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Rodrigo Alvarez: Chef busca na culinária latino americana referências para construir seus pratos

A arte está presente na cozinha e na vida do Chef paulistano Rodrigo Alvarez. Radicado em Penápolis há quatro anos, ele é dono de um dos mais charmosos e emblemáticos restaurantes da cidade – o Grill 187.

Rodrigo é filho da escritora e dramaturga Marilu Alvarez e do produtor e empresário do cantor Toquinho, Genildo Fonseca. As referências artísticas e culturais na infância consolidaram sua personalidade também na cozinha.

Não à toa, que sua cozinha é composta de diversas referências da culinária latino americana. Possui em seu cardápio os melhores pratos da culinária Tex-Mex, ou seja, pratos texanos com nítida influência mexicana como Nachos, Tacos, Burritos e Quesadillas.

“A comida Tex-Mex consolidou o restaurante por ser leve, nutritiva, refrescante e que alimenta. Mas trazemos ela, por entender que não tem rejeição paladar que a (comida) mexicana teria por causa da pimenta. Pelo contrário, levamos ao nosso cliente a pimenta a parte para que possa degustar ou não”.

E recentemente acrescentou também no menu pratos com cortes especiais de carne como o Chorizo argentino e de Angus. “Tivemos esse insight de colocar em nosso menu essas referências das cozinhas argentina e uruguaia, trazendo o melhor de cada um dos pratos como, por exemplo, pouco sal e carne que privilegia o sabor, feitos numa na Char Broiler”, explica.

Aliás, a carne está presente em sua memória gastronômica. “As minhas primeiras referências culinárias eram os churrascos de família que faziam durante as férias na praia”, por isso é que sempre manteve alguns grelhados em seu cardápio. “O grelhado é feito de forma simples, e o simples nem sempre é o mais fácil, mas, que com toda certeza privilegia o sabor do alimento”.

Formação
Depois de trabalhar por mais de 10 anos com seu pai na produtora da família, Rodrigo desejou mudar de ares e ir atrás de seu sonho – fez o curso de gastronomia do Anhembi Morumbi.

“Depois de muito tempo trabalhando com meu pai na produtora, ora indo a campo com os artistas, ora na produção executiva, resolvi investir no que mais me satisfazia. Já na faculdade de gastronomia fui confrontado com a rigidez que a cozinha e meu professor tinham. Ele nos diziam – esquece tudo que vocês aprenderam em casa com a vovó, aqui vocês irão aprender técnicas e habilidades específicas de uma cozinha profissional. Não à toa que os padrões de qualidade e atendimento estão presentes ainda hoje e continuará sendo a todo tempo na minha cozinha”, lembra.

Rodrigo comenta também que o professor dizia que ali eles não criariam nada, exceto no trabalho de conclusão de curso. “A teoria é tudo, e é em cima dela que você pode criar usando técnica ou não. Para se ter uma ideia nós demoramos seis meses para entrar na cozinha”.

“Até hoje quando visto a dólmã lembro da minha época de faculdade onde aprendíamos fazer um simples fundo, ou o tratamento com os vegetais ou o modo certo de fazer tal prato e percebemos o quanto é importante apreender a técnica, pois levamos para o resto da vida”.

Mas, para o chef, a experiência de comandar uma brigada é com o tempo. “Ninguém sai formado e com a experiência para saber comandar uma cozinha”. E ele continua: “O maior desafio é estabelecer um padrão de qualidade”.

Espaço
Antes de mudar para o interior, Rodrigo montou na chácara da família um espaço para eventos exclusivos para família e ou executivos. Mas, devido a problemas de alvará de funcionamento acabou fechando o empreendimento.

Esse improvável fechamento o estimulou a vir para Penápolis, terra de sua mulher, Mirela Maia. “No fim de 2013 vim com a família dela celebrar as festas de fim de ano e percebi que os penapolenses tem um elo importante com a gastronomia, fazendo nestes momentos grandes eventos, onde todos colocam suas melhores roupas para comer em família e isso chamou minha atenção”.

