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Fernando Pascoaletto: Cozinheiro usa da criatividade para fazer massas artesanais

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A memória afetiva de Fernando Pascoaletto é na cozinha. Seus pais Valdemar Pascoaletto, o Zito e Neuza Cervigne foram donos do Churrascão – churrascaria à beira da Marechal Rondon com diversos outros serviços como hotel, oficina e posto de combustível.

Hoje, um dos principais nomes da culinária penapolense, faz das massas artesanais a sua própria arte. “Quando eu preciso fazer uma massa que nunca fiz, procuro referências, analiso pelo menos três versões, vejo quais são os ingredientes básicos, levo para a minha cozinha e recrio dando o meu toque”.

O seu despertar para o que seria o ‘Pascoaletto Massas Artesanais’ surgiu quando no ócio foi convidado por uma prima para fazer um jantar.

“Eu estava em processo de mudança após quase vinte anos fora. Estávamos nos meses finais de 2013 e o que mais queria fazer era ter um tempo para mim, mas, resolvi aceitar o convite e neste jantar vi que poderia fazer dele um negócio e de lá pra cá não parei mais”.

No início Pascoaletto ainda se dedicava a fazer sobremesas, mas, com o tempo resolveu se dedicar exclusivamente com os diversos tipos de massas.

“Quando de fato resolvi me dedicar, decidi fazer um curso de massas coloridas para me especializar. Agora fico na cozinha de terças às sextas-feiras criando sabores em massas e molhos”, explica.

Pascoaletto lembra que aprendeu fazer massas há 25 anos. “Meu pai cuidou de um restaurante em Campo Grande (MS) e lá nós tínhamos alguns cozinheiros vindos do sul da Itália. E para almoçarem, eles preparavam as massas de talharim”.

Mas foi se aprimorando mesmo ao fazer jantares em sua casa para os amigos. “Adoro esses encontros, pois, além de reencontrar amigos, é o momento onde acabei aprimorando as minhas massas”, lembra.

Para criar, Pascoaletto diz que inspirasse em tudo que mexe com o belo. “Isso me inspira muito a criar. Se eu vejo um decoração, uma louça ou uma roupa e ela diz alguma coisa a mim é porque eu preciso criar algo na cozinha que remeta ao que eu vi, li ou ouvi”.

Segundo ele, suas criações vem do senso paladar. “Eu passo dias e dias pensando, matutando sabores e combinações para que eu possa criar nossos sabores, tanto é, que na semana que vem já tenho algumas ideias da cabeça que vou colocar em prática”.

Pascoaletto faz um paralelo sobre a vida e sua criação na cozinha. “Quem diz que não sabe faz tal coisa na cozinha é porque nunca amou cozinhar. Afinal, criar e viver para mim são as mesmas coisas”.

Moda
A criatividade com os sabores e principalmente com as cores vem de uma outra área de atuação – a moda. Pascoaletto trabalhou por muito tempo em lojas de grifes como a Rouparia K, da Kika Sato e da marca Miriam Pinheiro.

“Quando já trabalhava na Mirian Pinheiro, fui convidado para assumir a gerência da loja em Lins, assumi o desafio e fui. Em Lins morei por quase vinte anos, passando por diversas lojas na cidade”, comenta ele.

Pascoaletto revela que sempre adorou construir coleções e vitrine de lojas. “Sempre gostei de usar e abusar das cores nas coleções e vitrines que eu montava para as lojas que trabalharei”.

Nestes quase vinte anos na moda, contudo, nunca esqueceu das raízes na cozinha e preparava bolos, doces e cafés para as clientes se sentirem mais à vontade.

“Gostava de preparar quitutes para agradar nossas clientes. Era com certeza um diferencial que nossas lojas ofereciam. Isso acabava chamando as clientes para a loja”.

Neste mesmo período, Pascoaletto escreveu uma coluna de gastronomia para a ‘Revista Mais Magazine!’ onde dava dicas e receitas para os leitores.

“Sempre quando eu ia no supermercado sempre encontrava alguém que tinha feito as minhas sugestões de receita. Isso sempre mostrou para mim que a culinária nunca caiu de moda e que não tem nível social”.
Além da revista, Pascoaletto também se aventurou nos negócios gastronômicos. Criou no bosque da cidade de Guaiçara, o Cozinha Pascoaletto.

“O restaurante era na beira de um lago e lá nós tínhamos os nossos próprios pratos, todos assinados por mim. Foram cinco anos muito criativo”.

Pascoaletto possui uma linha enorme de produtos artesanais – Talharim, Nhoque, Lasanha, Rondelli, Hambúrguer Gourmet, Polpetone Recheado, Canelone e outros tipos de massas como integral e sem glúten (por encomenda), escondidinhos e berinjelas à bolonhesa.

Para comprar seus produtos ou encomendar um jantar pode procurá-lo na página do “Pascoaletto Massas Artesanais” no Facebook; por Whatsapp 14 99785 1914 e por telefone 3652 0319. Ou ainda na Feirinha do Produtor nos segundos sábados de cada mês, na Rua Otacílio Ferraz Pacheco, 230, das 8h30 às 15h.

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