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IMPRESSÕES SOBRE A ASSEMBLEIA DOS SERVIDORES

Tive a oportunidade de participar das últimas três assembleias dos servidores e vi que a categoria está unida, principalmente, pelo belíssimo trabalho do Anderson Batata a frente do Sindicato dos Servidores Municipais de Penápolis.

1] Ele conduziu com maturidade a assembleia, dando a oportunidade tanto para os servidores questionarem o prefeito Célio de Oliveira, quanto para o próprio prefeito em respondê-las.

2] Durante a votação os funcionários públicos decidiram por rejeitar aumento de apenas R$ 20 no vale-alimentação, visto que, a administração não concedeu reposição salarial.

3] O que mais me impressionou foi ver secretários/ servidores públicos de carreira com vergonha em votar a proposta do prefeito. Apenas um levantou o braço com comprometimento. Outra timidamente a “meio mastro” [somente para confirmar depois que ergueu. Já outro nem levantou. Será que esses dois últimos estão comprometidos com administração ou simplesmente estão na função por pura conveniência/

Ao final, ficou acertado nova assembleia nesta quinta-feira. Qual será a postura dos secretários/servidores?

Encontro Folha de Jornalismo – Abertura

Lembro-me quando criança, esperava diariamente mais uma edição da Folha de São Paulo chegar em minha casa. Isso começou a aconteceu quando incentivado por meu irmão Alessandro minha mãe Joana assinou e por muitos anos o maior jornal do país. Sinceramente não sei se isso me ajudou a escolher minha profissão, mas, com certeza me influenciou nas primeiras leituras [com a folhinha] e principalmente, na arte de escrever.

Pois é! Ao celebrar os 95 anos de fundação, a Folha de São Paulo, promoveu na quinta (18) e sexta-feira (19), o Encontro Folha de Jornalismo. Foram sem dúvidas oito mesas que discutiram profundamente os rumos dos jornalismo, principalmente, o impresso na era digital.

Logo na abertura do evento, em seu discurso, o diretor de redação Otávio Frias Filho, lembrou que os jornalismo vive um profundo paradoxo, pontuado perfeitamente dois pontos que o jornalismo impresso vivem atualmente. O digital e sua transformação tecnológica e a sustentação financeira do jornalismo.

Em seu primeiro ponto, Otávio comenta sobre a era da comunicação digital, onde diversas organizações e movimentos criam seus próprios meios de distribuição das informações causando quase que instantaneamente diversas interpretações do fato. E para propor uma separação do que é proposto por essas organizações [muitas das vezes parciais], das grandes mídias – chamam as empresas de ‘jornalismo profissional’. Isto é, um periódico do mundo, abrangente, isento e confiável.

Já no segundo ponto, ele lembra que há um promissor caminho com o aumento de assinaturas digitais, mas, que a publicidade [um dos principais pilares de sustentação econômica do jornalismo profissional] ainda é muito problemático. O que fará que muitos jornais reinvente para sobreviver nesta selva.

No final de seu discurso, Otávio Frias Filho citou seu pai Octávio Frias de Oliveira, que gostava muito de provérbios. Em um deles dizia: “Where there is a will, there is a way” –onde houver uma vontade, há um caminho.

Portanto, não só a Folha de São Paulo, mas, todos os jornais impressos desse país deverá buscar novos caminhos, novos horizontes, enquanto ainda houver vontade. Nós próximos dias farei resumo das mesas de debate.

LEIA A ÍNTEGRA DO DISCURSO

Senhoras e Senhores, Prezados Expositores e Convidados, Caros Colegas:

O jornalismo vive um profundo paradoxo. Nunca se divulgou nem se leu tanta notícia como hoje. Uma série de veículos surgiu ou se espraiou pelas novas plataformas de comunicação. Uma imensidade de novos leitores se acrescentou ao leitorado tradicional. As redes sociais se tornaram uma ampla câmara de ressonância e debate sobre o que é publicado nos próprios meios jornalísticos.

Essa diversidade tem sido benéfica para o público. Variantes de jornalismo comunitário, militante, autoral e até de entretenimento contribuem para a pluralidade de ângulos. Mas são parciais.

