fbpx

Abertas as inscrições para os cursos do Ateliê de Artes do Museu do Sol

Já estão abertas as inscrições para os cursos regulares do Ateliê de Artes do Museu do Sol. Entre as atividades, estão as oficinas de desenho e pintura em papel, cerâmica, teatro e bordados finos. As atividades começarão no próximo dia 3 de fevereiro.

Para efetuar a matrícula, o interessado deverá procurar a secretaria do próprio Museu. Caso seja menor de idade, a inscrição deverá ser realizada pelos pais ou responsável legal. O curso está aberto para pessoas com idade a partir dos seis anos e terá pelo menos 20 vagas por turma. A inscrição é gratuita
Com intuito de estimular a criatividade em crianças, adolescentes e adultos, o museu cobrará uma taxa simbólica mensalmente para que o ateliê possa fornecer todo o material durante as atividades.

O curso de desenho e pintura em papel será ministrado pela professora Andrea Moreira, sempre as segundas-feiras das 14h às 15h30 e quartas-feiras das 13h30 às 15h, para crianças a partir de seis anos. Os adolescentes com idade a partir dos 13 anos e adultos poderão participar das oficinas também nas quartas-feiras, das 9h às 10h30 e as quintas-feiras, das 15h15 às 16h45.

CERÂMICA

Já na oficina de cerâmica, que será ministrada pela professora Celina Passafaro, as aulas serão as terças-feiras das 14h às 16h30, com grupos de crianças, adolescentes e adultos no mesmo horário. As aulas começarão no dia 11 de fevereiro.

TEATRO

As aulas de teatro têm por objetivo propiciar vivências teatrais para crianças e adolescentes explorando momentos de conhecimento e criatividade através, principalmente, de jogos teatrais.
As aulas serão ministradas pela atriz penapolense Paula Sassi. As turmas serão divididas por idades e as aulas acontecerão todas as sextas-feiras: crianças de 06 a 12 anos terão aulas na parte da tarde, das 14h às 15h. Já a turma de idade entre 13 e 17 anos iniciará às 15h15 e encerrará às 16h45.

BORDADOS FINOS

Já as pessoas interessadas a aprender as técnicas de bordados à mão – os chamados bordados finos –, poderão se inscrever diretamente no “Grupo de Bordados Beth Bergner”.
O grupo que se reúne semanalmente no Museu do Sol, sempre às quartas-feiras, das 15h às 17h, realizam trabalhos diferenciados com bordados finos em linho puro e cambraia de linho, por exemplo.

MUSEU

O Museu do Sol é o primeiro museu de Arte Naïf da América Latina e foi fundada pela artista Iracema Arditi em 1972 em São Paulo. Já em 1978 teve a sua transferência para Penápolis.

O espaço é destinado a documentar, preservar e promover exclusivamente a Arte Primitiva Brasileira. Além disso, mantém há mais de 30 anos, ateliê de criação artística atendendo pessoas de diversas idades em sessões semanais, sendo que a iniciativa promove a obra de pintores da cidade e região, bem como, aproxima o público da arte.
O museu realiza exposições periódicas, palestras e oficinas culturais, bem como, coleta, documenta e promove o gênero primitivo de arte.

SERVIÇO

O Museu do Sol de Penápolis fica na Avenida Rui Barbosa, 798, funciona de segunda a sexta-feira, das 13h às 17h. Para mais informações basta ligar nos telefones – 3652 0590 e 3652 7851, e ou enviar e-mail para: museudosol@museudosol.art.br.

Museu do Sol realiza exposição ‘Cores’ com obras de alunos do ateliê de artes

Nesta quinta-feira (05), a partir das 20h, o Museu do Sol inaugura a exposição ‘Cores’, com obras dos alunos do ateliê de artes do museu. A mostra é composta por desenhos, bordados e cerâmicas, produzidas pelos participantes das oficinas durante o ano todo. A entrada é gratuita.
As oficinas foram ministradas pelas professoras de desenho e pintura em papel, Andrea Moreira; de cerâmica, Celina Passafaro e de bardado finos, Maria Lúcia Lima da Silva, a Malú. Ao todo mais de 70 alunos frequentam as aulas no museu.
Segundo o diretor do Museu do Sol, Joaquim Alberto Fernandes, o Beto, os alunos tiveram aulas semanais e durante o período conheceram técnicas que aprimoraram seus talentos.
“Nosso intuito com o ateliê é de proporcionar as crianças e adolescentes que frequentam as oficinas, o estímulo à criatividade e a vivência da arte, com objetivo sua própria forma de expressão artística. E com a exposição mostraremos a comunidade o que eles puderam produzir durante todo ano”, comenta.

TEATRO

Como parte da abertura da exposição ‘Cores’, haverá duas apresentações teatrais. Ambas fazem parte do curso de teatro, ministrado pela atriz e diretora Paula Sassi e, que possibilitaram aos alunos utilizarem ferramentas da comunicação, trabalhadas durante o segundo semestre.
A turma infantil apresentará “A assembleia dos ratos”, inspirada na fábula homônima de Esopo. No elenco, Alícia Ribeiro Castilho, Ester Fernandes Torrezan, Júlia Ribeiro Palomino de Freitas, Lucas Leite Candido e Luiza Sassi Domingues.
Já a turma juvenil escolheu a música “Pupila”, de Ana Clara Caetano Costa e Vitor Barbiero Kley como inspiração para performance. No elenco, Bruno Casarotto, Maria Eduarda Benetti, Maria Luísa Donzelli e Valentine Alves Ramos.

FEIRINHA

O Museu do Sol promove no próximo dia 20 de dezembro, das 17h às 22h, a ‘Feirinha no Museu’ com diversas atividades. O evento tem por objetivo fortalecer os vínculos entre a instituição e a população de Penápolis e região.
Durante o evento, os visitantes poderão comprar lembranças na lojinha de souvenirs do Museu do Sol, com obras confeccionadas por artistas penapolenses, como a ceramista Celina Passafaro. Entre os produtos estão cerâmicas, bijuterias, sacolas com imagem do museu e cartões postais.
Beto salienta ainda que estes produtos são ótimas alternativas de lembranças para dar de presente neste natal. “Muitas pessoas que visitam a nossa cidade, desejam levar para si ou para presentear um amigo ou parente, uma pequena lembrancinha de recordação. Ainda mais neste período natalino”, diz.