Tanto é, que Rodrigo faz questão de enfatizar que a ideia de vir para Penápolis foi dele. “A família da Mirela estavam voltando para cá, resolvi vender minha casa e investir no nosso negócio por aqui. Alugamos essa casa e começamos seis meses de uma grande reforma para deixar do jeito que imaginávamos, afinal, ela tem o seu charme com detalhes incríveis. Estar aqui, em frente à praça com essa profundidade que só ela proporciona é sem dúvida a mais charmosa da cidade. Isso tudo levamos em consideração para montarmos nosso negócio aqui”.

O salão e as áreas externas do restaurante comportam até 80 pessoas e em cada um dos ambientes possuem uma decoração que chama a atenção pelo rico acervo de peças. Para se ter uma ideia, o espaço possui peças do escultor taubateano Fernando Ito e um grande acervo de cardápios do mundo.

“Meu pai viaja o Brasil e o mundo produzindo o Toquinho e onde ele vai, pede o menu para os chefs que acabam escrevendo lindas dedicatórias”.

Para conhecer o menu do Chef Rodrigo Alvarez, o Grill 187 – Restaurante e Bar, está na Rua Ramalho Franco, 187 e abre de quarta a domingo, das 19h às 23h30. O telefone é 3652 5140.

Fernando Pascoaletto: Cozinheiro usa da criatividade para fazer massas artesanais

A memória afetiva de Fernando Pascoaletto é na cozinha. Seus pais Valdemar Pascoaletto, o Zito e Neuza Cervigne foram donos do Churrascão – churrascaria à beira da Marechal Rondon com diversos outros serviços como hotel, oficina e posto de combustível.

Hoje, um dos principais nomes da culinária penapolense, faz das massas artesanais a sua própria arte. “Quando eu preciso fazer uma massa que nunca fiz, procuro referências, analiso pelo menos três versões, vejo quais são os ingredientes básicos, levo para a minha cozinha e recrio dando o meu toque”.

O seu despertar para o que seria o ‘Pascoaletto Massas Artesanais’ surgiu quando no ócio foi convidado por uma prima para fazer um jantar.

“Eu estava em processo de mudança após quase vinte anos fora. Estávamos nos meses finais de 2013 e o que mais queria fazer era ter um tempo para mim, mas, resolvi aceitar o convite e neste jantar vi que poderia fazer dele um negócio e de lá pra cá não parei mais”.

No início Pascoaletto ainda se dedicava a fazer sobremesas, mas, com o tempo resolveu se dedicar exclusivamente com os diversos tipos de massas.

“Quando de fato resolvi me dedicar, decidi fazer um curso de massas coloridas para me especializar. Agora fico na cozinha de terças às sextas-feiras criando sabores em massas e molhos”, explica.

Pascoaletto lembra que aprendeu fazer massas há 25 anos. “Meu pai cuidou de um restaurante em Campo Grande (MS) e lá nós tínhamos alguns cozinheiros vindos do sul da Itália. E para almoçarem, eles preparavam as massas de talharim”.

Mas foi se aprimorando mesmo ao fazer jantares em sua casa para os amigos. “Adoro esses encontros, pois, além de reencontrar amigos, é o momento onde acabei aprimorando as minhas massas”, lembra.

Para criar, Pascoaletto diz que inspirasse em tudo que mexe com o belo. “Isso me inspira muito a criar. Se eu vejo um decoração, uma louça ou uma roupa e ela diz alguma coisa a mim é porque eu preciso criar algo na cozinha que remeta ao que eu vi, li ou ouvi”.

Segundo ele, suas criações vem do senso paladar. “Eu passo dias e dias pensando, matutando sabores e combinações para que eu possa criar nossos sabores, tanto é, que na semana que vem já tenho algumas ideias da cabeça que vou colocar em prática”.

Pascoaletto faz um paralelo sobre a vida e sua criação na cozinha. “Quem diz que não sabe faz tal coisa na cozinha é porque nunca amou cozinhar. Afinal, criar e viver para mim são as mesmas coisas”.

Moda
A criatividade com os sabores e principalmente com as cores vem de uma outra área de atuação – a moda. Pascoaletto trabalhou por muito tempo em lojas de grifes como a Rouparia K, da Kika Sato e da marca Miriam Pinheiro.