Não podem nem pretendem reproduzir a referência do jornalismo profissional, que procura fazer um resumo periódico do mundo, resumo sempre precário, mas tão abrangente, isento e confiável quanto possível –e tendo boas razões de mercado para se empenhar em perseguir esse ideal.

Por outro lado, e daí o paradoxo, os pilares de sustentação econômica do jornalismo foram abalados pela transformação tecnológica. Bom jornalismo é atividade dispendiosa. Embora exista um público muito promissor disposto a remunerar o trabalho jornalístico na forma de assinatura digital, a perspectiva publicitária nesse campo tem se mostrado mais problemática.

A equação econômica que permita sustentar o jornalismo como serviço independente e criterioso, movido pelo espírito público, ainda está por ser solucionada. Este será, com certeza, um dos temas neste encontro.

Mas os avanços na escolaridade e o próprio aumento da classe média em escala mundial são motivo para confiança. Preparam, por assim dizer, a demanda, um leitorado cada vez mais numeroso e com mais discernimento.

Dada a qualificação dos participantes, é certo que as discussões de hoje e amanhã vão propiciar uma troca de experiências preciosa sobre os caminhos da profissão. Vão iluminar também a tempestade de crises –econômica, política e por assim dizer judicial– que se desatou sobre o Brasil.

Em nome da Folha de S. Paulo, agradeço a presença de cada um de vocês e em especial dos debatedores que em breve estarão expondo os seus pontos de vista aqui. Não é todo dia que um jornal faz 95 anos, e será o caso de estender –a data é amanhã, 19 de fevereiro– esse agradecimento aos que fizeram da Folha o núcleo de um grupo de comunicações que tanto cresceu e se multiplicou.

Aos que fizeram desse jornal um serviço público, um estilo de imprensa e até um ícone. Aos profissionais que trabalharam e trabalham nesse empenho coletivo. Aos anunciantes, fornecedores, parceiros, clientes, colunistas, aos leitores.

Nossa celebração é austera, esta introdução deve ser breve. A melhor resposta a este período de dificuldades e desafios me parece estar naquele provérbio inglês que Octavio Frias de Oliveira, que conduziu e inspirou este empreendimento durante décadas (e que gostava de provérbios), costumava citar.

“Where there is a will, there is a way” –onde houver uma vontade, há um caminho. Parabéns. Muito obrigado.

PITACOS #38 – DE OLHOS BEM ABERTOS E O FUTURO DO JORNALISMO

Corrida
Não é novidade para ninguém que em ano eleitoral, os políticos transformam-se em os melhores e mais bem intencionados agentes transformadores da sociedade. Entretanto, muitos deles passam quatro anos de mandato como verdadeiros parasitas, fingindo que trabalham e nós ‘o povo’ fingindo que não estamos de olho.

Municipal
O engraçado é que os políticos penapolenses, principalmente, do legislativo, acreditam veementemente que estão numa ilha. Isto porque adoram usar como exemplos políticos em esferas estaduais e federal para falar de corrupção. Mas, e o fato de sequer averiguar os fatos contundentes contra um vereador, o mesmo sendo arquivado sem a devida atenção, simplesmente, porque seu partido é uma das maiores bancada do legislativo?

Prova
Chegou-nos a informação, que o vereador em sua defesa para o Ministério Público do Estado de São Paulo, alegou ter banco de horas na prefeitura e o mesmo utiliza para realizar suas viagens pela Câmara Municipal. Mas, sabemos que na Prefeitura de Penápolis não é instituído o banco de horas. Então como o vereador se utiliza de uma prática ilegal?

Servidores
Não é à toa que muitos desses políticos que sequer sabem onde fica ou pelo menos fingem que não sabe, tornam-se os grandes defensores dos servidores públicos municipais. Em época de reajuste salarial todos querem aparecer ‘bem na foto’. Mas, a verdade é, o prefeito Célio de Oliveira [PSDB] é impedido por lei de conceder aumento real e nem acima do repasse inflacionário que este deverá ser de 11,27%. Mesmo assim tem vereador pedindo em tribuna aumento real. É uma falta de conhecimento das leis que regem esse país, viu!?

