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Somos Todos Babacas!?

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A liberdade de imprensa e da livre expressão do pensamento foi novamente atacada. Não diferente de outros momentos, alguns vereadores de forma truculenta, tentam atingir aqueles que expõe diariamente, as verdades sobre a política local.
 
O vereador Júlio César Caetano (PSD), usou as redes sociais para tentar denegrir a imagem de alguns profissionais que há anos – isto é, muito antes dele ser eleito – dedicam suas vidas a levar a informação mais isenta possível, ouvindo todos os lados de uma mesma história.
 
Ele escreveu: “[…] Existe um babaca aqui em Penápolis que se diz jornalista, cara é frustrado querendo se promover nas costas dos outros escreveu isso. Outro amigo dele publicou a mesma coisa. Querem ibope mas nas minhas costas não. Deixa eles pra lá escrevendo essas porcarias […]”.
 
Se ele é capaz de chamar um profissional da imprensa de “babaca” abertamente nas redes sociais, imagina do que ele é capaz de chamar o povo penapolense no privado. Será que somos todos babacas?
 
Já o parlamentar Adalgiso de Nascimento (PMDB), o Ziza, travestido de democrata, tentou me intimidar na noite de ontem (6), durante a sessão da Câmara de Vereadores de Penápolis. Ele veio tirar satisfação sobre minhas considerações na coluna do “Pitacos do Faria”, publicada no INTERIOR do dia 27 e reproduzida aqui.
 
O fato é que o vereador não leu e não compreendeu o texto, que teoricamente, foi ele mesmo que escreveu, mostrando claramente a incompetência política e jurídica para aprovar um relatório que sequer sabe interpretar. 
 
RELATÓRIO
No último dia 23, os parlamentares penapolenses aprovaram por unanimidade, relatório final da Comissão Especial de Inquérito que apurava a aquisição de salgados para trabalhos técnicos sociais da Emurpe (Empresa Municipal de Urbanização de Penápolis), entre os anos de 2013 a 2016.
 
Em um trecho do relatório, assinado pelos vereadores, o relator Adalgiso do Nascimento, o Ziza (PMDB), o presidente Júlio Cesar Caetano (PSD), e os membros Nardão Sacomani (DEM), Carlos Soares da Silva (PPS) e José Antônio Ferres Chacon (PSD), eles afirmam que pelo fato dos trabalhos técnicos serem feitos em bairros pobres do município, presume-se que cada um dos participantes comessem mais. Veja:
 
“[..] levando-se em consideração que a realização deu-se em bairro de pequeno poder aquisitivo onde de se presumir que o consumo individual deve ser maior […]”
 
Reitero, esse trecho foi retirado do relatório final, portanto, gostaria que você fizesse o juízo de valor sobre tal afirmação. Eles disseram ou não que o povo pobre come demais?  

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