MUSEU

O Museu do Sol é o primeiro museu de Arte Naïf da América Latina e foi fundada pela artista Iracema Arditi em 1972 em São Paulo. Já em 1978 teve a sua transferência para Penápolis.
O espaço é destinado a documentar, preservar e promover exclusivamente a arte ingênua brasileira. Atualmente conta com 416 tombamentos em pinturas, esculturas, desenhos, gravuras, entalhes e objetos. O Museu possui a coleção mais representativa da Arte Naïf do Brasil.
Além disso, mantém há mais de 30 anos, ateliê de criação artística atendendo pessoas de diversas idades em sessões semanais, sendo que a iniciativa promove a obra de pintores da cidade e região, bem como, aproxima o público da arte.
A coleção do Museu do Sol foi a primeira do gênero, formada no Brasil, e desde sua fundação recebe continuada visitação. O museu realiza exposições periódicas, palestras e oficinas culturais, bem como, coleta, documenta e promove o gênero primitivo de arte.

SERVIÇO

O Museu do Sol está localizado na Avenida Rui Barbosa, nº 798 e funciona de segunda a sexta-feira, das 13h às 17h. Informações nos telefones (18) 3652 0590 e 3652 7851, e ou enviar e-mail para: museudosol@museudosol.art.br.

Museu do Sol oferece aulas de bordados finos

A cinco anos, de uma conversa informal com Anita Cabelereira, a museólogo Beth Bergner, montou em sua casa um pequeno grupo de pessoas interessadas a aprender as técnicas de bordados à mão – os chamados bordados finos.

Após seu falecimento – em maio desse ano – um dos grupos resolveu continuar os trabalhos, desta vez, dentro das instalações do lugar em que Beth mais se dedicou – o Museu do Sol.

Além disso, resolveram denominar a turma de: “Grupo de Bordados Beth Bergner”. “Beth sempre foi uma inspiração para nós. Resolveu montar o grupo para repassar as técnicas que aprendera e agora queremos retribuir, continuando este importante legado”, explica a coordenadora do grupo, Maria Lúcia Lima da Silva, a Malú.

O grupo que se reúne semanalmente no Museu do Sol, sempre às quartas-feiras, das 15h às 17h, realizam trabalhos diferenciados com bordados finos em linho puro e cambraia de linho, por exemplo.

Para o atual diretor do Museu do Sol, Joaquim Alberto Fernandes, o Beto Fernandes, é uma honra abrir o museu para receber mais essa atividade. “Nós somos sabedores de quanto a Beth gostava do bordado e ter a possibilidade de recebê-los aqui é um enorme prazer”, salienta.

O grupo está aberto para receber novas pessoas que desejam aprender as técnicas de bordados à mão. Para saber mais detalhes, basta procurar a secretaria do Museu do Sol ou ir durante o horário dos encontros.

EXPOSIÇÃO

A exposição ‘Irmão Sol, Irmã Lua’ sobre São Francisco de Assis, uma homenagem profana que a cidade presta ao seu padroeiro, cujo nome também foi atribuído ao Santuário penapolense, um dos raros no Brasil com o nome do santo, fica aberta até o dia 31 de outubro.

A exposição conta com 18 pinturas, sete esculturas – sendo duas do acervo permanente e outras cinco do particular. Além do que, foi confeccionada uma cenografia temática, trabalhado em cima do tema religioso, trazendo a vivência, por exemplo, de São Francisco com Santa Clara. A entrada é gratuita.

ARTE NAIF

O Museu do Sol é o primeiro museu de Arte Naif da América Latina e foi fundada pela artista Iracema Arditi em 1972 em São Paulo. Já em 1978 teve a sua transferência para Penápolis.

A coleção foi à primeira do gênero, formada no Brasil, e desde sua fundação recebe continuada visitação. O museu realiza exposições periódicas, palestras e oficinas culturais, bem como, faz a coleta, documentação e promoção do gênero primitivo de arte.

O Museu do Sol é localizado na Avenida Rui Barbosa, 798 e funciona de segunda a sexta-feira, das 13h às 17h. Informações nos telefones (18) 3652-0590 e 3652-7851. A/I do Museu do Sol.

Fred Di Giacomo lança livro “Desamparo” hoje na biblioteca

Reconstruindo a colonização violenta do oeste paulista, o jornalista e escritor penapolense Fred Di Giacomo lança na tarde desse sábado (23), o livro “Desamparo”. O evento será na Biblioteca Municipal “Prof. Fausto Ribeiro de Barros”, a partir das 16h. O livro estará à venda no local, a preço promocional de R$20,00.

“Desamparo” é um dos vencedores do Primeiro Edital para Publicação de Livros da Prefeitura de São Paulo, tendo como marca a precisão ágil do jornalismo com a prosa poética de sotaque caipira.

Segundo Fred, as histórias mais absurdas de “Desamparo” são verdadeiras, o resto é ficção. Antes de passar pelos labirintos da imaginação do autor, porém, a biografia do interior paulista foi pesquisada através de trabalho jornalístico que buscou as origens do povoamento do Estado de São Paulo.

“Entre figuras históricas como o matador dândi Dioguinho e a pioneira que foi ama de leite de Dom Pedro II, nos deparamos com uma pequena biografia do nosso povo, com uma fábula sobre o caminho que nos trouxe ao violento país que somos hoje, com personagens que estrelam um balé de gerações iniciado com os primeiros patriarcas, em um sertão quase bíblico, banhado pelo sangue dos kaingangs, pela malária e pela grilagem de terras”, explica.

E continua: “Em meio a tudo isso, ‘a sertaneja é antes de tudo uma forte’. E Rita Telma é a cabocla que encarnará o destino desta cidade-embrião, nascida na trilha da estrada de ferro. Desamparo é o Brasil, o início do século XX, seu tempo é o resumo da história da humanidade que se repete até os dias de hoje”, salienta.

Flashbacks e reviravoltas vão montando, aos poucos, a tragédia que vai definir o destino de Rita, sua família e seus contemporâneos. A história da nascente cidade corre paralela à busca por vingança. Filha de Maria Chica, viúva pioneira, a protagonista vive atormentada pelo espírito do pai – despojado de suas terras, de sua honra e de seu amor.

A versão sertaneja de Hamlet, que se desenrola na trama, é, também, o tema do romance, nunca terminado, do Coronel Manoel Antero, antagonista de Rita. Odisseu frustrado, desbravando o mar de mato do sertão paulista, o astuto rábula busca na política, no progresso e na semeadura de povoados, o heroísmo que lhe garantiria a imortalidade.

SOBRE O AUTOR
Fred Di Giacomo nasceu em Penápolis, sertão paulista. Filho de professores idealistas que o criaram rodeado de livros migrou para São Paulo para se arriscar como jornalista e chegou a redator-chefe na Editora Abril. Nesse período, foi pioneiro na criação de newsgames reconhecidos internacionalmente, como Science Kombat, lançado pela Superinteressante.