Santa Casa
Para capitanear politicamente, o vereador e presidente da Câmara de Penápolis, Alexandre Gil de Mello [PT], ao utilizar o pequeno expediente falou sobre o possível fechamento da maternidade da Santa Casa de Misericórdia de Penápolis, o que não é verdade. Pois, no dia seguinte conversei com a administradora do hospital, Renata Vidal e ela me explicou que houve um curto circuito na ala e agora estão fazendo os reparos. Já as mamães foram todas para a ala particular. Somente de junho a dezembro do ano passado foram 421 bebês que nasceram na Santa Casa.

Cargos
Há uma grande falta de entendimento por parte da população quanto a regularização dos cargos de Presidente do Daep (Departamento Autônomo de Água e Esgoto de Penápolis); Presidente da Emurpe (Empresa Municipal de Urbanização de Penápolis) e; a Criação da Secretaria de Negócios Jurídicos, pois, os dois primeiros não foram extintos pela justiça e sim que a prefeitura regularizassem as atribuições de cada função.

Secretaria
Já a secretaria, guardadas as devidas proporções, é o Ministério da Justiça, enquanto que os procuradores concursados seria a Advocacia Geral do Município. Isso é são bem parecidos, mas, o primeiro tem a função mais política e a segunda puramente técnica das prerrogativas do direito.

Itinerante
A ideia do projeto “Câmara Itinerante” é interessante pelo fato de descentralizar as ações do legislativo. Mas, colocar na justificativa que o acesso da população é um dos principais objetivos do projeto é um tanto incoerente. Visto que, por mais que a cidade ‘cresça em passos largos’ ainda tem como vir ao centro da cidade. Como um amigo me disse: “A distante da população com a ‘casa do povo’ não é física, é moral”. Afinal de contas, quem sente-se representado numa câmara que arquiva denúncias contra um de seus pares?

Jornalismo
Com o apoio do meu querido amigo, Gilson Ramos, estou desde ontem em São Paulo para participar do Encontro Folha de Jornalismo, promovido pela Folha de São Paulo em celebração aos 95 anos de fundação de um dos principais jornais do país. Aqui tive a oportunidade de escutar em diversas mesas redondas, ícone como Eugênio Bucci, Clóvis Rossi, Lúcio Flávio Pinto, Fernanda Torres, Luís Fernando Veríssimo e Ruy Castro e sensacional.

Jornalismo II
E o que mais se falou foi a reinvenção do jornalismo impresso, principalmente, em meio a essa avalanche de informação que é a internet, onde o que é factual agora torna-se obsoleto daqui duas horas. E o impresso trabalha sempre com o que eles disseram ‘informação 0’ – algo que estamos dizendo, mas, que todo mundo [por causa] da internet já sabem. Infelizmente o jornalismo impresso não corre mais riscos, pelo simples fato de querer acertar. Não é à toa que vimos nos jornais de circulação nacional, mas, também nos locais [como o nosso] praticamente a mesma manchete. O jornalista Leão Serva explica que nós temos que correr o risco e levar aos nossos leitores, mais do que uma notícia factual e sim algo relevante e que agrega informação. Na próxima coluna [daqui quinze dias] falarei mais sobre o encontro.

Alguma sugestão, crítica ou elogio mande para ricardo@ricardofaria.com.br. E acesse: www.ricardofaria.com.br

LAÉRCIO BURANELLO: DAS QUADRAS PENAPOLENSES A TÍTULOS NA EUROPA

Laércio webA força do destino fez com que Laércio Buranello, hoje com 33 anos, se tornasse em pouco tempo, um dos principais goleiros de Penápolis – ganhando diversos títulos no campo e no futsal. “Eu não escolhi ser goleiro, a oportunidade entrou em minha vida, pois, na época jogava na linha. Mas, durante um jogo o nosso goleiro se lesionou e o secretário de esportes do Clube Penapolense na época, Odilon, perguntou quem gostaria de ir pro gol e timidamente levantei a mão e fui e nunca mais sai. Vamos dizer que foi um dom de Deus, pois, eu levava jeito para isso”, comenta.
Não é à toa que logo seu talento debaixo das traves fora reconhecido por todos aqueles que o viam jogando, tanto no campo, como futsal – sendo que um desses títulos marcou a carreira de Laércio.