“Quando já trabalhava na Mirian Pinheiro, fui convidado para assumir a gerência da loja em Lins, assumi o desafio e fui. Em Lins morei por quase vinte anos, passando por diversas lojas na cidade”, comenta ele.

Pascoaletto revela que sempre adorou construir coleções e vitrine de lojas. “Sempre gostei de usar e abusar das cores nas coleções e vitrines que eu montava para as lojas que trabalharei”.

Nestes quase vinte anos na moda, contudo, nunca esqueceu das raízes na cozinha e preparava bolos, doces e cafés para as clientes se sentirem mais à vontade.

“Gostava de preparar quitutes para agradar nossas clientes. Era com certeza um diferencial que nossas lojas ofereciam. Isso acabava chamando as clientes para a loja”.

Neste mesmo período, Pascoaletto escreveu uma coluna de gastronomia para a ‘Revista Mais Magazine!’ onde dava dicas e receitas para os leitores.

“Sempre quando eu ia no supermercado sempre encontrava alguém que tinha feito as minhas sugestões de receita. Isso sempre mostrou para mim que a culinária nunca caiu de moda e que não tem nível social”.
Além da revista, Pascoaletto também se aventurou nos negócios gastronômicos. Criou no bosque da cidade de Guaiçara, o Cozinha Pascoaletto.

“O restaurante era na beira de um lago e lá nós tínhamos os nossos próprios pratos, todos assinados por mim. Foram cinco anos muito criativo”.

Pascoaletto possui uma linha enorme de produtos artesanais – Talharim, Nhoque, Lasanha, Rondelli, Hambúrguer Gourmet, Polpetone Recheado, Canelone e outros tipos de massas como integral e sem glúten (por encomenda), escondidinhos e berinjelas à bolonhesa.

Para comprar seus produtos ou encomendar um jantar pode procurá-lo na página do “Pascoaletto Massas Artesanais” no Facebook; por Whatsapp 14 99785 1914 e por telefone 3652 0319. Ou ainda na Feirinha do Produtor nos segundos sábados de cada mês, na Rua Otacílio Ferraz Pacheco, 230, das 8h30 às 15h.

PITACOS #62 – Quer conhecer uma pessoa, dei-lhe poder!

PODER
Minha sábia mãe sempre me disse que: “Quer conhecer uma pessoa, dei-lhe poder”. E nestes últimos 47 dias, o vereador e presidente interino da Câmara Municipal de Penápolis, Evandro Tervedo Novaes (DEM), está mostrando ser. Vide a votação para a presidência, que até agora não se pronunciou e talvez nem se pronunciará oficialmente sobre o assunto; a polêmica com a Igreja Católica; a truculência regimental para não colocar nenhum projeto, requerimento, indicação ou moção na primeira sessão e tão pouco a representação contra ele próprio em nenhuma das sessões subsequentes.

INTERPRETAÇÃO
E falando em representação, tanto o presidente (que tem como uma das prerrogativas de interpretar o regimento interno, quanto a assessoria jurídica (seja ela contratada por ele ou da própria Câmara), se equivocaram feio ao usar o art. 232 para justificar o prazo regimental para entrar na pauta a representação. No referido artigo o prazo é para proposições. Já no artigo 40, parágrafo 1, o texto é claro: “será incluída na sessão imediata”. E isso fez toda diferença nas duas últimas sessões.

TRIBUNA
Ainda com relação ao regimento interno da Câmara de Vereadores de Penápolis, o presidente e nenhum dos vereadores penapolenses se atentaram que o advogado do presidente interino da Câmara, Raimundo Cândido da Silva Júnior, não é morador e consequentemente não vota em Penápolis. Ou seja, ela não poderia ter usado a tribuna livre da última segunda-feira (13), pois, no art. 138 do regimento interno é bem claro: “ser eleitor, comprovando-o através da apresentação do Título de Eleitoral”.

PALHAÇOS
O paradoxo de Epiménides se fez presente na Câmara de Vereadores de Penápolis. Ele dizia enquanto cretense que era – que todos os cretenses eram mentirosos. Pois bem, a vereador Ester (PSD), disse durante o pequeno expediente que aquela sessão estava vendo um programa de humor e que ali era um circo. Se ali é o circo, então todos os vereadores são os palhaços?