Depois de sete anos e meio, pediu demissão para tocar o Glück Project – uma investigação sobre a felicidade, em Berlim. De volta ao Brasil, escreveu roteiros para o programa “Conversa com Bial”, da Rede Globo, e foi editor e coordenador da Énois – que forma no jornalismo jovem das periferias de São Paulo.

Fred foi coordenador e editor do “Prato Firmeza – o guia gastronômico das quebradas de SP” (finalista do Prêmio Jabuti, em 2017) e é autor de “Canções para ninar adultos” (Ed. Patuá, 2012) e “Haicais Animais” (Ed. Panda Books, 2013), entre outros. Escreve letras e toca baixo na banda Bedibê.

Cia. Alternativa de Teatro realiza ensaio aberto do espetáculo “Fuligem”

Com depoimentos de cortadores de cana-de-açúcar e narrativas em primeira ou em terceira pessoa, a Cia. Alternativa de Teatro realiza hoje (19), o ensaio aberto do espetáculo “Fuligem”. A apresentação será no CEU das Artes, a partir das 20h, com entrada gratuita e classificação livre.

Na narrativa que utiliza muita música, os atores contam a história de Juscelino, um cortador de cana que abandonou sua terra natal em busca de um sonho de uma vida melhor.

De acordo com o ator e diretor Rodrigo Santigo, a ideia é fazer um espetáculo que dialogue com a cidade de Penápolis e sua memória. “Nós ainda vivemos em função da cana-de-açúcar, das usinas. Esse sistema tem seu lado positivo porque emprega muita gente, mas também tem o outro lado que não valoriza o indivíduo”, analisou.

“No início, tivemos dificuldade porque hoje em dia não existem muitos cortadores na região, foram substituídos por máquinas. Então fomos buscar informações e resgatar essas memórias através de teses de mestrados, doutorados e vídeos-documentários”, comentou o diretor.

Para o grupo, um dos principais pontos de construção do espetáculo foi a Revolta de Guariba, que aconteceu no ano de 1984, na cidade de mesmo nome (Guariba, localizada no interior de São Paulo). “Foi a partir dessa revolta que os cortadores de cana conseguiram conquistar algum direito. Depois disso, eles passaram a ter algum tipo de dignidade dentro do trabalho que exerciam”, explicou Santiago.

PROCESSO
Nesse primeiro semestre de 2018, a Cia Alternativa passou pelo processo de Aprimoramento Artístico do Governo do Estado com a realização de quatro oficinas formativas.

“O aprimoramento artístico foi fundamental para que a gente conseguisse organizar todo o nosso material (depoimentos e cenas criadas) para apresentar ao público. Os profissionais nos deram a forma, a técnica para se trabalhar isso dentro do teatro narrativo. Eles nos orientaram em como contar essa historia sem colocar o cortador de cana como vítima e usina como vilã. Mas mostrar como o sistema funciona, pois estamos todos dentro desse sistema”, analisou Rodrigo Santiago.

Sobre a apresentação de hoje, o grupo ressalta que o espetáculo ainda não está pronto é apenas um ensaio aberto à comunidade. “Depois das oficinas de aprimoramento, revemos tudo o que tínhamos construído e agora estamos lapidando, finalizando. Vamos apresentar meia hora da nossa pesquisa que terá uma hora e meia. Não vamos estrear tudo de uma vez porque ainda está em processo. É muito importante a presença do público nesse ensaio para podermos discutir depois, falar sobre suas impressões, contar suas memórias. O público poderá contribuir com as narrativas que estão sendo construídas”, convidou o diretor, Rodrigo Santiago.

O projeto é realizado pela Secretaria de Cultura do Governo do Estado de São Paulo, por meio do ProAc (Programa de Ações Culturais) e também recebe apoio da Prefeitura de Penápolis, Secretaria Municipal de Cultura e Laboratório Ivan Sammarco.

Serviço:
Ensaio aberto: “Fuligem”, da Cia Alternativa
Hoje: terça-feira, 19/06/18 – 20h
Local: CEU das Artes (Rua Manoel Foz 515, Vila Aparecida – em frente ao cemitério Santa Cruz)
Classificação Livre
Capacidade: 60 lugares
Não haverá distribuição de ingressos. A entrada será por ordem de chegada.

Penápolis receberá Circuito SESC de Artes no próximo dia 7 de abril

O município de Penápolis será palco de mais uma edição do Circuito SESC de Artes. O evento acontecerá no próximo dia 7 de abril, das 16h às 21h30, na Praça Dr. Carlos Sampaio Filho, com todas as atividades totalmente gratuitas.

Para celebrar a nova edição, que reunirá 400 artistas e mais de 600 horas de programação em espaços públicos de todo estado de São Paulo – o SESC Birigui convidou jornalistas, blogueiros, influenciadores digitais e representantes dos governos municipais para participarem, no último dia 20 de março, do lançamento do Circuito, no SESC Pompéia em São Paulo.

Pela segunda vez, o Blog do Faria teve a oportunidade de acompanhar de perto as novidades desse ano. Para essa 10ª edição, o tema será “Arte na Rua para Todos”, que irá propor a ocupação dos espaços públicos, a ampliação das possibilidades de convivência, circulação de trabalhos artísticos e reflexões sobre outras relações possíveis entre centro e periferia.

O Circuito SESC de Artes terá atividades de artes visuais, circo, cinema, dança, música, teatro, literatura e tecnologias e artes, envolvendo 110 trabalhos artísticos com cerca de 400 artistas em mais de 1000 ações.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO

KINEMATOS | MANOAMANO (ARG)
Um rapaz entediado e uma moça excêntrica desenvolvem um jogo de cena que parte de técnicas circenses aparentemente simples e vai até números muito exigentes, sempre com muita interação com o público. A companhia argentina usa o humor junto com malabarismo, acrobacia, equilibrismo e outras habilidades do circo contemporâneo em uma linguagem urbana e atual.

CADA QUAL NO SEU BARRIL | CIA. DA REVISTA (SP)
Influenciado pela linguagem de personagens dos desenhos animados e do cinema mudo, o espetáculo da companhia paulistana é todo construído em dramaturgia corporal, sem qualquer texto falado. Livremente inspirado no livro de Ruth Rocha “Dois Idiotas Sentados Cada Qual no seu Barril”, o grupo utiliza técnicas de palhaço, dança e mímica dramática para interagir e divertir a plateia.

