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SOBRE A REUNIÃO PÚBLICA DA DENGUE

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Na noite de ontem, a Câmara Municipal de Penápolis foi palco da primeira reunião pública sobre a dengue no município de Penápolis. 
Estiveram na mesa cumprindo as formalidades o presidente do legislativo municipal, Alexandre Gil de Melo (PT), o secretário de governo e gerência da cidade, Coronel Daniel Rodrigueiro, o secretário de saúde, Alex Marques Cruz, o coordenador da vigilância epidemiológica Wladimir Marangoni e os representantes da Sucem, Clélia Moura e Sandro Garcia. 
Na oportunidade, o representante da vigilância fez uma apresentação relatando a situação da dengue no mundo e no município. No planeta existe em média 100 milhões de casos por ano. Sendo que desses 500 mil teve dengue hemorrágica, dos quais 22 mil vieram a óbito. Em Penápolis, os anos que deram maiores incidências da doença, foram nos anos de 2007 e 2010. Este último com exatos 1.740 casos positivos.

De acordo com a Clélia Moura, existe sim uma elevação em números de casos de tempos em tempos, geralmente, de 4 a 5 amos, pois, os mosquitos transmissores evoluem e transformam qualquer tipo da doenças cada vez mais resistentes. 
Vieram a óbitos apenas dois casos – um em 2010 e 2012, mas esse ano já tivemos a morte de morador de Luiziânia que fora transferido para o município de Penápolis. 
Segundo as informações da prefeitura foram retirados na primeira etapa do arrastão mais de 207,7 toneladas de lixo das casas dos munícipes, sendo que 37% foram de materiais inúteis. Até a noite de ontem foi notificados 481 possíveis casos de dengue no município, destes 188 deram positivos. 
O secretário de saúde disse que não é necessário fazer uma grande ação, pois, é necessário o trabalho de conscientização. Já o secretário de governo relatou o empenho que a prefeitura e o corpo de servidores públicos (entre 120 a 150 pessoas) estão colocando para cumprir a ‘nota de serviço’ instrumento criado para o acompanhamento pessoal das autoridades. Entre as ações estão a distribuição de panfletos informativos em casa a casa, bem como, na coleta de detritos das residências. Na primeira etapa foram 75 notificações. 
Ele comentou ainda que pelo o prefeito Célio de Oliveira ter decretado situação de emergências algumas leis são flexibilizadas e assim o serviço público torna-se mais ágil. Com isso, haverá a contratação de nossas equipes temporárias, bem como, de uma empresa para fazer a pulverização nas residências do município. 
Perguntei sobre os possíveis casos não notificados, principalmente, por hospitais e laboratórios particulares do município e o coordenador da vigilância epidemiológica Wladimir Marangoni comentou que um funcionário é responsável por passar em cada um desses espaços e coletar as informações. 
Vale lembrar que normalmente os índices começam a cair no início de abril, portanto, nós temos ainda pela frente mais dois meses de luta contra a dengue. 
Simbora nesta causa?

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