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UM ANO APÓS CIRURGIA, PEQUENO LÉO ESTÁ CURADO DE PROBLEMA NO CORAÇÃO

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Léo está prestes a completar dois anos de vida; atualmente frequenta semanalmente a Apae (Associação de País e Amigos dos Excepcionais) de Penápolis

O dia 4 de agosto de 2014 está marcado na vida de Adriana Alves Marceno, mãe do menino Leonardo Alves Marceno de Pinho, ou simplesmente Léo, que nos encantou com sua história em abril do ano passado aqui no blog.

Ela neste dia teve seu filho operado de DSAVT (Desvio Septo Atrioventricular Total) mais Estenose Pulmonar, no Hospital Beneficência Portuguesa em São Paulo. Mas, a caminhada até chegar à salvadora operação foi bem tortuosa.

Em seu primeiro mês de vida, após Adriana levá-lo no posto de saúde para passar por exames de rotina, a doutora que atendera percebeu que o menino estava cansado e com um pequeno sopro no coração.

Logo o encaminhou ao cardiologista, que após uma bateria de exames, diagnosticou o desvio em seu pequenino coração. Com quase seis meses de vida, foi diagnosticado que sua disfunção cardíaca é por ser portador da Síndrome de Down.

“Quando descobrimos a doença, ali começou a nossa batalha pela vida do meu guerreiro que devido o problema não ganhava peso e era muito cansado. Ele tomava muitos remédios por dia. Sempre tive muita fé, mais não vou negar que sentia muito medo de perdê-lo, pois, meu Léo além da cardiopatia é down e sua imunidade é muito baixa”, comenta.

Adriana lembra que o pequeno Léo tinha que passar por uma cirurgia com seis meses de vida. “Foram momentos difíceis, em todos os sentidos, a cada dia que passava tudo ficava mais difícil, mais como temos um Deus que cuida de nós, pessoas iluminadas foram abraçando a nossa causa e começaram a nos ajudar”, lembra.

Quando Léo completasse seis meses era a hora ideal para realizar a cirurgia, porém não consegui vaga para operá-lo no Hospital de Base em Rio Preto, pois tinham 42 crianças na fila de espera.
“Meu pequeno não podia esperar, entrei em desespero e num desabafo na rede social resolvi pedir ajudar e graças a Deus a ajuda veio através de uma amada mãe, Ione Nadu, que me apresentou à Márcia Adriana da ‘Associação de Assistência à Criança Cardiopata Pequenos Corações’ de São Paulo. E com um gesto de muito amor conseguiu uma vaga no hospital para operar meu pequeno. E graças a Deus, a Márcia Adriana, doutora Rosangela Belbuche Fitaroni, a doutora Luciana da Fonseca – a médica que operou meu Léo, nosso sonho transformou em realidade. Aquele garotinho magrinho que pesava quatro quilos e meio, cansado, ganhou uma nova vida, um novo coração. Para nossa felicidade hoje meu pequeno pesa mais de 10 quilos, já não toma mais remédios e vive uma vida normal”, salienta.

De acordo com ela, Léo surpreendeu a medicina, pois, uma criança com a doença que ele teve ficaria no mínimo um mês em observação no hospital, mas ele ficou apenas quatro dias da UTI (Unidade de Terapia Intensiva), dois dias na intensiva, dois dias na semi-intensiva e quatro dias no quarto.
NORMALIDADE
Após a cirurgia tudo está voltando ao normal na vida dos dois. Pois, Adriana que na época chegou a largar o emprego de vendedora para dedicar-se exclusivamente ao garoto, hoje trabalha fazendo doces sob encomenda e está voltando a trabalhar com fotografias em estúdio.

Já Léo prestes a completar dois anos de vida está atualmente frequentando semanalmente a Apae (Associação de País e Amigos dos Excepcionais) de Penápolis. “Ele vai começar a frequentar diariamente a unidade e estar em contato direto com outros downs e isso vai ser bom pra ele” e completa: “Meu down lindo, é o meu motivo de sorrir. Quero agradecer a todos por toda ajuda que tivemos, pelas doações, carinho e amor. Não tenho palavras para agradecer ao nosso povo penapolense e a alguns amigos especiais Aline Lopes, Angélica Vaiti, Rodolfo Valadão Ambrósio, Alexandre Gil, Caique Rossi, Aline Candido, Pastor Ezequias, Natalia Pavan, Paula Matiusso, Ale Robertha, Cléo Terra, Nilton Ferracini, Dalva Ramalho, Darci Ramalho, Célio de Oliveira, Ricardo Faria, Renata Gustavo Garcia, Martha Alves Marceno, Elaine, Fausto Santos, Solange Marques, Rosangela Brito, Alessandra Cortez e Abra-te a Restauração, deixo meu abraço de gratidão”.
HISTÒRIA
Na época em que contamos a história do Pequeno Léo, Adriana vivia dentro de hospitais e sabia na pele o valor da saúde no Brasil. Chegou a gastar mais de R$ 5 mil com a saúde de Léo. Precisando vender utensílios domésticos e objetos pessoais para arcar com parte das despesas do tratamento.


Ela vivia a árdua dicotomia de tratar o Léo, ora pelo SUS, ora pelo particular. E isso elevou os gastos do tratamento. Na época a comunidade penapolense se mobilizou em torno do caso e ajudou Adriana. O caso tomou notoriedade quando o DCE (Diretório Central dos Estudantes) da FUNEPE realizou a campanha de arrecadação de donativos para o bebê. Outras ações promovidas por autoridades da cidade foram determinantes no tratamento do menino. Foram disponibilizados ambulância, medicamentos e cestas básicas para a família.

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