MANÉ BONECO | GRUPO ZUMB.BOYS (SP)
A companhia de dança se inspirou nos bonecos conhecidos como Mané Gostoso, muito presentes em feiras do Nordeste, feitos com madeira e com pernas e braços articulados com cordões. Assim, o corpo dos intérpretes ganha movimentos como se fossem articulados por corda e que são facilmente reconhecidos pelo público, que também é convidado a entrar na brincadeira e participar da dança.

EMBLUES BEER BAND | EMBLUES BEER BAND (SP)
O grupo de Embu das Artes une a formação das tradicionais bandas de rua de Nova Orleans (EUA) com instrumentos não convencionais e a influência do jazz, blues, folk e da música regional brasileira. A banda é formada por Fábio Véio (trompete), Marcel Moreno (voz e violão), Juan Jarandilha (voz e ukulele), Ivan Valle (contrabaixo) e Rafael Massi (washboard).

GABIETE DE CURIOSIDADES & HABILIDADES
Programação inspirada pelos traveling shows, antigos carros itinerantes que iam de cidade em cidade apresentando atrações artísticas e curiosidades. Projeto cenográfico: William Zarella.

BRUXINHAS DE PANO (SP) | GLÓRIA VIANA
Oficina para construção e customização de bonecos/as de pano, também conhecidas como bruxinhas, especialmente no Nordeste. A arte-educadora Glória Viana orienta o público na construção e customização das peças com canetinhas, cola, bordados e amarrações.

PALAVRA + IMAGEM | INSTITUTO CLIO (SP)
Com um acervo variado de livros ilustrados, mediadores convidam o público para leituras individuais e/ou compartilhadas.

CURTAS DE ANIMAÇÃO DA PIXAR
Exibição de uma seleção dos curtas-metragens de animação criados pelo estúdio Pixar, responsável por grandes sucessos do cinema e atualmente parte da Walt Disney Pictures.

Para promover adoção, Apap faz ensaio fotográfico de diversos cachorros e gatos

Nada de carinhas tristes e poses sem graça. Alguns dos mais de 100 animais, entre cachorros e gatos da Apap (Associação de Proteção dos Animais de Penápolis) participaram de um ensaio fotográfico, com o fotógrafo penapolense Ângelo Baccili.
De acordo com a entidade, os ‘cliques’ fazem parte de uma campanha para a adoção dos seus animais. “O ensaio deixou nossos animais ainda mais lindos. Queremos agradecer o Ângelo Baccili por fotografá-los voluntariamente e a Karen Nerak por emprestar roupinhas e acessórios lindos e divertidos. Afinal, somos todos uma grande família, unida por esses anjinhos de quatro patas”, explica a entidade em sua página oficial.
Nas fotos, os animais de estimação aparecem nas mais variadas situações: com lacinhos, gravatas ou vestidos de noiva. A campanha visa tirar do imaginário das pessoas os estigma que os animais abandonados possuem.
“Acredito que, inconscientemente, como pessoas preferem animais de raça, acham que são mais bonitos. Quando pensam em vira-latas associam a coisas negativas “, diz a presidente da entidade Luana Bíscaro. Ao registrar filhotes e animais de uma forma leve e divertida, a entidade tenta desconstruir estes estereótipos e facilitar a adoção.

Adoção
De acordo com a entidade, todos os animais que estão para adoção, passaram por situação de abandono ou maus tratos. Para aqueles que desejam adotar é só ir até a sede, aos sábados e domingos, das 14h30 às 16h30.
Deverão levar CPF, RG e Comprovante de Residência. Haverá também o pagamento de uma taxa de R$ 20, para cobrir os custos dos animais que estão na entidade.
Após escolher o animal, o adotante passará por uma entrevista e assim que liberado o interessado deverá assinar um termo que explica todos os pré-requisitos para que o animal possa ser levado para a casa. A entidade faz um acompanhamento pós-adoção.

Cantor Thiaguinho visita estúdios da rádio Ativa FM e divulga novo DVD

 

ThiaguinhoO cantor Thiaguinho esteve na tarde de hoje (5), nos estúdios da rádio Ativa FM 93,5 para divulgar seu mais novo trabalho – o DVD “Vamo Que Vamo”.  Gravado em janeiro o DVD, que tem a faixa principal com o mesmo nome, teve a participação de Péricles, Maria Rita, Lucas Lucco, Belo e Toni Garrido. “A música Vamo Que Vamo já está tocando em várias rádios do país e que reflete bem o DVD, uma música alegre e pra cima”, comenta o cantor.

Thiaguinho foi recepcionado por pelo menos 50 fãs que esperavam ansiosas para vê-lo e que tiveram a oportunidade de tirar fotos e receber autógrafos.  Uma das fãs, Rafaela Dorta, 16 anos, chegou à rádio por volta das 11h da manhã. “Estou aqui porque sou fã de Thiaguinho desde os meus seis anos de idade”.

Ela comprovou no ar que sabia detalhes da vida pessoal e profissional do cantor. Quanto Thiaguinho chegou ao estúdio ela não se conteve e caiu em lágrimas. “Vou seguir Thiaguinho sempre, meu namorado sabe que meu amor por Thiaguinho é maior que tudo e por isso não deve ter ciúmes”, lembra.

Carreira
O cantor Thiaguinho se lembrou de momentos de sua carreira que iniciou aos 12 anos em Ponta Porã, interior de Mato Grosso do Sul. “Eu nasci em Presidente Prudente, mas, muito cedo eu me mudei com a família para Ponta Porã e lá tive a oportunidade de cantar na escola”.

Ele que ganhou fama ao participar do reality show “Fama” na TV Globo, ingressou no Exaltasamba em 2003 e durante nove anos fez parte do grupo. “Logo que saí do programa veio o convite e aceitei, sem dúvida foram nove maravilhosos anos e de muito sucesso para nós”, comenta.

Thiaguinho comentou ainda sobre a tuberculose que contraiu em 2013. “Nós sempre temos uma vida cheia de shows e quando acontece isso, nós temos que parar e cuidar de nosso corpo, pois, não somos máquina. Queria agradecer imensamente as pessoas que oraram pela vida”.

O cantor falou também sobre o projeto musical ‘A gente faz a festa’ que participa com os ex-integrantes do Exalta Chrigor e Péricles às vésperas de completar 30 anos de grupo. “Isso mostra que ficou a nossa amizade e que o projeto de cada está dando super certo”.

Essa não foi a primeira vez que Thiaguinho vem à cidade, pois, participou em uma das edições do MegaShow da Ativa FM. “Quando a cidade nos recepciona com carinho, nós gostamos de voltar”.