RETIRADA
Logo no início da sessão, o vereador Mauro Olímpio dos Anjos (SD), pediu que todos os assessores da presidência (incluindo o assessor jurídico contratado, o segurança e a mulher do presidente), que ficavam no corredor entre o plenário e a área administrativa da Câmara, saíssem do local. Após o presidente pedir a retirada, eles tomaram assento nas galerias da Câmara. Um deles virou líder de torcida gritando a todo momento “Uhuuul” ou “Chupa essa manga”.

CHANTAGEM
Correu durante a sessão da Câmara de Vereadores de que os parlamentares Evandro Tervedo, Estar Mioto e Bruno Marco, assinaram enquanto mesa diretora um pedido de cassação com o vereador Ivan Sammarco (PPS), com a justificativa de quebra de decoro parlamentar na primeira sessão da Câmara. Segundo consta, isso seria uma chantagem do presidente aos vereadores de oposição para que neutralizasse a representação contra ele. Contudo, o pastor retirou sua assinatura e a representação contra o Ivan não prosperou. Será que a oposição dará sequência na representação?

FORÇA POLICIAL
O vereador Tiquinho (PSDB) repercutiu ofício do vereador Evandro Tervedo Novaes, solicitando a presença da polícia militar da sessão da última segunda-feira (13). A solicitação era pelo movimento nas redes sociais das páginas “Porra Prefeito” e do “Vereador Não é Profissão”, que estaria convocando os católicos de Penápolis e os interessados para propor processo de cassação contra um vereador após instigação feita por um frei da cidade na qual os fatos estão sendo investigados na justiça.

PRISÂO
O vereador presidente interino pede inclusive que para a manutenção da ordem e disciplina, inclusive com a possível voz de prisão por crimes de calúnia, injúria, desacato ou até mesmo ofensas físicas que poderão ocorrer devido a alteração dos ânimos de um grupo específico. Que ano ele está? Entre os anos de 1964 e 1985? Contudo, o cenário de horror descrito no ofício não se configurou por alguns motivos. Um deles e creio que o principal é que o povo penapolense é um povo ordeiro. Creio que vereador já devia saber disso. O interessante ainda é que não sabemos por qual motivo, mas, nenhum policial apareceu na sessão da Câmara e nem por isso o caos foi instalado. O vereador deveria conhecer mais o povo que ele representa.

CASA DE APOIO
Saindo do campo político e passando para a área social, acontece hoje (17), nas quadras externas do Ginásio Nagib Sabino, o Nagibão, a 3ª edição do Show de Prêmios da Casa de Apoio de Penápolis em Barretos. Esse é o único evento que arrecada dinheiro para a manutenção da entidade durante o ano todo. Foram colocadas 2 mil cartelas ao preço de R$ 15. Vale a pena participar. O evento começa a partir das 19h.

Até a próxima. Alguma sugestão, crítica ou elogio mande para ricardo@blogdofaria.com.br. E acesse: www.blogdofaria.com.br

PITACOS #61 – Factoides político, vereador fujão e outras cositas más!

UM MÊS E TRÊS DIAS
Nestes 33 dias de governo interino de Rubinho Bertolini (SD) aconteceu muita coisa. Não, não foram milagres. Pelo contrário. Tentativas e mais tentativas de desvincular-se do antecessor (o que é natural), mas, com ações que caem no ridículo. Vide o pífio decreto de contenção de despesas assinado pelo mandatário e chancelado pelo secretário de governo Alexandre Gil de Melo e pela secretária de finanças Maria Emília Pereira de Souza.

DECRETO
No dia 19 de janeiro, foi publicado nos jornais da cidade, decreto que estabelece contenção de despesas na administração pública direta ou indireta, anunciando que a dívida atual da prefeitura era mais de R$ 11 milhões, incluindo Febom (Fundo Especial dos Bombeiros) e do Fundo da Merenda. Contudo, o que eles não especificaram (de propósito), foi que desse valor, R$ 7,6 milhões era de folha de pagamento dos servidores municipais. Isto é, a dívida real da prefeitura é de R$ 4,4 milhões.

