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INTERNET É CELEBRADA E LEMBRADA COMO ALGO INDISPENSÁVEL NOS TEMPOS ATUAIS

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Uma das principais invenções da humanidade, a internet é comemorado hoje fazendo alusão  ao poder de comunicação que ela proporciona 
Você vive sem internet hoje? Você lembra como era sua vida sem a internet? Ou você é da faixa dos 30 anos que já nasceu com o advento na internet, mas, que presenciou a transição do analógico para o digital? Essas questões nós faz refletir todos os dias. 
Muito provavelmente essa matéria não seria realizada com a rapidez e a praticidade que ela [a internet] nos proporciona. Todos os entrevistados dessa reportagem – a blogueira Mirela Ortega, o web designer David Willian, o economista Lucas Sablewski e o psicólogo Júlio Ribeiro foram “ouvidos” via internet. 
Mas você sabe o que é a internet? A Internet é um sistema global de redes de computadores interligadas que utilizam o conjunto de protocolos padrão da internet que serve vários bilhões de usuários pelo mundo afora.
Ela é uma rede de várias outras redes, que consiste de milhões de empresas privadas, públicas, acadêmicas e de governo, com alcance local e global e que está ligada por uma ampla variedade de tecnologias de rede eletrônica, sem fio e ópticas. 
Entre os estudiosos da internet não há um consenso sobre a data exata em que ela surgiu, mas foi em algum momento em meados da década de 1980, mas a sua comercialização se deu na década seguinte, incorporando a rede internacional em praticamente todos os aspectos da nossa vida. 
A internet permitiu e acelerou a criação de novas formas de interações humanas através de mensagens instantâneas, fóruns de discussão e redes sociais, fazendo com que a maioria das comunicações tradicionais como – telefone, música, cinema e televisão, mas também, jornais, livros e outras publicações impressas sejam redefinidas pela internet. 
Não é a toa que em junho de 2012, mais de 2,4 bilhões de pessoas – pouco mais de um terço da população mundial — usaram os serviços da internet; cerca de 100 vezes mais pessoas do que em 1995. 
Para o web designer David Willian, de 22 anos, um aficionado pela internet é um dos bilhões de pessoas que usam dela como a principalmente ferramenta de seu trabalho, aliás, sem ela tal função nem existiria. 
“Os meus primeiros passos na internet foi nos computadores da biblioteca municipal. Na época eu tinha 11 para 12 anos e como não podia usar sozinho, minha avó fez o cadastro e eu acessava na companhia dela”.  
Hoje David não se vê sem a internet, pois, o que mais lhe chama a atenção é o desenvolvimento comunicacional que internet proporcionou a todos. 
“Não muito distante, as principais ferramentas de contato era a carta e o telefone. A carta, por exemplo, foi substituído pelo e-mail. Já o telefone existem diversos aplicativos de voz que substitui uma ligação”. 
Da curiosidade surgiu o trabalho, pois, foi em fóruns de jogos a primeira oportunidade de emprego. “Trabalhava moderando um fórum. Na época era a realização de um sonho ganhar dinheiro e ainda poder ganhar status no jogo. Hoje eu vejo aquilo como diversão”. 
De lá pra cá, depois dos interesses por imagens começou a trabalhar com web designer fazendo layouts, imagens para sites de empresas da cidade. Perguntando se viveria sem internet David respondeu: Viveria sim, mas não pretendo. 
É o mesmo caso da blogueira Mirela Ortega, que acha que viveria sim, pois, a internet é apenas uma ferramenta para agregar. “Só acho que se não tivesse ela o ser humano iria inventar outro tipo de inovação”. 
Para ela, a internet como tudo na vida tem o lado bom e ruim. Segundo ela, a rede mudou sua vida tanto na praticidade do dia a dia quanto no trabalho. 
“Pelo fato de trabalhar com a internet conheci diversas pessoas, de longe, de perto, conheci várias empresas e tive a oportunidade de ganhar dinheiro com ações publicitárias” e continua: “Sou da época em que não se tinha internet e consigo perceber como facilitou nossa vida. Temos acesso rápido a qualquer assunto que fizermos e conseguimos de fato resolver nossa vida pela simples tela de nosso celular e essa tal de internet”. 