Mônika Norte: A atriz que busca conhecer o novo se destaca nas artes do palco

Ela releva que a arte é transformadora, fazendo ter um olhar diferenciado para todas as circunstâncias, principalmente, com a valorização do artista

Capa webHá quatro anos, a atriz Mônika Norte, 24, nos encanta com a marcante interpretação de Sônia – uma livre adaptação do texto Valsa nº 6, do dramaturgo carioca Nelson Rodrigues. Como a própria sinopse do espetáculo diz: “Sônia é menina e mulher, cômica e trágica. Ora enjoada, ora delirantemente sensual, misturando memória e invenção diante da plateia. Uma personagem profundamente perturbadora”.

Mas, isso é fruto de dois anos e meio sala de ensaio, entre pesquisas e montagem de uma criação totalmente coletiva, sendo que o grupo adaptou todo texto, recriaram o nome do espetáculo. “Cada um tinha sua responsabilidade dentro do espetáculo, porém todos com o mesmo objetivo. Nós do grupo [Cia. Pano de Fundo], frequentamos espaços como a Saúde Mental para ter contato com pessoas portadoras de esquizofrenia, assistimos documentários e lemos muito sobre o assunto. Além disso, pessoas como minha mãe, Marcos Filipim e Laranjeiras ajudaram na montagem solucionando questões que para nós eram muito caros”, comenta.

Neste espetáculo, Mônika teve que desapegar de uma das coisas que mais amava. “Ter que desapegar do meu cabelão, por causa da proposta do personagem foi muito intenso, ter que cortar aquilo que eu amava, foi um pouco dolorido, mas sobrevivi. E pela arte fazemos algumas loucuras”.

Para a Mônika o espetáculo “Sônia” significa amor, respeito, sensibilidade, sacrifício, suor, alma. “Só a gente sabe a dor e a delícia de participar de um processo de espetáculo, conseguir concretizar e sair pela região mostrando o trabalho em festivais e trazendo para o público uma reflexão, um sentimento é maravilhoso”.

Com a peça ela participou de festivais de teatro no estado de São Paulo. Além disso, participou da fase regional do Mapa Cultural Paulista, onde recebeu menção honrosa de melhor atriz da região de Araçatuba.

Trajetória
Mas, Mônika não iniciou sua carreira neste espetáculo. Sua trajetória começou muito antes, aos 13 anos, em um projeto pelo diretor teatral e atualmente secretário de cultura, Luiz Carlos Colevatti. Começou com treze anos através de um projeto que era realizado na escola Luiza Maria Bernardes Nory, onde as coordenadoras e diretora me incentivaram pois eu era, mentira ainda sou muito, mas, muito tímida”

De lá pra cá, ela não parou mais e subir ao palco era ao mesmo tempo um desafio e um acalento. “É uma sensação que dá vontade de chorar, eu não sei explicar . É uma energia diferente. Primeiro dá um frio na barriga, depois meu coração parece sair pela boca, mas é uma sensação que parece que me deixa mais forte, que eu necessito estar ali, expressar de alguma forma aquilo que é proposto com todas as minhas forças e garras. É uma sensação bonita, mas eu não sei explicar direito como é estar no palco. Talvez é isso, é uma sensação inexplicável”, lembra.

Tanto é, que para Mônika a arte é transformadora, fazendo ter um olhar diferenciado para todas as circunstâncias, principalmente, com a valorização do artista.
“A arte nos torna sensíveis e também nos deixa forte. Dando forças, para enfrentar a batalha diária de ser artista, pois, não é nada fácil. Uma profissão que é pouco valorizada, na qual é contada nos dedos os apoios que a classe artística tem. A arte exige muito de quem escolheu estar. Exige estudo, exige dedicação, exige ser verdadeiro com a arte. Exige estar por completo. Tem que amar, amar muito. Tem que vir de dentro a vontade, pois se não a desistência de quem depara com a realidade é quase instantânea”.

Não é a toa que o desejo e o sonho dessa jovem atriz de 24 anos é ver toda a classe artística, seja ela teatro, da música, artes plásticas, dança, ou de qualquer outra sejam valorizadas.
“Necessitamos conseguir viver da nossa própria arte. Sem precisar ter vários empregos para auxiliar na renda. Conseguir viver de arte, igual o médico ou engenheiro vivem da sua”.

E ainda faz uma reflexão:

“Eu não sei onde quero chegar, o que eu sei é que não quero que tenha fim. Que eu possa descobrir sempre enquanto atriz. Que eu aprenda de alguma forma descobrir como descrever o que eu sinto quando estou no palco, caso alguém me perguntar de novo. Que eu possa transmitir da melhor forma o que a minha arte quer expor. Eu acho que nunca disse que sou atriz, estou dizendo aqui pra você. Talvez esse seja um dos meus sonhos, conseguir um dia abrir a boca e dizer: “Eu sou atriz”. Por mais que já faz bastante tempo que estou nesse universo lindo do teatro, por mais que já ouvi coisas lindas de profissionais que eu admiro muito falar sobre o meu trabalho e críticas construtivas também que sempre são bem vindas, ainda não me sinto completa, ainda tenho muito chão para caminhar, muita informação para absorver, tenho muito ainda para sentir, muito palco para enfrentar. Acho que a partir disso conseguirei dizer ” Eu sou atriz”, mas nunca esquecer das origens e nem parar de buscar, pois o conhecimento é algo que não tem fim, e a busca do desconhecido é longa e linda”, finaliza.

Penápolis será palco do Circuito Sesc de Artes

No próximo dia 9 de abril, a cidade de Penápolis, mais especificamente a Praça Dr. Carlos Sampaio Filho, será palco de uma dos maiores eventos do Brasil – o Circuito Sesc de Artes. Com o tema ‘Conectando lugares, circulando ideias’, o encontro terá programação totalmente gratuita e voltada para todas as idades levando graça, beleza, talento e histórias para emocionar, através de uma programação com diferentes linguagens artísticas de música, dança, teatro, circo, cinema, artes visuais, literatura e cultura digital / artemídia.

Penápolis está no roteiro 11 que inclui os municípios Lins e Araçatuba, além de Lorena, São Luiz do Paraitinga e Pindamonhangaba, na região de Taubaté; Igaratá, Guararema e Jacareí, na região de São José dos Campos e se encerra em Santos com apresentações em Bertioga, São Vicente e Cubatão.