SIMPLES
Fazendo uma conta simplista, se dividirmos a dívida real em 12 meses, dará pouco mais de R$ 360 mil por mês. O que perfeitamente natural num orçamento de mais de R$ 115 milhões no ano. E que arrecadou neste primeiro mês do ano mais de R$ 2,4 milhões em ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). Portanto, esse decreto é para criar um factoide político pensando estritamente nas eleições suplementares que esperamos ocorrer ainda este ano em Penápolis.

INFORMAÇÕES
Na semana passada, para completar o trabalho jornalística que faço também no Blog do Faria, solicitei informações à administração municipal, quanto as dívidas deixadas do último ano de governo do ex-prefeito João Luís dos Santos (PT), no qual a Maria Emília era secretária, para o então prefeito que assumiria Célio de Oliveira. Contudo, rasgando a direito à informação e a transparência, a secretária se negou de repassar as informações, alegando a mim que não se envolver em questões políticas. Dias depois, a administração amenizou o discurso de que não teria neste momento condições de fazer tal levantamento.

INFORMAÇÕES II
Entretanto, o vereador Nardão Sacomani (DEM), também pediu as informações, que segundo a própria Maria Emília já havia respondido a solicitação do parlamentar, mas, até na sessão extraordinária de segunda-feira (30), o ofício não havia chegado. Enquanto isso, na manhã de hoje (03), farei protocolarmente o pedido à prefeitura de Penápolis de todas as informações sobre as dívidas e receitas em administrações passadas. Se a Maria Emília não quer repassar as informações, usarei de todas as instâncias para consegui-las (inclui aí o Ministério Público), afinal, são públicas, certo?

ENTREVISTA
Não é somente na prefeitura que as coisas estão as avessas. Na Câmara de Vereadores creio eu está pior. Pois, desde que Evandro Tervedo Novaes proferiu seu voto que mudou o rumo da história, deixando uns furiosos e outros com o sentimento de dever cumprido, ele não mais tentou se expor – digo na imprensa, pois, nas redes sociais! Desde então, jornais da cidade e o meu blog entrou por diversas vezes para entrevista, sendo marcada e desmarcada uma atrás da outra. Segundo o assessor de imprensa, Ricardo Alves, o vereador dará entrevista após a sessão dessa segunda-feira (6). Na terça-feira (7), mandarei novo e-mail, vamos ver se ele recusará novamente ou se de fato atenderá a nossa solicitação.

PERGUNTAS
Creio que Evandro tem muitas perguntas a serem respondidas, mas, algumas estão claras e postas à mesa. Na postagem do Blog do Faria digo que o Evandro perde a oportunidade de explicar a população se houve ou não traição de sua parte na eleição para a presidência da Câmara de Vereadores; Que ele perde a oportunidade de explicar para a população, principalmente, a católica, se falou ou não sobre os investimentos com o dinheiro público na reforma do Santuário São Francisco de Assis; Perde também a oportunidade de explicar porque ajudou a nomear seu tio Silvano Nogueira Tervedo para o Consórcio Intermunicipal do Ribeirão Lajeado. E se isso não fere os princípios da Administração Pública na qual você defendeu na tribuna, durante a sua posse? E perde a oportunidade de explicar sobre o possível processo que corre na justiça com relação a AVAN (Associação Acadêmica Valência da Alta Noroeste), entidade que ele criou e que tem como presidente o atual secretário de Esportes e indicado do vereador, Emerson Lúcio Pacheco.

GUARDA COSTAS
Não é de agora, que o presidente interino da Câmara de Vereadores está com guarda costas. Na primeira semana, presenciei o agora segurança esperando para falar com ele. O que não sabemos é se ele recebeu veladas ameaças ou se é por puro estrelismo, uma vez, que o cargo que ocupa interinamente já tenha ‘subido na cabeça’. Só saberemos se ele conceder entrevista. Outro pergunta é: Quem está pagando a conta: A Câmara ou está saindo do próprio bolso?
Até a próxima. Alguma sugestão, crítica ou elogio mande para ricardo@blogdofaria.com.br. E acesse: www.blogdofaria.com.br

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