E-COMMERCE
Segundo o economista Lucas Sablewski, que trabalha na área desde 2009, o e-commerce é um negócio como outro qualquer, mas que tem as diferenças de uma empresa convencional.  
“Esses tipos de lojas requer mão de obra qualificada e estrutura diferente de uma loja física. O contato do cliente com o produto é apenas visual, mas ter um a boa conduta e reputação e essencial, pois, é um seguimento q cresce acima da média da economia”. 
Para ele este mercado esta em crescimento. “Estamos otimista com o futuro. Tenho loja virtual de informática e vestuário. No setor de informática, por exemplo, já está bem enraizado na cidade e região”. 
Lucas salienta ainda que é difícil encontrar alguém que ainda não tenha comprado pela internet. “Já existem em Penápolis empresa de alimentação que aceita o pedido pelas redes sociais, sendo um comércio destinado apenas para o público local. 
O segmento de vendas pela internet apresenta um crescimento acima de 25% ano após ano no Brasil. E apesar do cenário de crise no País, o e-commerce deverá crescer mais de 20%.

Psicólogo alerta sobre o uso de internet principalmente para crianças e adolescentes

É Indiscutivelmente que a internet é uma ferramenta que agrega em si inúmeras vantagens para a convivência entre as pessoas por mais distantes que estas estejam. Poder conversar em tempo real com um parente em outro país, realizar pesquisas em grandes bibliotecas virtuais, poder comprar as mais diversas mercadorias sem sair de casa são apenas alguns dos benefícios que a internet trouxe à vida moderna.
Por outro lado, o mau uso desta importante ferramenta pode trazer prejuízos ao desenvolvimento humano principalmente em crianças e adolescentes. 
Para o o psicólogo clínico e aluno do programa de mestrado em Psicobiologia da USP – Ribeirão Preto, Julio Ribeiro o uso errado pode ser prejudicial. 
“O uso da internet, como o de qualquer outra tecnologia, pode se tornar prejudicial quando não há limite do tempo que se dispõe a ela.”, explica 
Para Julio, existem três importantes cuidados que se deve tomar com crianças e adolescentes que utilizam frequentemente a internet:
O vício na internet: “Na literatura, há diversos estudos que relacionam a dependência da internet como o da dependência química, pois em ambos os casos são estimuladas as mesmas áreas cerebrais mudando apenas o estímulo desencadeador da dependência.”, comenta o psicólogo que estuda a relação dos processos mentais com o comportamento humano. 
Os perigos do anonimato: “Com o advento da internet, vários casos de pedofilia e cyberbullying (bullying pela internet) foram e são cada vez mais notificados. O anonimato nas redes sociais através de um perfil falsos, por exemplo, provavelmente contribui para a facilidade do ato de se denegrir a imagem de alguém ou o compartilhamento de material impróprio.”.
A falsa socialização: “Muitos adolescentes acreditam que uma rede social com centenas, milhares de ‘amigos’ é sinônimo de socialização ou até mesmo de status. Apesar de acreditar que hoje não existe mais distinção de vida real e vida virtual, ainda vejo como imprescindível para um desenvolvimento saudável de crianças e adolescentes a vivência, as experiências corpóreas e sinestésicas que são incapazes de serem experimentadas através de um monitor.”.
Para ele é difícil imaginar como seria a vida hoje sem as facilidades proporcionadas pela internet. Seja para o entretenimento através de jogos ou passatempos até para a conversação e troca de informações no momento em que elas ocorrem.
“Sem dúvida que as redes sociais trouxeram novas formas de se relacionar e de unir ou desunir pessoas. A própria psicologia, com as devidas precauções, pode usar do Skype para realização de atendimentos de orientação psicológica entre psicólogo-paciente que se encontram distantes. Algo que aconteceu com seleção brasileira de futebol durante a Copa das Confederações em 2013″. E completa: “Com os devidos cuidados apontados, é possível que crianças e adolescentes possam usufruir de forma sadia os seus benefícios e ter tempos agradáveis frente monitores, telas ou smartphones”, finaliza. 

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