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Penapolenses refletem o presente para fortalecerem o futuro

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Bruna Pardi | Arquiteta
Penápolis é a terra de Maria Chica, o berço de três museus que preservam em si toda uma história, o lugar de índios, portugueses, japoneses, espanhóis. Assim é possível caracterizar a pacata cidade, que neste sábado completa seus 106 anos de fundação. Uma centenária que ao longo de sua história foi marcada pelo desenvolvimento político, econômico e social. E é isso que faz de Penápolis única. 
E diante dos festejos de mais um aniversário, o blog indagou alguns jovens desta que é a princesa da noroeste sobre um tema importante: o futuro da cidade e o que você sonha pra ela. 
Neste período podemos perceber a estabilização taxas de desemprego, os índices de violência reduzidos, o poder do compra e o grau de escolaridade da população registrando marcas positivas. 
De fato, entre o passado e o futuro, heranças e desafios ganham reflexão, segundo qual perguntamos: Qual a cidade dos seus sonhos? E prontamente a resposta foi: melhor do que hoje.
Com intuito de conhecer a juventude e o que eles pensam, conversamos quatro jovens. Com idades entre 25 e 30 anos, Bruna Pardi, Vinicius Peres, Daniele Alves da Silva e Tony Carlos, carregam em si o papel protagonista do jovem penapolense.
Graduada na Universidade Anhembi Morumbi, em Arquitetura e Urbanismo, Bruna Pardi é um belo exemplo quando se trata de empreendedorismo, pois, com a morte de seu pai, o saudoso Dr. Pardi, ela viu a oportunidade de voltar a Penápolis e construir por aqui sua carreira de sucesso nos projetos de arquitetura e interiores. 
Bruna lembra que a cidade é onde ela tem raízes, boa amizades; mas acha que as pessoas poderiam investir mais na educação e na saúde. “As pessoas e os governantes precisam acreditar mais no potencial da cidade, proporcionando mais empregos, investindo mais em eventos como festivais e recreação”. 
A jovem acredita que o entretenimento pode ser um dos meios para atrair a juventude a permanecer na cidade, além dos estudos. “Penso que deveria ter mais estabelecimentos como bares, restaurantes e casas noturnas para os jovens”.
MONOCULTURA 
Vinicius Peres | Estudante
Estudante de Engenharia da Computação, em Araçatuba, Vinicius Peres é um típico jovem do interior que gosta de sair, de se divertir com os amigos, mas na hora de falar sério está a toda prova e mostra que conhece as mazelas, mas também, as belezas que a cidade proporciona. 
Para ele, ver a cidade desenvolver através da monocultura da cana-de-açúcar não é problema. “Atualmente vejo que nossa economia é gerada através da cana de açúcar e assim traz dezenas de pessoas de outros estados fazendo nosso comercio girar”. 
Entretanto vê com pesar os comerciantes que ainda não aderiram ao poder dos e-commerces “Com o advento da tecnologia isso faz com que diminuía, regredindo nosso comercio”. Mas crê na mudança com dois novos empreendimentos que estão para inaugurar. “Em contra partida está vindo dois grandes empreendimentos: o shopping e o Sesi que vai gerar dezenas de empregos e fazendo da nossa cidade um centro de encontros da nossa micro região”.
Mas Vinicius sonha com uma cidade desenvolvida, que proporcione com característica diferenciada e peculiar a nós uma ótima educação, um sistema integrado de saúde, acesso a formação e aos bens culturais, bem como, novos empreendimentos. Para ela, a sensação de impunidade e a falta de segurança são latentes e por isso mesmo classifica como extremamente importante. E finaliza dizendo: “quero que nossa cidade torna-se referência”. 
PRESENTE
Daniele Alves | Comerciante
Daniele Alves da Silva, com 30 anos, é uma comerciante de sucesso. Atualmente com uma loja de lingerie no centro da cidade, mostra que mesmo jovem, pode “tocar” um negócio. Contudo, mostra a generosidade também para com as pessoas. Foi presidente do Rotaract (extensão jovem do Rotary Club) e coordenou muitas campanhas em prol da comunidade. 
Daniele vê com bons olhos o crescimento da cidade, mas gostaria de ver crescendo mais rápido. 
“Vejo a cidade crescendo, não tanto quanto eu queria, mas do jeito que dá. Precisamos de mais incentivo as indústrias, ao esporte, educação e lazer”.
Mas sonho em um dia ver a cidade em pleno emprego, bem como, com uma perspectiva clara para jovens e crianças penapolenses. “Sonho em um dia ver emprego para todos que queiram trabalhar, mas também ver crianças com acesso a educação, lazer e esporte, dando-lhe uma perspectiva de futuro clara para elas”.
PACATA
Tony Carlos | Ator
Tony Carlos é um daqueles jovens fuçado em tudo. É o “sabe tudo” de computadores, mas também é diretor voluntário do Lactário Dília Ribeiro. Hoje é arte-educador no projeto “Livrônibus” e ministra aulas de teatro nas escolas municipais. 
Com 28 anos, e um futuro enorme pelo frente, não troca Penápolis por nada. “Penápolis é muito tranquila e pacata. Me criei neste estilo de vida que não troco por nada”. 
Amante das artes, o levou para dentro da Santa Casa de Misericórdia participar do projeto “Doutores do Coração”, onde conheceu sua outra “metade” – Joe CráCrá, palhaço besteirologista. “Espero que no futuro, tenha mais abertura para as artes, pois já somos abençoados por cultura, mas precisamos de mais e mais”, finaliza. 

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