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CIRCUITO SESC DE ARTES 2015 – O LANÇAMENTO

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Até que enfim consegui sentar para escrever minhas impressões sobre o lançamento do Circuito SESC de Artes 2015. O evento aconteceu na terça-feira passada (07), no Sesc Pompéia, em São Paulo.
Cerca de 40 pessoas, entre elas, secretários municipais de cultura e comunicação, assessores de cultura, artistas e imprensa das seis cidades que receberão a caravana na região – Ilha Solteira, Andradina, Araçatuba, Birigui, Penápolis e Lins, estiveram presentes no encontro. Marinho Rodrigues – superior de comunicação do Sesc Birigui, Breno Alves – estagiário de comunicação e Clóvis Carvalho – Programador Cultural, foram os nossos anfitriões.  
A viagem foi tranquila, regada de bons papos e ótimos contatos que com certeza engrandecerão nosso trabalho aqui no Blog do Faria. Chegando lá, fomos recepcionados por artistas circenses, bem como, de grupos de cantigas populares que deram o clima cultural e de informalidade que o evento proporcionava.
COLETIVA
Foto: Ricardo Faria

Nós da imprensa, tivemos a oportunidade de participar da coletiva de imprensa com o diretor regional do SESC São Paulo, Danilo dos Santos Miranda, que nos recepcionou de forma brilhante, expondo o lugar emblemático em que estávamos – antiga fábrica desenvolvida pela grande arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo Bardi.

De acordo com Miranda, o Circuito Sesc de Artes – Conectando Lugares, Circulando Ideias chegará este ano a 108 cidades do estado. São números impressionantes – 12 roteiros, 68 trabalhos artísticos, sendo 392 artistas e 615 apresentações, em 547 horas de programação.
Ele explicou ainda que o circuito é uma ação efetiva calcada nas históricas, mas antigas caravanas sociais que o Sesc proporcionava nos idos dos anos de 1960/1970. “Sua programação é uma intervenção no cotidiano da comunidade local, levando um programa mais intenso do que extenso. […] Não esquecendo da ideia de proporcionar acesso e conhecimento das produções artísticas pelo país”, salienta.
A construção das programações que percorrem as cidades foram construídos sobre duas premissas: qualidade e democratização, bem como, o olhar daquilo que é tradicional, como também, daquilo que é contemporâneo. “A arte nos traz a memória das mais diversas questões. […] Nos impulsionando um olhar pra frente, sendo que arte nos ajuda a compreender nos provocando a reflexão – o que é bom ou ruim – nos tira da zona de conforto”.
“Arte não é necessária, ela é fundamental para transformar as pessoas”. Com essa frase justifica os cinco milhões de reais investidos nesta edição do Circuito SESC de Artes. Segundo Miranda, mesmo que o país esteja em um momento de suspensão financeira é importante o investimento em cultura.
E investimentos é que não faltam – ainda este mês inaugurará a unidade do Sesc em Jundiaí e no segundo semestre a unidade de Birigui. Ao ser perguntado como outras cidades fariam para obter uma unidade, Miranda foi categórico: “Nós temos a intenção de abrir em outras localidades, entretanto, seguimos um ranking que obedece três critérios – tamanho da cidade, porte financeiro/econômico/comercial e lideranças locais (influências de políticos como deputados estaduais e federais).
MOMENTO CULTURAL
Foto: Ricardo Faria

Após a coletiva, todos foram para a Choperia do Sesc Pompéia onde teve o show da lambada nortísta do compositor e multi-instrumentista Felipe Cordeiro, um dos destaques da cena musical do Pará, que apresentou o repertório de seu segundo disco solo, “Se Apaixone Pela Loucura do seu Amor”. O próprio músico classifica seu trabalho como “pop tropical”, no qual mistura os ritmos pop com o brega, a guitarrada e a lambada.

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