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LAÉRCIO BURANELLO: DAS QUADRAS PENAPOLENSES A TÍTULOS NA EUROPA

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Laércio webA força do destino fez com que Laércio Buranello, hoje com 33 anos, se tornasse em pouco tempo, um dos principais goleiros de Penápolis – ganhando diversos títulos no campo e no futsal. “Eu não escolhi ser goleiro, a oportunidade entrou em minha vida, pois, na época jogava na linha. Mas, durante um jogo o nosso goleiro se lesionou e o secretário de esportes do Clube Penapolense na época, Odilon, perguntou quem gostaria de ir pro gol e timidamente levantei a mão e fui e nunca mais sai. Vamos dizer que foi um dom de Deus, pois, eu levava jeito para isso”, comenta.
Não é à toa que logo seu talento debaixo das traves fora reconhecido por todos aqueles que o viam jogando, tanto no campo, como futsal – sendo que um desses títulos marcou a carreira de Laércio.

“Um dos títulos que sempre me vem à cabeça, foi o ano que ganhei o Cobrinhas e o Cobras no mesmo ano, pois, só tive o tempo de trocar a camisa de goleiro e voltar para quadra. Guardo com carinho esses dois títulos”.
Ele explica que estes momentos aqui na terra de Maria Chica foram fundamentais para que pudesse alçar voos maiores como atleta.

“Tive muitas pessoas que me ajudaram a levar isso como profissão, principalmente, porque eu era menino complicado. Foram treinadores do Clube [Penapolense] como Kito, do laboratório como Maurílio e Guinho; ou da Codispan como Ademir, Paulinho e em especial pessoas como o Mirim e a Dona Tudinha, Carioca, Nei Passari, Denílson, Cesinha, Vinicius e o Donato e no futsal como o Paulinho e o Rogério, que fizeram parte e me proporcionaram uma grande mudança em minha vida. Além disso, a minha família sempre me ajudou e me deu suporte e torceram por mim e sempre me motivando a tudo isso”, lembra.

Profissão
Aos 15 anos, Laércio escolheu seguir seu sonho de jogar futebol de campo e foi parar no Botafogo de Ribeirão Preto. “Joguei por um tempo nas categorias de base do Botafogo e depois passei por várias outras equipes, mas, nunca deu certo. Então fui para o futsal e passei por diversas equipes aqui no Brasil”.

Entre as equipes estão o Corinthians de Araçatuba, São José Futsal, Rio Preto Futsal, Sertãozinho, Minas Tênis, Jaboticabal, Espírito Santo do Pinhal e Araçariguama. “Infelizmente não cheguei ganhar título de expressão com essas equipes, mas, em prêmios individuais ganhei dois tênis de ouro. Um do Paulista Interior e outro da Série Prata como melhor goleiro da competição”.

Bélgica
Após jogar por diversos clubes no país, ele foi convidado para jogar na Bélgica, país localizada na Europa Ocidental. “Minha passagem por lá foi coroada com muitos títulos. Em todas as duas equipes que passei, em dois anos e meio, conquistei títulos. No ano que cheguei, tínhamos uma equipe que não era cotada para ser campeã, inclusive perdemos o primeiro jogo da final por 3 a 1 mas no segundo jogo, goleamos o adversário na casa deles por 7 a 1. Neste tempos me tornei bicampeão belga e tricampeão da Copa Belga”.

Depois da Bélgica, Laércio teve passagem pelo Azerbaijão e jogando lá, defendeu as cores da seleção local. “Na época o presidente me fez o convite para participar da seleção e acabei aceitando esse desafio.

Jogou também o Mundial de Clubes pelo Ah Draffa do Emirados Árabes. “Ficamos em terceiro lugar. Conseguimos o objetivo da equipe pois montaram a equipe uma semana antes do campeonato e perdemos para o Kairat e o Atlântico de Erechim., que já vinham durante muito tempo se preparando para isso”.

Casa
GoleiroAgora Laércio Buranello está de volta ao país para ficar mais próximo da família. Atualmente ele reside em Avaré, cidade de sua esposa e lá está trabalhando com fisioterapia. “No momento estou trabalhando como fisioterapeuta e jogando campeonatos extra oficiais e trabalhando com futsal aqui cidade de Avaré. Além disso, também voltei a estudar e agora estou fazendo o curso de educação física”.

Mas, ele não deixa de voltar a Penápolis para rever familiares e amigos. “Quem bebe água da Maria Chica volta né? Amo Penápolis, meus país são daí é sempre que posso eu vou aí e tenho uma enorme saudades da cidade”.

Antes de encontrar um novo clube, Laércio luta para que o futsal possa crescer, tendo estruturas em equipes não só nas profissionais, mas, também nas categorias de base para que o futuro do esporte seja garantido.
“Precisamos de uma mudança. Tornar o esporte mais profissional, pois, temos poucos clubes que agem com honestidade com os atletas. Precisamos de um mercado com compra e venda de jogadores, como há no campo. senão desta forma há cada ano o nosso esporte morre um pouco”.

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