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Com Célio e Feltrin, Penápolis perdeu 1.023 vagas de empregos

O mercado de trabalho em Penápolis perdeu 1.023 vagas de empregos, entre maio de 2017 – mês que o prefeito Célio de Oliveira (sem partido) e seu vice Carlos Alberto Feltrin (MDB) assumiram a Prefeitura de Penápolis para o segundo mandato – e dezembro de 2019. Os dados são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério da Economia.

De acordo com o Caged, no período foram criadas 13.682 postos de trabalho, enquanto que foram fechadas 14.705 vagas, totalizando um saldo negativo de (-1.023). Se comparado com exatos 32 meses anteriores, entre os meses de setembro de 2014 e abril de 2017, a taxa de desempregados foi de 687% maior.

Naquele período, que engloba 28 meses do primeiro mandato do prefeito Célio de Oliveira e quatro meses do governo interino, do vereador Rubinho Bertolini (SD), o saldo total foi de 130 vagas negativas.

Quando analisado ano a ano, percebe que entre maio e dezembro de 2017, o município teve um saldo negativo de (-591) vagas. Já entre 2018 e 2019, os números negativos foram de (-196) e (-236) respectivamente.

OCUPAÇÕES

Entre as ocupações que mais demitiram, nos anos que Célio e Feltrin governam a cidade, estão tratoristas agrícolas, motoristas de caminhão (rotas regionais e internacionais) e caldeireiro.

Entre os tratoristas agrícolas, os maiores índices de demissões aconteceram em 2017. Ao todo foram 181 desligamentos, contra 56 admissões, totalizando um saldo negativo de 152 vagas.

Em 2018, o cargo de caldeireiro de chapas de ferro e aço, foi o que mais teve trabalhadores demitidos. Ao todo foram 161 demissões e 94 contratações, totalizando saldo negativo de 67 vagas.

E no ano passado, a ocupação que mais demitiu foi de motorista de caminhão de rotas regionais e internacionais, com saldo total de 57 vagas perdidas.

Nos últimos 12 meses, Penápolis acumula saldo negativo na geração de empregos

Penápolis perdeu 256 vagas de emprego com carteira assinada, no acumulado dos últimos 12 meses. O resultado é o saldo, ou seja, a diferença entre contratações e demissões. Entre setembro de 2018 e setembro de 2019, foram 5.166 contratações e 5.422 demissões.

Os dados são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) e foram divulgados hoje pelo Ministério da Economia.

No agregado do ano, o país registrou a criação de 191 vagas com carteira. Já no mês de setembro passado, o saldo também positivo, porém, com apenas quatro vagas criadas.

SETORES

Segundo o ministério, os resultados foram negativos em quatro setores econômicos nos últimos 12 meses e positivo em um setor. Registraram criação de vagas:

Indústria da Transformação (-238)
Administração Pública (-113).
Comércio (-23)
Construção Civil (-17)

O único setor com resultado positivo foi o de Serviços (+67 vagas).

OCUPAÇÕES

Ainda de acordo com o ministério, entre as ocupações que mais demitiram nos últimos 12 meses foram:

Alimentador de Linha de Produção (-90);
Descarnador de Couros e Peles, à Máquina (-34);
Trabalhador Agropecuário em Geral (-34) e;
Inspetor de Qualidade (-27).

Já entre as ocupações que mais contrataram estão:

Operador de Colheitadeira (41)
Tratorista Agrícola (35)
Axiliar Geral de Conservação de Vias Permanentes (24) e;
Professor de Ensino Superior na Área de Orientação Educacional (23)