Na programação de artes visuais está o Núcleo de Animação de Campinas que traz a oficina ‘Zootrópio – Brinquedo Ótico – Gabinete de Curiosidades e Habilidades’ e explorará os princípios básicos da animação cinematográfica, a partir da gravação de imagens quadro a quadro e da construção de brinquedos de ilusão de óticaJá no cinema o ‘Cine Magia – Gabinete de Curiosidades e Habilidades’, exibirá curtas-metragens, dirigidos pelo cineasta francês Georges Méliès entre 1896 e 1913.

Na dança, os performers e uma fotógrafa vão explorar e se relacionar com os obstáculos em Raízes em Ruínas, propondo uma reflexão sobre essa nova paisagem construída pela presença dos artistas e do público, sendo que no trajeto, serão utilizados movimentos da capoeira angola e do parkour para ressignificar o cenário composto essencialmente por raízes e ruínas.

No teatro, o grupo Buraco d´Oráculo traz o espetáculo ‘O Cuscuz Fedegoso’, que conta a história de Dona Maria, que entre os quitutes vendidos está o cuscuz feito com fedegoso, um matinho cheiroso, que não faz lá muito sucesso.

Já em literatura ‘Palavra + Imagem – Gabinete de Curiosidades e Habilidades’, traz o Grupo Ebâ e um acervo de livros ilustrados, oferecido por duplas de mediadores que incentivarão adultos e crianças a realizarem leituras individuais e compartilhadas.

No circo o espetáculo “Risos!” da Cia. Circo Amarillo, traz números cômicos e excêntricos Os artistas exibem uma série de performances com claves, diabolô e bambolê, além de demonstrarem equilíbrio sobre arame e com parada de mão.

Fechando a programação o cantor e compositor José Paes de Lira (ex-vocalista do grupo Cordel do Fogo Encantado) se une ao grupo Coco Raízes de Arcoverde para apresentar um espetáculo de música e poesia, que nasceu na cidade homônima no sertão de Pernambuco. O recital de poesia criado por Lira dialoga com as vozes, a percussão e o sapateado de dançarinos de coco de diferentes gerações, tanto de homens, quanto de mulheres. As batidas são marcadas pelo triângulo, pandeiro, surdo e ganzá.

Conceito
De acordo o Sesc (Serviço Social do Comércio) a proposta do Circuito Sesc de Artes é intervir positivamente no dia a dia de cidades que não possuem unidade do Sesc, democratizando o acesso à cultura e levando atrações de diversas linguagens artísticas, sendo que a ocupação de praças, parques e ruas com responsabilidade reforça a ideia do espaço público ser um local de convivência e de encontro.

A nova edição percorrerá 114 cidades do Estado de São Paulo, oferecendo 67 atividades nas áreas de artes visuais, cinema, circo, dança, literatura, música e teatro. A perspectiva é ampliar o alcance de público da edição de 2015, que contemplou cerca de 280 mil pessoas nas 108 cidades pelas quais passou. No total, 798 apresentações e intervenções artísticas, com a participação de 311 artistas, farão a alegria de muita gente nos finais de semana. A programação completa está disponível em: sescsp.org.br/circuitosescdeartes

MÚSICOS PENAPOLENSES LANÇAM PROJETO AUTORAL DENOMINADO “MUNDO MARGINAL”

Capitaneado pelo músico e ator Daniel Dhemes, radicado há cinco anos no Rio de Janeiro, a banda Mundo Marginal, com músicos penapolenses lançaram recentemente na internet o hit “Não vá embora”. A banda é formada com Dhemes no vocal; Leandro Muraroto na guitarra; Carlos “Nego Bala”, no teclados; Zezinho Marques na bateria, Danilo Borges no baixo e Jonas Munhoz na guitarra solo. O projeto autoral é baseado na pesquisa musical focada no Pop Groove, com influências do Funk, Soul, Pop, MPB, Hip Hop, entre outros ritmos.

“O objetivo do projeto é fazer uma música de qualidade e que atinja todos os públicos, fazendo propagar a música marginal, o ritmo marginal para toda parte do universo, fazendo o mundo dançar, ser feliz, mas também vem para provocar pensamentos de um mundo melhor através das músicas e da poesia marginal”, comenta o cantor.

A primeira música foi gravada no Estúdio Luna em janeiro e agora o músico volta à cidade para gravar outras músicas do EP.
“Eu já tinha composto várias músicas, mas, quando fui visitar a minha mãe, o Leandro me convidou para fazer um som. Cantei algumas composições minhas e daí começou todo o projeto ‘Mundo Marginal’ – que eu já tinha idealizado há algum tempo”.

Dhemes explica que a primeira música para lançar o projeto ‘Mundo Marginal’ com um áudio e um vídeo da música, mas, que o EP terá sete músicas e a previsão é de ser lançado já em março com um show de lançamento. “Foi bom fazer este projeto com o pessoal aqui em Penápolis, pois, são uns caras muito bons e tocando muito, muito mesmo. Fiquei muito feliz com o resultado e vamos levantar um super projeto legal. Estamos confirmando parcerias que farão participações importantes no EP. Podem esperar que vem muita surpresa aí”, salienta.

Crítica
Daniel Dhemes explica ainda que os renomados Carlos Dafé e o guitarrista de Erasmo Carlos, Luiz Lopez, viram o vídeo e gostaram do trabalho. “Mundo Marginal é cheia de alquimia”, comenta Dafé. Já o guitarrista explica “Tá muito bonito. Ótima música, belos arranjos e a galera tá sacando rápido o ritmo do jornal”, salienta Lopez.

Para acompanhar o trabalho do Mundo Marginal basta acessar a página do Facebook: https://www.facebook.com/Mundomarginaloficial.

JORNALISTAS LANÇAM WEBSÉRIE SOBRE TRABALHO INFORMAL DE CALÇADOS

Calçados 3O jornalista penapolense Breno Alves e seu parceiro de profissão Vinicius Macedo lançaram na semana passada uma websérie na rede social Youtube contando histórias de trabalhadores que contribuem informalmente para a confecção de calçados na indústria de Birigui.

Segundo eles, a websérie traz à tona a rotina e a experiência de trabalhadores informais das chamadas bancas de calçados. A série é intitulada “Pés Descalços: o avesso da produção calçadista em Birigui”.
“A websérie conta a história de personagens que contribuem informalmente ou a partir da terceirização ilegal e da “quarteirização” com a produção e a economia de um dos principais polos calçadistas do Brasil”, comentam.

A oportunidade de produzir o material veio depois o TCC (Trabalho de Conclusão de Curso), apresentado no ano passado em formato de livro-reportagem.
“Assim como no livro-reportagem, a ideia é tornar público, só que dessa vez utilizando o recurso do áudio e da imagem, as experiências desses trabalhadores que quase sempre não são lembrados por aquilo que fazem, mas que contribuem fortemente com a economia local por meio da informalidade”, disse Macedo.