“Um dos títulos que sempre me vem à cabeça, foi o ano que ganhei o Cobrinhas e o Cobras no mesmo ano, pois, só tive o tempo de trocar a camisa de goleiro e voltar para quadra. Guardo com carinho esses dois títulos”.
Ele explica que estes momentos aqui na terra de Maria Chica foram fundamentais para que pudesse alçar voos maiores como atleta.

“Tive muitas pessoas que me ajudaram a levar isso como profissão, principalmente, porque eu era menino complicado. Foram treinadores do Clube [Penapolense] como Kito, do laboratório como Maurílio e Guinho; ou da Codispan como Ademir, Paulinho e em especial pessoas como o Mirim e a Dona Tudinha, Carioca, Nei Passari, Denílson, Cesinha, Vinicius e o Donato e no futsal como o Paulinho e o Rogério, que fizeram parte e me proporcionaram uma grande mudança em minha vida. Além disso, a minha família sempre me ajudou e me deu suporte e torceram por mim e sempre me motivando a tudo isso”, lembra.

Profissão
Aos 15 anos, Laércio escolheu seguir seu sonho de jogar futebol de campo e foi parar no Botafogo de Ribeirão Preto. “Joguei por um tempo nas categorias de base do Botafogo e depois passei por várias outras equipes, mas, nunca deu certo. Então fui para o futsal e passei por diversas equipes aqui no Brasil”.

Entre as equipes estão o Corinthians de Araçatuba, São José Futsal, Rio Preto Futsal, Sertãozinho, Minas Tênis, Jaboticabal, Espírito Santo do Pinhal e Araçariguama. “Infelizmente não cheguei ganhar título de expressão com essas equipes, mas, em prêmios individuais ganhei dois tênis de ouro. Um do Paulista Interior e outro da Série Prata como melhor goleiro da competição”.

Bélgica
Após jogar por diversos clubes no país, ele foi convidado para jogar na Bélgica, país localizada na Europa Ocidental. “Minha passagem por lá foi coroada com muitos títulos. Em todas as duas equipes que passei, em dois anos e meio, conquistei títulos. No ano que cheguei, tínhamos uma equipe que não era cotada para ser campeã, inclusive perdemos o primeiro jogo da final por 3 a 1 mas no segundo jogo, goleamos o adversário na casa deles por 7 a 1. Neste tempos me tornei bicampeão belga e tricampeão da Copa Belga”.

Depois da Bélgica, Laércio teve passagem pelo Azerbaijão e jogando lá, defendeu as cores da seleção local. “Na época o presidente me fez o convite para participar da seleção e acabei aceitando esse desafio.

Jogou também o Mundial de Clubes pelo Ah Draffa do Emirados Árabes. “Ficamos em terceiro lugar. Conseguimos o objetivo da equipe pois montaram a equipe uma semana antes do campeonato e perdemos para o Kairat e o Atlântico de Erechim., que já vinham durante muito tempo se preparando para isso”.

Casa
GoleiroAgora Laércio Buranello está de volta ao país para ficar mais próximo da família. Atualmente ele reside em Avaré, cidade de sua esposa e lá está trabalhando com fisioterapia. “No momento estou trabalhando como fisioterapeuta e jogando campeonatos extra oficiais e trabalhando com futsal aqui cidade de Avaré. Além disso, também voltei a estudar e agora estou fazendo o curso de educação física”.

Mas, ele não deixa de voltar a Penápolis para rever familiares e amigos. “Quem bebe água da Maria Chica volta né? Amo Penápolis, meus país são daí é sempre que posso eu vou aí e tenho uma enorme saudades da cidade”.

