esfera seja ela.
Conselho Tutelar
Por isso mesmo que me coloquei a disposição da sociedade para disputar a uma vaga do Conselho Tutelar de Penápolis. Afinal de contas é um dos maiores espaços de decisão quanto a política pública para crianças e adolescentes do país. Durante o processo (que foi longo), pois, tiveram as inscrições e suas homologações, período de impugnações, curso preparatório, campanha e eleições; aprendi muito com diversos atores que promovem as políticas sociais da cidade.
Conselheiras
E no último dia 4 de outubro finalmente conhecemos as quatro novas conselheiras do Conselho Tutelar de Penápolis para o quadriênio 2016 a 2019. Quero parabenizar a Aline Castro Lortscher Rahal com 675 votos; Vânia Aparecida de Brito Santino com 666 votos; Ruth Pereira Dias com 534 votos; Cleuza Dos Santos Araújo com 526 votos e Denise Fabiano Mian Pinto com 520 votos, que terão a incumbência primordial de ajudar na proteção integral de nossos pequenos e pequenas penapolenses.
Ponto Positivo
Não poderia deixar de parabenizar o CMDCA (Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente), na figura de sua presidente Marlene Nascimento e o Ministério Público do Estado de São Paulo, na figura do promotor de justiça João Paulo Serra Dantas, que organizaram e fiscalizaram respectivamente todo o processo da eleição do Conselho Tutelar. Foi sem dúvida muito bem organizada.
Ponto Negativo
Por outro lado e principalmente nos bastidores do processo de escolha pudemos acompanhar o que tem de mais perverso e mais sujo na política brasileira. Ora era dirigente partidário colocando o poder econômico em cima da mesa para negociar parceria, ora era dirigente partidário dizendo claramente que decidiu em reuniões do partido em quem apoiar. Não é à toa que vimos durante a eleição diversos cabos eleitorais travestidos de “amigos”. Tanto é que no final desse pleito o MP irá investigar possível transporte de eleitores. Será este a prévia para as eleições municipais de 2016?
São Francisco
Nosso amigo e articulista do INTERIOR aos domingos, Olmair Perez Rillo, expôs segunda-feira na Câmara de Vereadores, a sua preocupação quanto à destruição e deterioração do monumento de São Francisco no trevo da bandeira, construído pelo artista plástico Reinaldo Munhoz Morás. Ele deseja que o monumento seja retirado de lá e colocado do Museu de São Francisco, atualmente instalado na 1ª Casa de Penápolis. O que você acha disso?
Exposição
A Sokka Gakkai Internacional, uma ONG filiada a Nações Unidas, trará para Penápolis, nos próximos dias 16 a 25 de outubro, a exposição “Sementes da Esperança” – que traz como mensagem principal “Começa com você”, mostrando a relação saudável entre o ser humano e a natureza, embasando sempre na educação humanística “Aprender, Refletir e Empoderar”.  A exposição será no Penápolis Garden Shopping.
Reorganização
O estado de São Paulo anunciou semana passada que irá promover uma reorganização nas escolas públicas estaduais, deixando algumas escolas com apenas um ciclo escolar, isto é, ou os anos finais do ensino fundamental (6º ao 9º ano) e/ou ensino médio. Em Penápolis, as unidades escolhidas para essa mudança será o Adelino Peters, Dr. Carlos Sampaio Filho, Yone Dias de Aguiar e Luiza Maria Bernardes Nory.
Mobilização
Professores e alunos, no entanto, não querem a reorganização por entender que não haveria ganho pedagógico nenhum, além de aumentar a distância da casa a escola, dependendo da unidade. Alguns professores entregaram panfletos no centro da cidade e usaram a tribuna da câmara de vereadores para reivindicar ajuda da sociedade e dos políticos para que não haja essa mudança. E os alunos promoveram na quarta-feira uma passeata nas ruas da cidade e terminaram na Diretoria de Ensino. A movimentação está dando resultado, pois, a Câmara aprovou na última sessão uma audiência pública para discutir o tema. Qual a sua opinião sobre isso?
Outubro Rosa
E o Blog do Faria pelo segundo ano consecutivo aderiu à campanha Outubro Rosa. Em 2015, o lema é “Mulherada, se toca”, fazendo alusão ao autoexame que a mulher deve fazer. O câncer da mama é o segundo tipo de câncer mais frequente no mundo e o mais comum entre as mulheres, respondendo por 22% dos casos novos a cada ano. A maior incidência dos casos ocorre na região sudeste, sendo que esta taxa é de 64.54 casos/100mil mulheres. Essas incidências são decorrentes de quanto maior o desenvolvimento da região maior a incidência de câncer de mama, refletindo uma sociedade mais industrializada com consumo cada vez maior de uma alimentação inadequada, excesso de peso e talvez estresse.
Casa de Apoio
Falando em câncer, o presidente da Associação Casa de Apoio de Penápolis em Barretos, Valdenez de Campos Caputo, carinhosamente chamado de Chiquinho, esteve na Câmara Municipal explicando o funcionamento da Casa de Apoio que funciona como dormitório para os pacientes oncológicos do Hospital de Câncer de Barretos. Ele destacou que a casa está sendo mantida com o dinheiro arrecadado no último show de prêmios que a entidade realizou, sem nenhum aporte financeiro da prefeitura de Penápolis. A entidade recebe em regime rotativo mais de 100 pacientes por mês.
Jurídico
E o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo concedeu liminar ao Procurador Geral do Estado da Ação Direta de Inconstitucionalidade quanto às expressões de Procurador Geral do Município, Diretor Presidente da Emurpe, Diretor Presidente do DAEP, Coordenador Pedagógico, Recepcionista de Gabinete, Secretário de Prefeito e Tesoureiro. Sendo que o relator Borelli Thomaz ressaltou que as funções de recepcionista, secretário e tesoureiro são meramente administrativos e burocráticos nem devendo ter relação de confiança. Já o de Procurador Geral do Município o colegiado entende ser de livre nomeação do prefeito, porém, entre os advogados de carreira.
Alguma sugestão, crítica ou elogio mande para ricardo@ricardofaria.com.br. E acesse: www.ricardofaria.com.br 

apoie o jornalismo independente