As entrevistas ocorreram nas residências dos personagens justamente para exibir o ambiente no qual esses trabalhadores estão inseridos. “Nosso objetivo é exibir o outro lado dessa produção. Quem são essas pessoas, como trabalham, por que optaram pela informalidade. Ou seja, damos voz para pessoas que não são ouvidas e expomos suas intensas rotinas de trabalho”, comentou Alves.

Serão dois capítulos por semana, sempre às terças-feiras, às 19h, e aos sábados, às 12h. O terceiro episódio será exibido no próximo sábado (30), pelo canal ‘Pés Descalços Produções’ no seguinte endereço: goo.gl/VBt5xg. A divulgação dos vídeos está sendo feita através das plataformas Facebook (https://goo.gl/jYigGz), Twitter (https://goo.gl/HMaLB3) e Instagram (https://goo.gl/qrZTEM).

COM DIVERSAS INFLUÊNCIAS, CELINA PASSAFARO TRANSFORMA ARGILA EM REFINADAS CERÂMICAS

Atualmente seu trabalho está mais ligada a cultura oriental, principalmente, com a Ikebana – arte japonesa de arranjos florais

Peças expostas
Celina Passafaro traduz na sua linguagem o que aprendeu das técnicas orientais, trazendo à tona os traços e as harmonias do Ikebana

Com diversas influências, desde a cultura tipicamente brasileira com os artesanatos em barro do nordeste à cerâmicas latinas, contemporâneas e japonesas, Celina Passafaro, 59 anos, é mais uma das penapolenses que empresta seu talento a arte.

Ela é formada em Desenho e Plástica e Pós-graduada em arte e educação e tecnologias contemporâneas, ambas pela Universidade de Brasília. Durante a faculdade, se interessou pela cerâmica participando de alguns cursos em escolas de criatividade na capital federal.

“Fiz o curso e me identifiquei com a cerâmica. Na época tinha muito migrante nordestino e eles davam muita importância para o artesanato nordestino e eu fui me identificando e me deparei com a cerâmica popular do nordeste”.

Após a conclusão do curso de artes plásticas, Celina volta para Penápolis e começa a ter mais contato com o cenário ceramista na capital paulista.
“Comecei a ter contato com São Paulo, fazendo cursos de extensão, de criatividade e workshop. Lá eu tive contato com a cerâmica contemporânea e japonesa”.

Ela resume que seu trabalho é bem brasileiro, pois, consegue aliar com que tem de melhor na cerâmica tupiniquim com as diversas influências como da Europa, Estados Unidos e Latina Americana.
“Em resumo que meu trabalho é bem brasileiro. É um ‘mix’ da cerâmica latina, da cultura popular nordeste, a contemporânea e japonesa”, explica.

Celina explica que atualmente seu trabalho está mais ligada a cultura oriental, principalmente, com a Ikebana (arte japonesa de arranjos florais – onde cria uma harmonia de construção linear, ritmo e cor.
“Ela (a Ikebana) trabalha o equilíbrio entre o sol, a terra e a lua, onde o vaso e a flor não são os grandes elementos, mas existem uma harmonia entre eles”.

O trabalho com cerâmica é bem pesado. Segundo Celina, a massa cerâmica na qual ela trabalha já é preparada para o objetivo de seu trabalho – sendo ela ora mais clara, ora mais escura.

“O trabalho com cerâmica é um trabalho manual – eu modelo a peça, depois deixo secar, queimo a primeira vez, no qual chamamos de biscoito, esmaltamos a peça e depois queimamos pela segunda vez em forno de aproximadamente 1100ºC”, e completa: “Esse trabalha é extremamente demorado, pois, como tenho um forno grande, preciso de pelo menos 15 peças para queimar, então esse processo demora em torno de um mês”, comenta.

Celina tem peças espalhas pelo mundo “Quando eu fiz uma exposição no Banco Central em Brasília, diversas peças foram compradas por estrangeiros. Tenho peças nos Estados Unidos, em países da Europa, e na África do Sul”.

Arte Educadora
Celina Passafaro explica que é muito difícil viver somente da arte no Brasil, por isso mesmo, conciliou com as aulas nas escolas públicas.
“Cerâmica para mim tornou-se um hobby, mas nunca parei de fazer. Tanto é que levava meus trabalhos em paralelo com as aulas na escola pública”.

Na escola, ela começou a trabalhar cerâmica na vertente da arte educação. “Comecei trabalhando a importância da cerâmica na psicomotocidade da criança e hoje ministro oficinas para professores e crianças”.
Ela explica que como teve uma boa formação de história da arte em Brasília, tentou passar isso para as pessoas. “Tive oportunidade de passar isso para as crianças. É interessante o olhar da criança para arte. Ela gostar de arte muito palatável para adulto. Introduzi nas minhas aulas por exemplo Kandinsky e Mondrian”.

Celina salientam ainda que algumas pessoas foram importantes para estimular seu trabalho e o desenvolvimento como arte educadora.

“A Beth Bergner além de abrir as portas para expor meus trabalhos tanto em exposições individuais, como no coletivo, além disso, ela me incentivou a ir em evento de ceramistas como de Monta Verde, em Minas Gerais; a Célia Muçouçah durante o período do Itaú Cultural e o Paulo de Carvalho quando coordenador das Oficinas Culturais Silvio Russo me incentivaram a ministrar cursos tanto de artes, como, de cerâmica e modelagem e a Inês Peters que me chamou a ministrar cerâmica para professores e professoras junto a Rede CAAS”.

Exposição
Árvores da frente do Museu do Sol serve de inspiração para colorir pratos feitos de argila

Exposição
Na exposição “Terra, Cor, Fogo”, Celina Passafaro apresenta 43 peças. “A comunidade respondeu bem pela exposição, isso por que as pessoas que estão coordenando são pessoas que dominam o assunto. Além disso foi bem divulgado, e quando é bem divulgado, as pessoas vem por que elas gostam do que é belo”.

Na exposição, além de Celina Passafaro está as artistas Celinha Trindade e Ana Franco que estão mostrando porcelanas e faianças pintadas em suas respectivas oficinas, num processo que envolve peças industrializadas – através de intervenção utilizam pigmentos secos que aglutinados se transformam através do fogo, em vitrificador.

A exposição ficará até 17 de dezembro, no Museu do Sul, na Rua Rui Barbosa, 798. O horário de funcionamento é das 7h às 13h.