Antes de encontrar um novo clube, Laércio luta para que o futsal possa crescer, tendo estruturas em equipes não só nas profissionais, mas, também nas categorias de base para que o futuro do esporte seja garantido.
“Precisamos de uma mudança. Tornar o esporte mais profissional, pois, temos poucos clubes que agem com honestidade com os atletas. Precisamos de um mercado com compra e venda de jogadores, como há no campo. senão desta forma há cada ano o nosso esporte morre um pouco”.

PITACOS #37 – ANO ELEITORAL COMEÇOU!

Start
O ano eleitoral começou! E ela iniciou na última segunda-feira (1º), na Câmara Municipal de Penápolis com a presença do prefeito Célio de Oliveira [PSDB] visitando o legislativo para apresentar as conquistas do ano de 2015 e responder sobre questionamentos dos vereadores quanto aos serviços e projetos realizados pela administração pública. Mas, foi tomado por dois grupos de movimento social capitaneada pelo assessor parlamentar do deputado estadual Carlos Neder [PT], Eduardo Cunha, que até puxou grito de ordem.

Questionamentos
Os grupos são os “Sem Teto” que discutem as questões relacionadas à moradia e os “Sem Terra”, as questões da reforma agrária. Ambas são lideradas pelo assessor parlamentar que visivelmente comandava as ações coordenadas pelo grupo – que exigiam naquele momento respostas para os específicos questionamentos do movimento.

Respostas
O prefeito Célio de Oliveira comentou, inclusive, olhando para um dos líderes do movimento que nunca tinha se furtado em conversar sobre as demandas do grupo, mas, aquele momento era importante discutir outras questões, tão ou mais importantes, como a Saúde, Educação e criação de Postos de Trabalho. Ao final, o prefeito saiu abraçado com pessoas ligadas ao movimento e já fora da Câmara se comprometeu a encontrar novamente o grupo na tarde de hoje.

Fraqueza
Quando o movimento saiu das galerias da Câmara Municipal e voltou com gritos de ordem, o presidente da Câmara, Alexandre Gil [PT], ao tentar conter a manifestação, tentou encerrar a participação do prefeito Célio de Oliveira, que foi logo rebatido pelos vereadores que ainda não tinham falado. Isso criou um mal estar, mostrando a fraqueza da presidência nestes momentos de tensão. Escrevo isso, pois, em uma das audiências públicas sobre a municipalização do trânsito, o presidente chamou a polícia para meia dúzia de cidadãos que estavam na galeria acompanhando os trabalhos – isso que eles [os cidadãos] estavam querendo sugerir propostas. Imagina se estivessem querendo tumultuar como fez os movimentos. Mas, como era no mesmo grupo político…

Tribuna
Tive a oportunidade de também usar a tribuna e expor um problema crônico que os moradores da Vila Perez e Vila Mateus enfrentam todos os dias, há alguns anos. O Muro do cemitério subindo a Rua Elesbão parece uma verdadeira ‘Faixa de Gaza’ depois de bombardeio. O muro está totalmente destruído, árvores, mato alto e lixo tomam conta das calçadas quebradas. Só melhora o visual quando a equipe da prefeitura, em época de finados, faz uma faxina e deixa ‘bonitinho’. Nós [os moradores], queremos a reforma desse espaço.

Líder
Quando o vereador Caíque Rossi [PSD], algumas pessoas davam por certo que ele ‘tomaria’ o posto do Rodolfo Valadão [PROS] e assumiria o posto de líder do governo. Mas, um ano depois não foi isso que aconteceu. Pelo contrário, com a saída de Célio de Oliveira do PSD, abriu reais possibilidades do vereador sair candidato a prefeito de Penápolis já agora em 2016. Isso se confirmou nesta segunda-feira, ao assumir [mesmo que figurativamente] o posto de ‘líder da oposição’. Caíque foi ‘pra cima’ do prefeito, se sobrepondo vereadores de oposição como Tiquinho [PSDB] e Zeca Monteiro [PT].

