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PROGRAMAÇÃO DO CIRCUITO SESC DE ARTES

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Há uma semana de mais um Circuito SESC de Artes, Penápolis já cria a expectativa com o show de Ellen Oléria, ganhadora da primeira edição do The Voice Brasil, que vem com o show-espetáculo Afrofuturista, onde combina ritmos nacionais com arranjos contemporâneos. Toda a programação será na Praça Carlos Sampaio Filho, a partir das 16h. Confira a programa completa: 
Ellen Oléria | (DF)
Dona de uma bela voz, a brasiliense Ellen Oléria apresenta o espetáculo Afrofuturista, no qual combina ritmos nacionais com arranjos contemporâneos. Já são 15 anos de carreira acumulando prêmios em festivais e cinco discos lançados. Oléria ficou conhecida do grande público como A Voz que Cura , quando venceu o reality musical na TV Globo (2012). Cantando composições próprias ou relendo canções brasileiras, ela mescla a poética das ruas, a linguagem do hip-hop e a performance jazzística.
Com: Ellen Oléria (voz, violão e guitarra), Célio Maciel (bateria), Sandro Jadão (baixo e vocal), Felipe Viegas (teclados e vocal) e Léo Barbosa (percussões e vocal).
Duração: 75 minutos

Cuidado, um Palhaço Mau Pode Arruinar sua Vida | Chacovachi (Argentina)
Com um espetáculo de rua que emociona, o palhaço Chacovachi, uma das referências latino-americanas na arte de fazer rir, tira força do cotidiano para elaborar seus números, em que a política, a morte, o poder, o amor e os ideais são a matéria-prima. Como costuma dizer, sua missão nesse mundo é despertar almas desprevenidas. O malabarismo, a mágica e o equilibrismo servem de pretexto para um encontro divertido com o público. Fernando Cavarozzi é o seu nome verdadeiro e, por mais de 20 anos, ele foi um palhaço de rua, tornando-se um ícone em seu país, a Argentina. Hoje, depois de percorrer importantes festivais de circo, ele dirige o Circo Vachi e a Convenção Argentina de Malabarismo. O humor ácido, a comunicação direta e sua particular visão do mundo marcam a personalidade desse inigualável palhaço.
Texto, Concepção e Atuação: Fernando Cavarozzi (Chacovachi) / Produção no Brasil: Difusa Fronteira.
Duração: 50 minutos
Dançando na Cidade | Silenciosas + GT’AIME (SP)

Os bailarinos da companhia improvisam uma coreografia que dialoga com o espaço urbano, criando esculturas móveis ou desenhos tridimensionais efêmeros, aproveitando-se das sensações e imagens que o próprio local evoca. A base sensível desse trabalho é o próprio corpo e sua relação com o espaço e com o público que passa pelo lugar onde se dá a intervenção. Os bailarinos do Silenciosas + GT’AIME improvisam apropriando-se do entorno, sem a ajuda de luz artificial ou música, armando e desarmando cenas descontínuas dentro de um itinerário urbano previamente escolhido. O fim da intervenção, que dura aproximadamente uma hora, acontece naturalmente, numa decisão dos bailarinos diante do público. O grupo vem realizando essa intervenção coreográfica há seis anos em ruas, praças, favelas, comunidades, centros, casas culturais, pontos turísticos e também em manifestações populares, nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.
Direção: Diogo Granato / Bailarinos Oficineiros: Flávia Scheye, Flávio Falcone, Ilana Elkis, Michelle Farias, Verônica Piccini e Victor Abreu / Produção: Cau Fonseca.
Duração: 40 minutos
InCorpóreos | memelab (SP)
Imagine seus batimentos cardíacos e as alterações emocionais de seu corpo captados por sensores e projetados em outra cidade. Essa é a proposta desta instalação sensorial, criando conexões entre pessoas fisicamente distantes.O participante veste um capacete que mede suas ondas cerebrais, além de colocar sensores cardíacos e biométricos de computação física (que captam estímulos musculares). Esses sinais são enviados para um totem em outra cidade. Incorporando esses dados, o totem “ciborgue”, apresenta as projeções com as informações para outra pessoa. O diálogo de emoções se estabelece com imagens artísticas.
Concepção e Criação: memelab.
Leve Livro | MUDA práticas culturais e educativas
Uma estante móvel montada na praça, com cerca de 200 livros para ler e trocar. É só chegar, escolher um e sentar-se num dos bancos da sala de leitura ao ar livre. Essa ação busca criar aproximações entre os leitores, estimulando diálogos literários, conversas sobre os livros que cada um já leu, proporcionando a troca de opiniões e histórias. O público conta com o suporte de dois mediadores que auxiliam na seleção dos livros disponíveis de acordo com o interesse de cada leitor. E eles também entram na roda de conversas com suas experiências. A rua se torna uma biblioteca viva.
Curadoria: Heloísa Sobral e Fábio Figueiredo / Produção e Coordenação: Heloísa Sobral / Concepção, Projeto Cenográfico e Design: Laura Sobral / Cenotecnia: Raphael Franco e Rodrigo de Moraes Machado / Mediadores de Leitura: MUDA Práticas Culturais e Educativas.
Dulcineia Catadora | Dulcineia Catadora (SP)
Como fazer seu próprio livro usando restos de caixas de papelão? As “cartoneras”, como é chamada essa atividade editorial artesanal, têm uma grande importância social, valorizando o trabalho dos catadores, e também literária, já que coloca em circulação obras de novos autores. Em suas oficinas, os participantes encontrarão folhas impressas com textos e fotos, tintas, linhas para costura e papelão, escolherão o conteúdo de seu interesse, montarão seu próprio livreto com costura simples, pintarão as capas e levarão seu livro para casa.
Oficineiras: Lúcia Rosa, Kátia Fiera, Andreia Emboava e Maria Dias da Costa / Escritores Colaboradores: Carlos Pessoa Rosa e Leo Gonçalves.

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