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PEQUENO GUERREIRO LÉO

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Caros leitores, 
Reproduzo  a reportagem produzida por mim, com a colaboração imensurável do meu amigo de trabalho o jornalista Lucas Belussi, sobre a história do pequeno guerreiro Léo. A matéria foi vinculada na edição desse domingo, 27, do Interior.

Guerreiro: bebê Léo precisa de ajuda para passar por operação no coração


Na noite do dia 12 de novembro de 2013, nascia na Santa Casa de Misericórdia de Penápolis, por volta das 19h, o menino Leonardo Alves Marceno de Pinho, ou simplesmente Léo.


Dois meses antes, numa consulta de rotina, o médico constatou num ultrassom algo de errado no cordão umbilical de sua mãe, pois, não estaria repassando normalmente os nutrientes. Entretanto, Léo que nascera com 2.560kg e com 46 cm de estatura estava dentro dos padrões hospitalares.
Mas, cerca de um mês após o nascimento, ao levá-lo no posto de saúde para passar por exames rotineiros, a doutora que atendera percebeu que o menino estava cansado e com um pequeno sopro no coração.

Logo o encaminhou ao cardiologista, que após uma bateria de exames, diagnosticou um Desvio Septo Atrioventricular Total em seu pequenino coração. A partir de então, sua mãe Adriana Alves Marceno largou o emprego de vendedora para dedicar-se exclusivamente ao garoto. Vive dentro de hospitais e sabe na pele o valor da saúde no Brasil. “Já gastei mais de R$ 5 mil com a saúde de Léo”. Para isso, precisou até vender utensílios domésticos e objetos pessoais para arcar com parte das despesas do tratamento.

Com quase seis meses de vida, o menino que está pesando e medindo pouco mais de 4,500kg e 50 cm de altura, foi diagnosticado que sua disfunção cardíaca é devido ser portador da Síndrome de Down.
A mãe vive a árdua dicotomia de tratar o Léo, ora pelo SUS, ora pelo particular. E isso eleva os gastos do tratamento. Na próxima terça-feira ele realizará mais um exame ? eletrocardiograma, ao custo de R$ 520,00.  “Por sorte uma instituição que pratica filantropia nos ajudou no pagamento dessa consulta”, afirma.

O pagamento do exame foi uma das ações que a comunidade penapolense realizou para ajudar o Léo. No início do mês de março sua prima Aline Cortez criou um grupo numa rede social para divulgar e pedir ajuda para o menino. “Pelo Léo abri mão de meu orgulho e aceitei a ajuda de todos os amigos”, comenta.

A proporção do caso tomou notoriedade quando o DCE (Diretório Central dos Estudantes) da FUNEPE realizou a campanha de arrecadação de donativos para o bebê. Segundo a direção, foram arrecadados quase R$ 500 em dinheiro, além de outras ofertas como fraldas descartáveis e leite Pre NAN.
Segundo Marceno, o Léo por ser uma criança com pouco peso necessita de tomar o leite Pre NAN, ao custo R$ 100,00 por lata, ficando inviável a compra constante do produto. Não obstante, o menino precisa usar fraldas Pampers ou Turma da Mônica, as únicas que não os machucam. Devido a baixa estatura o tamanho é de recém-nascido.

Outras ações promovidas por autoridades da cidade como o próprio prefeito Célio de Oliveira, pelos vereadores Alexandre Gil, Dr. Rodolfo e o Padre Joaquim foram determinantes no tratamento do menino. Foram disponibilizados ambulância, medicamentos e cestas básicas para a família.
OPERAÇÃO

Na próxima semana, Adriana levará o pequeno Léo a Rio Preto para novos exames. A partir dos resultados e equipe médica decidirá a data pela urgência do caso. 

Para isso, a família precisará de ajuda para se locomover quase que diariamente para acompanhar o pós-operatório. A criança deverá ficar ao menos 20 dias na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) Neonatal, por isso a unidade não realiza a internação da mãe até que o paciente seja transferido para o quarto.

Os interessados em colaborar com doações de leite, pomada, fraldas, lenços umedecidos, entre outros, podem entrar em contato pelo telefone (18) 98128-6463 ou no endereço Avenida Afonso Maria de Louveira, nº 230, bairro Santa Terezinha.

Quem desejar contribuir em dinheiro pode realizar também pelo depósito na conta poupança 0642109-1, agência 0022-1 do Bradesco.

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