FILME REZA A LENDA ANUNCIA PRIMEIRO TRAILER

Reza_a_Lenda-3309

Nesta semana foi divulgado o primeiro trailer do longa brasileiro ‘Reza a Lenda’. Com pouco mais de dois minutos, o clipe mostra a estética árida e distópica de uma terra sem lei, onde tem a sorte favorecendo apenas os mais fortes e corajosos – um bando de motoqueiros armados que acreditam em uma antiga lenda e arriscam suas vidas em busca de justiça e liberdade.

Na história, Cauã Reymond interpreta Ara, um homem fiel a Deus, que defende o povo da região, mas é perseguido pelo coronel Tenório (Humberto Martins). A motivação seria o roubo da imagem de uma santa, capaz de fazer chover. Azar na vida, sorte no amor? Ara é amado por Severina (Sophie Charlotte) e Laura (Luisa Arraes), que o disputam a ferro e fogo.

O filme estreia nos cinemas brasileiros no dia 21 de janeiro de 2016.

ROLLING STONES VEM AO BRASIL EM 2016

Uma das maiores banda de rock de todos os tempos estará no Brasil no ano que vem. Os ingleses Mick Jagger, Keith Richards, Charlie Watts e Ronnie Wood, do Rolling Stones anunciaram hoje (5), que farão uma turnê pela América Latina.

No país, a banda passará por três cidades – Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre. O Maracanã, no Rio, receberá a primeira apresentação, no dia 20 de fevereiro. Em São Paulo serão dois shows, nos 24 e 27 de fevereiro, no Estádio do Morumbi. Os Stones encerram a passagem pelo país em Porto Alegre, no Estádio Beira-Rio, no dia 2 de março.

No vídeo publicado no Youtube a banda comenta que os latinos proporcionam um ambiente “elétrico”. “Sem dúvida, o melhor ambiente que já vimos com a banda desde o início dos anos 1970”.
Os ingressos começam a ser vendidos ainda este mês, mas os valores ainda não foram divulgados.

[poll id=”3″]

Turnê

A Olé Tour estreia no dia 3 de fevereiro em Santiago, no Chile, e ainda passa por Buenos Aires (Argentina), México City (México), e, pela primeira vez, em Montevideo (Uruguai), Lima (Peru), Bogotá (Colômbia).

Eu quero estar lá e você?

ARTISTA CELINHA TRINDADE DESENVOLVE SEU TRABALHO COM FAIANÇA, PORCELANA E AZULEJO

Artista participa da sua primeira exposição em Penápolis, desta vez, apresentando os trabalhos desenvolvidos em seu ateliê no fundo de casa

Ateliê construído nos fundos de sua casa é onde Celinha Trindade desenvolve suas peças e ensina as técnicas de pintura em porcelana

Filha do alfaiate José Trindade e da dona de casa Nadir Trindade, Maria Célia Trindade de Paiva, ou simplesmente, Celinha Trindade, 63 anos, é artista com formação acadêmica em Desenho e Plástica e que empresta todo o seu conhecimento para a produção de suas peças em faiança, porcelana e azulejo.

Celinha lembra que desde aos 12 anos já tinha habilidades para o desenho e a pintura, mas, quando o seu pai lhe perguntava o que ela desejaria ser ela prontamente respondia: “Quero ser médica”. Entre seu pai muito sabiamente dizia que ela iria seguir o mundo das artes plásticas. Dito e feito. Aos 22 anos conclui na Funepe (Fundação Educacional de Penápolis).

“Depois que eu entrei no Curso de Desenho e Plástica, logo eu comecei a estudar pintura em porcelana em Araçatuba com uma amiga e descobri que era isso mesmo que eu queria para minha vida”, comenta.

Mas, como tudo não é flores, mesmo trabalhando na área, Celinha mudou-se para a capital paulista para trabalhar no governo do Estado de São Paulo junto a Secretaria do Trabalho, no departamento de desenho, tendo que parar com os trabalhos por algum tempo.

“Lá em São Paulo produzi algumas peças que até foram expostas, mas tive que parar e voltar apenas alguns anos depois a produzir minhas peças. Isso foi logo após o nascimento de minha filha”, comenta.

Em São Paulo, Celinha chegou a estudar na Panamericana Escola de Arte e Designer e frequentou o curso de vitrine e diagramação.

Voltou para Penápolis para cuidar da sua filha Laura Paiva e trabalhar na empresa de Identificação visual do marido e publicitário Antônio Henrique que por muito tempo fez placas estilizadas em madeira.

Somente em 1998, montou o ateliê Celinha Trindade na qual produzia suas peças e ministrava suas primeiras aulas para interessados em aprender a técnica da pintura.

Ateliê
Seu ateliê foi construído nos fundos de sua casa na Rua 15 de novembro, no centro da cidade. Lá ela ministra aulas de pintura para turmas de até cinco alunos.

“Eu cheguei a ter 30 alunos ou seja seis turmas durante a semana. Aos poucos eu fui diminuindo o ritmo e me dediquei mais nas minhas produções. Hoje são apenas duas turmas de cinco alunas cada, o que me deixa com mais tempo para produzir”, comenta.

Ela lembra que no ano 2000 o ateliê produziu uma exposição em parceria com o Museu do Sol com trabalhos apenas de seus alunos.

“Lembro até hoje, por termos muitos aprendizes na época fomos capazes de montar essa exposição e apresentar ao grande público os trabalhos desenvolvidos por meus alunos”, lembra com carinho.

Celinha participa da sua primeira exposição em Penápolis, desta vez, apresentando seus trabalhos desenvolvidos com faiança, porcelana e azulejo.

“É um prazer enorme poder apresentar os trabalhos que desenvolvo com tanto carinho e dedicação – sabemos o quanto é trabalhoso o processo de montagem de uma peça. Temos que filetar, levar pro forno, depois passar a primeira demão de tinta, voltar pro forno e assim levamos pelo menos quatro dias. Mas quando vemos a peça é aí que sabemos como ficou o resultado final”, comenta.

Exposição
Desde o dia 23 de outubro, o Museu do Sol recebe a exposição Terra, Cor e Fogo, com as artistas penapolenses Celinha Trindade, Ana Franco e Celina Passafaro.

Elas transformam ideias em objetos de beleza para uso ou contemplação. Na mostra terão peças em porcelanas e faianças pintadas num processo que envolvem pigmentos secos que aglutinados se transformam através do fogo. Ou o barro que são transformados em objetos utilitários ou escultóricos, através da queima, onde fixa a forma e esmalta com variadas colorações. A exposição ficará até 17 de dezembro, no Museu do Sul, na Rua Bento da Cruz, 798. O horário de funcionamento é das 13h às 17h.

apoie o jornalismo independente