Estelionato
Ao responder o próprio Caíque e outros vereadores o prefeito Célio de Oliveira usou por diversas vezes o termo ‘estelionato eleitoral’ – dizendo que não usaria desse artificio. De certo é que o prefeito nos últimos meses não esta escondendo os problemas, principalmente, financeiros que a cidade vem passando. Não é a toa que já cancelou o carnaval e agora corre o risco de nem conseguir dar a reposição salarial dos servidores públicos municipal. Só esperamos não encontrar durante a campanha eleitoral um candidato ‘santo milagreiro’, pois, milagres ninguém faz. E não será agora que acharemos. Certo!?

Cultura
O que me estranhou novamente é que o vereador Lucas Casella [PROS] eleito por uma parcela considerável do movimento cultural, não tocou no assunto na presença do prefeito Célio de Oliveira. Pelo contrário, enalteceu o trabalho de castração em animais de pequeno porte que iniciará em breve, mas, ‘esqueceu’ completamente da política cultural. O que será que aconteceu parar haver essa ruptura?

Água
Na manhã de ontem (4), como membro do Conselho Gestor de Saneamento Ambiental, representando os usuários, consegui convencer os conselheiros de que esse não seria o momento ideal para reajustar os valores de água e esgoto do município. Salientei dizendo que o realinhamento poderia ser legal, mas, na atual conjuntura [onde munícipes estão recebendo em casa água ‘suja’] era imoral. Pelo menos, postergamos até o Daep resolver esse problema que está afligindo parte da cidade e assim teremos mais tempo para travar um debate aberto e franco sobre o aumento da água.

MÚSICOS PENAPOLENSES LANÇAM PROJETO AUTORAL DENOMINADO “MUNDO MARGINAL”

Capitaneado pelo músico e ator Daniel Dhemes, radicado há cinco anos no Rio de Janeiro, a banda Mundo Marginal, com músicos penapolenses lançaram recentemente na internet o hit “Não vá embora”. A banda é formada com Dhemes no vocal; Leandro Muraroto na guitarra; Carlos “Nego Bala”, no teclados; Zezinho Marques na bateria, Danilo Borges no baixo e Jonas Munhoz na guitarra solo. O projeto autoral é baseado na pesquisa musical focada no Pop Groove, com influências do Funk, Soul, Pop, MPB, Hip Hop, entre outros ritmos.

“O objetivo do projeto é fazer uma música de qualidade e que atinja todos os públicos, fazendo propagar a música marginal, o ritmo marginal para toda parte do universo, fazendo o mundo dançar, ser feliz, mas também vem para provocar pensamentos de um mundo melhor através das músicas e da poesia marginal”, comenta o cantor.

A primeira música foi gravada no Estúdio Luna em janeiro e agora o músico volta à cidade para gravar outras músicas do EP.
“Eu já tinha composto várias músicas, mas, quando fui visitar a minha mãe, o Leandro me convidou para fazer um som. Cantei algumas composições minhas e daí começou todo o projeto ‘Mundo Marginal’ – que eu já tinha idealizado há algum tempo”.

Dhemes explica que a primeira música para lançar o projeto ‘Mundo Marginal’ com um áudio e um vídeo da música, mas, que o EP terá sete músicas e a previsão é de ser lançado já em março com um show de lançamento. “Foi bom fazer este projeto com o pessoal aqui em Penápolis, pois, são uns caras muito bons e tocando muito, muito mesmo. Fiquei muito feliz com o resultado e vamos levantar um super projeto legal. Estamos confirmando parcerias que farão participações importantes no EP. Podem esperar que vem muita surpresa aí”, salienta.

Crítica
Daniel Dhemes explica ainda que os renomados Carlos Dafé e o guitarrista de Erasmo Carlos, Luiz Lopez, viram o vídeo e gostaram do trabalho. “Mundo Marginal é cheia de alquimia”, comenta Dafé. Já o guitarrista explica “Tá muito bonito. Ótima música, belos arranjos e a galera tá sacando rápido o ritmo do jornal”, salienta Lopez.

Para acompanhar o trabalho do Mundo Marginal basta acessar a página do Facebook: https://www.facebook.com/Mundomarginaloficial.

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